Foram encontradas 782 questões.
Para a impressão sobre: 1) 2000 uniformes da empresa - uma cor, traço; 2) papel couché - para reprodução de 500 folderes em quadricromia; e 3) papel glossy - para confecção de 15 displays com muitas cores e imagens, o processo de impressão mais aconselhável é:
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A planta de situação da nova sede da EMBRAPA em Brasília-DF foi feita em AutoCAD® e impressa de forma que ficasse na escala 1:500. Sabendo-se que a largura desta edificação, medida nesta planta, foi de 27,0 cm, conclui-se que a largura real desta edificação possui em metros:
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Em projetos gráficos editoriais, uma das regras para determinar a espessura aproximada da lombada de um livro é:
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Uma imagem ou objeto parecerá maior se colocados:
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Em tipografia, algumas fontes possuem o seu desenho diferenciado para as caixas alta e baixa. Porém existem fontes que apresentam um único desenho para ambas as caixas e o que as diferencia é a altura - maior para as maiúsculas. Estas fontes são denominadas:
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Um arquiteto da EMBRAPA deseja fazer o desenho apresentado abaixo usando o programa de desenho AutoCAD® através do comando “polyline”. Sabendo-se que o ponto A está na origem do UCS e que <E> representa a tecla ENTER, deve-se digitar a seguinte sequência de comandos no teclado depois de acionado o referido comando:

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desejável é que o jornalista, a exemplo de outros profissionais, tenha acesso à sua atividade após a conclusão de estudos especializados de caráter superior. Não se ignora que, há menos de 50 anos, de modo geral, o jornalismo era exercido por indivíduos sem currículo apropriado, saídos de escolas de grau secundário (às vezes superior), sem amplos conhecimentos, mas que, na prática, em correndo o tempo, acabavam por tornar-se hábeis profissionais, alguns até de renome. Se recuarmos um pouco mais, também situaremos médicos, advogados, engenheiros que não tiveram instrução específica para os misteres a que se entregavam, os quais, todavia, levaram a termo com êxito e fama. A observação, a disciplina e a prática fizeram-nos profissionais seguros. O passar dos anos levou à especialização, ao trato acurado das matérias constitutivas das múltiplas profissões. Entre nascer, outrora, no mato, como os animais, e vir ao mundo, hoje, num hospital, assistido por médicos e máquinas, crê-se que esta alternativa é a preferida.
Nas últimas décadas (em várias partes do mundo) e sobretudo no presente, a tendência é para a formação do comunicador (imprensa, rádio, televisão etc.) mediante uns poucos anos de preparo escolar. São pioneiros os Estados Unidos da América do Norte; o exemplo vingou no Brasil faz 50 anos. Escolas particulares e oficiais mantêm cursos fiscalizados pelo Estado, que estabelece currículos e regras de funcionamento. Sem diploma, exceto em poucos casos, ninguém pode arrogar-se o título de jornalista ou exercer a respectiva profissão. Manter-se alguém no trabalho, isto é: ser aceito pelo empresário, ascender na hierarquia, ganhar bem são questões independentes do diploma. Este é condição para o ingresso na profissão; nada mais garante, tal como sucede em quaisquer profissões. E como o mercado de trabalho custa a expandir-se, o número crescente de diplomados sofre rigorosa triagem. Só exerce o ofício quem é competente. O simples diploma não assegura privilégios, regalias; quem não souber produzir estará fora da competição. Por que há médicos, advogados, professores e engenheiros despreparados, vamos batalhar pelo fechamento dos educandários por onde se formaram? E deixar tudo ao arbítrio, ao empirismo?
(SEGISMUNDO, Fernando. Comunicação: do tijolo ao lêiser. Rio de Janeiro, Unigraf, 1995, p. 95-6.)
O autor, ao recorrer à imagem do “nascimento no mato ou no hospital”, visa defender a seguinte tese:
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Texto 2
Quaisquer que sejam os exercícios para o aprimoramento do vocabulário, é óbvio que o dicionário constitui, por assim dizer, a última instância, a que recorremos sempre que desejamos saber o sentido exato das palavras. Em si mesmo, entretanto, o simples manuseio dos léxicos, dissociado de situações reais, nem sempre nos traz grande proveito, em que pese à opinião de muitos, que acreditam ser esse o único e o melhor meio de adquirir vocabulário. Alguns chegam mesmo a recomendar, ou pelo menos a praticar, a leitura assídua dos calepinos, leitura que consideram não apenas imprescindível, mas também amena e divertida. É possível. A verdade, entretanto, é que as palavras procuradas nos dicionários só se incorporam de fato aos nossos hábitos linguísticos quando as ouvimos ou lemos. Listas de palavras, resultantes de leitura corrida de dicionários, podem não ser de todo inúteis, mas o que delas nos fica não paga o tempo gasto: valem quase tanto quanto o passatempo das palavras-cruzadas.
(GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de janeiro: F G V, 1988, p. 191.)
A reescrita que altera significativamente o sentido da passagem do texto 2 “leitura que consideram não apenas imprescindível, mas também amena e divertida” é:
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
Desejável é que o jornalista, a exemplo de outros profissionais, tenha acesso à sua atividade após a conclusão de estudos especializados de caráter superior. Não se ignora que, há menos de 50 anos, de modo geral, o jornalismo era exercido por indivíduos sem currículo apropriado, saídos de escolas de grau secundário (às vezes superior), sem amplos conhecimentos, mas que, na prática, em correndo o tempo, acabavam por tornar-se hábeis profissionais, alguns até de renome. Se recuarmos um pouco mais, também situaremos médicos, advogados, engenheiros que não tiveram instrução específica para os misteres a que se entregavam, os quais, todavia, levaram a termo com êxito e fama. A observação, a disciplina e a prática fizeram-nos profissionais seguros. O passar dos anos levou à especialização, ao trato acurado das matérias constitutivas das múltiplas profissões. Entre nascer, outrora, no mato, como os animais, e vir ao mundo, hoje, num hospital, assistido por médicos e máquinas, crê-se que esta alternativa é a preferida.
Nas últimas décadas (em várias partes do mundo) e sobretudo no presente, a tendência é para a formação do comunicador (imprensa, rádio, televisão etc.) mediante uns poucos anos de preparo escolar. São pioneiros os Estados Unidos da América do Norte; o exemplo vingou no Brasil faz 50 anos. Escolas particulares e oficiais mantêm cursos fiscalizados pelo Estado, que estabelece currículos e regras de funcionamento. Sem diploma, exceto em poucos casos, ninguém pode arrogar-se o título de jornalista ou exercer a respectiva profissão. Manter-se alguém no trabalho, isto é: ser aceito pelo empresário, ascender na hierarquia, ganhar bem são questões independentes do diploma. Este é condição para o ingresso na profissão; nada mais garante, tal como sucede em quaisquer profissões. E como o mercado de trabalho custa a expandir-se, o número crescente de diplomados sofre rigorosa triagem. Só exerce o ofício quem é competente. O simples diploma não assegura privilégios, regalias; quem não souber produzir estará fora da competição. Por que há médicos, advogados, professores e engenheiros despreparados, vamos batalhar pelo fechamento dos educandários por onde se formaram? E deixar tudo ao arbítrio, ao empirismo?
(SEGISMUNDO, Fernando. Comunicação: do tijolo ao lêiser. Rio de Janeiro, Unigraf, 1995, p. 95-6.)
Há, segundo a norma escrita contemporânea, erro de concordância verbal no seguinte item:
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Texto 1
Declarações, apreciações, julgamentos, pronunciamentos expressam opinião pessoal, indicam aprovação ou desaprovação. Mas sua validade deve ser demonstrada ou provada. Ora, só os fatos provam; sem eles, que constituem a essência dos argumentos convincentes, toda declaração é gratuita, porque infundada, e, por isso, facilmente contestável. O pronunciamento “Fulano é ladrão” vale tanto quanto a sua contestação: “Não, fulano não é ladrão”. E nenhum dos dois convence. Limitando-se apenas a afirmar ou negar sem fundamentação, isto é, sem a prova dos fatos, que são, grosso modo, especificações em que se apóiam as generalizações traduzidas em pronunciamentos, os interlocutores acabam travando um “bate-boca” estéril da mesma ordem daqueles a que seriam levados se argumentassem apenas com palavras de sentido intensional. Nenhum dos dois convence porque ambos expressam opinião pessoal, certamente não isenta de prevenções ou preconceitos. Respeitável ou não, essa opinião ou julgamento terá que ser posta de quarentena... até que seja provado o que se nega ou se afirma. Sua validade é muito relativa; num caso como esse, nem se pode invocar aquilo que se costuma chamar de “testemunho autorizado”, vale dizer, uma opinião abalizada, uma opinião de quem, pela reputação baseada no saber e na experiência, merecesse tal crédito, que a prova dos fatos se tornasse desnecessária ou supérflua. Nenhum dos interlocutores seria mais convincente se declarasse que “Fulano é ladrão porque Beltrano disse que é”. Se, entretanto, afirmasse que “Fulano é ladrão porque foi preso quando assaltava a Joalheria Esmeralda, na madrugada de anteontem”, sua declaração teria muito maior grau de credibilidade, pois estaria apoiada num fato observado, comprovado ou comprovável. Isso é prova, isso é que constitui a evidência dos fatos. Só isso convence e põe fim ao pingue-pongue do “é ladrão”, “não é ladrão”.
Em suma: toda declaração (ou juízo) que expresse opinião pessoal ou pretenda estabelecer a verdade só terá validade se devidamente demonstrada, isto é, se apoiada ou fundamentada na evidência dos fatos, quer dizer, se acompanhada de prova.
(GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna. 14 ed. Rio de Janeiro: FGV, 1988, p. 292-3.)
Considerando-se que nenhuma das funções da linguagem se manifesta em estado puro, o que significa que elas tendem a coexistir em todo e qualquer enunciado linguístico, pode-se dizer que o texto é, predominantemente, de natureza:
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