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As empresas utilizam estruturas analíticas de risco (EAR), em conjunto com estruturas analíticas de projeto (EAP), para ajudar as equipes de gerenciamento a identificar e analisar riscos.
Numa estrutura analítica de riscos de projetos, os requisitos, a tecnologia, os desempenhos e a confiabilidade são considerados elementos
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A análise de cadeias críticas em Gerenciamento de Projetos descreve a “Lei de Parkinson”, que estabelece que os colaboradores tendem a usar o tempo disponível com outras atividades, em vez daquelas que são previstas nos projetos, deixando as atividades projetadas para serem realizadas em cima da hora.
Os gerentes de projetos atribuem uma maior probabilidade de que a Lei de Parkinson (ou postergações) ocorra em ambientes que sejam:
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A empresa ABC fabrica papéis a partir da polpa de árvores silvestres. Devido à crescente demanda de mercado por papéis de imprimir e de escrever, ela deverá proceder a uma expansão de sua capacidade produtiva de celulose. Ela investiu em florestas plantadas e na criação de uma nova unidade fabril, expandindo sua capacidade de 400.000 ton./ano de celulose para 550.000 ton./ano.
De acordo com o Planejamento de Capacidade em Processos Produtivos, qual seria o processo de produção mais adequado à nova fábrica?
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Uma empresa se posiciona no mercado face a forças externas que irão afetar seu desempenho e a participação de mercado (market share) que ela consegue conquistar e manter. Essas forças externas são conhecidas em Planejamento Estratégico como as forças de Porter.
Essas forças externas, que servem de base para o planejamento estratégico, são:
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De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica, os objetivos da Análise Probabilística de Segurança (APS) são: a identificação e o delineamento de combinações de eventos que possam levar a uma situação de evento severo; a avaliação da probabilidade esperada de ocorrência para cada combinação e a análise de consequências. Para cumprir estes objetivos, a APS deve integrar informações sobre o projeto das instalações, práticas e histórico de operação, confiabilidade de componentes, comportamento humano, fenômenos de acidente e, no caso de uma aplicação mais ampla,
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A principal diferença entre Análise dos Modos de Falha e Efeitos (Fault Mode and Effect Analysis – FMEA) e Análise de Criticidade e Modo de Efeito de Falhas (Failure Mode Effects and Criticality Analysis – FMECA) se dá pelo fato de que a FMEA é uma técnica mais qualitativa e que avalia os possíveis modos de falha dos itens, enquanto a FMECA é uma técnica quantitativa que identifica a função de cada componente, seus potenciais modos de falha, os efeitos e suas causas e faz a classificação em relação aos graus de criticidade.
A técnica FMECA é utilizada para classificar as(os)
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Após o acidente na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Japão, em 2011, a preocupação da comunidade internacional aumentou com relação aos eventos externos, podendo ser eventos sísmicos, incêndios, enchentes ou alagamentos, ventos fortes e mísseis induzidos por ventos fortes, acidentes com meios de transporte fora do sítio, vazamento de substâncias tóxicas fora do sítio e condições climáticas severas.
A estimativa de métricas de risco, como a Frequência de Danos ao Núcleo (Core Damage Frequency – CDS), para eventos iniciadores externos com baixa frequência de ocorrência e alto impacto na segurança da instalação nuclear, como eventos sísmicos, ainda possui um nível alto de incerteza em razão da(o)
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A Análise dos Modos de Falha e Efeitos (Fault Mode and Effect Analysis – FMEA), além de apresentar um foco maior em processos e produtos, considera para a análise da criticidade uma multiplicação simples dos fatores de severidade (S), ocorrência (O) e detecção (D). A partir da incorporação da Análise de Confiabilidade Humana (ACH), podem ser considerados fatores como inteligibilidade ou cognição (I) e estresse (E), para avaliar os modos de falha considerando fatores humanos. Para reduzir a imprecisão do cálculo do índice de probabilidade de risco (Risk Priority Number – RPN), pode ser utilizada uma Composição Probabilística de Preferências (CPP).
A imprecisão é inerente à subjetividade e aos erros de avaliação nos processos de tomada de decisão individual ou em grupo. Por isso, é natural assumir, para a avaliação de cada alternativa sob cada critério, um comportamento
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A confiabilidade é a capacidade de um item desempenhar uma função requerida sob condições especificadas, durante um dado intervalo de tempo. Muitas vezes, os problemas relacionados à confiabilidade são atribuídos à manutenção, no entanto, existem outras funções que afetam a confiabilidade de sistemas e de equipamentos e que estão relacionados à confiabilidade humana, à do equipamento, à da liderança e à do processo.
Alguns fatores que influenciam a confiabilidade humana são
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Um teste acelerado foi conduzido por 500 horas em uma amostra de 10 unidades de um componente eletrônico utilizado numa usina nuclear e apresentou uma proporção de itens falhados de 50%. Os demais itens sobreviveram além das 500 horas, sendo que seus tempos de falha são censurados à direita com a interrupção do ensaio. Dessa forma, é considerado que o limite inferior para o tempo de falha desses itens é de 500 horas, por não se conhecer o tempo exato. As falhas observadas mostram um comportamento de distribuição exponencial, com os respectivos tempos 40, 90, 170, 330 e 440 horas.
Qual é o tempo médio para falha (MTTF)?
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