Foram encontradas 647 questões.
Em uma pesquisa de opinião por Amostragem Aleatória, serão feitas perguntas sobre diversos assuntos. Para todas as proporções populacionais com valor real entre 0,2 e 0,8 a serem estimadas, deseja-se que o erro absoluto de estimação seja inferior a 0,1165 com probabilidade 0,98.
O tamanho mínimo da amostra deve ser:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
A média aritmética entre os números 5, 7, x e y é igual a 9. A média aritmética entre (x – 2) e (y + 3) é igual a:
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Numa urna há 6 bolas amarelas, 5 brancas, 4 verdes e 6 pretas. Aída vai retirar bolas da urna, sucessivamente, sem olhar, até ter certeza de que sorteou ao menos duas bolas de uma mesma cor. O número máximo de bolas que ela deve sortear para ter essa certeza é igual a:
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Um torneio de futebol será disputado por 16 equipes em regime de turno e returno, ou seja, cada equipe jogará duas vezes com cada uma das demais. Assim, esse torneiro terá a seguinte quantidade de jogos:
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Raimundo percebeu que se dividisse sua coleção de cd’s de música clássica em partes proporcionais a 2, 2 e 3, as idades de seus netos, a divisão seria exata, ou seja, não restaria nenhum cd. Assim, pode-se afirmar que o número de cd’s da coleção de Raimundo é um múltiplo de:
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Quando um cliente de um determinado banco investe em uma particular aplicação financeira, o valor aplicado se comporta como uma variável aleatória com média igual a 10.000 reais e desvio padrão igual a 7.000 reais. Admita que 900 clientes do banco tenham investido nesse tipo de aplicação.
A probabilidade de que o montante total das aplicações seja superior a 8,79 milhões de reais é aproximadamente igual a:
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Observe os cinco primeiros termos da sequência a seguir: 24, 28, 34, 42, 52, ...; o décimo termo é:
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Sabe-se que, quando uma pessoa sofre da doença D e é submetida ao tratamento T, a probabilidade de cura é 80%. Suponha que um hospital atende ao longo um ano 400 pacientes que sofrem da doença D, aplicando a todos eles o tratamento T. A probabilidade de que pelo menos 330 entre eles fiquem curados é:
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TEXTO
SUPOSTOS E SUSPEITOS NA ORDEM DO DIA
Deonísio da Silva, O Globo, 2/2/2014
| Vários profissionais estão desconcertados com o português de boa parte da mídia, mas não apenas com erros de ortografia, mais leves; ou de sintaxe, mais graves, por ferirem a lógica e confundirem os leitores. Sua perplexidade é com ataques absurdos como o seguinte: o bandido é flagrado com arma na mão, confessa o crime diante de câmeras e microfones, sem nenhum tipo de coação, e, às vezes, reconhece, orgulhosamente, que o sujeito filmado pelos sistemas de vigilância de lojas ou residências é ele, sim, o meliante. E ainda assim boa parte da mídia o denomina “suposto assaltante”, “suspeito de crime” e outras delicadezas. Escrever bem começa pelo seguinte: dar às coisas o nome que as coisas têm. E não é só em relação a assaltantes e gatunos, não. São assustadoras as indulgências concedidas a esses políticos corruptos. Elas são mais perigosas do que aquelas dadas aos bandidos comuns. Quando vão parar nos presídios, irrompe na cena a cara de pau adicional de simular esmolas recebidas para lhes custear as multas aplicadas pela autoridade competente. Esmolas de meio milhão de reais! O Brasil acaba de criar o mendigo de elite, que é o bandido político. Gozam dos benefícios dos eufemismos citados também políticos de outros países. “Suposto” e “suspeito” vêm sendo palavras curingas e têm servido para tudo, principalmente para substituir o que significa outra coisa. Suposto quer dizer admitido por hipótese. Deixamos a palavra ali embaixo de “posto”, aguardando que a palavra seja apurada. Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar. Porém, quando supostos e suspeitos admitem ou confessam, sem coação nenhuma, que foram os autores do que lhes é atribuído, eles não são mais suspeitos nem supostos. Podemos fazer pouco, mas podemos ao menos contar ao distinto público as coisas como as coisas são. E para isso as palavras são outras, a sintaxe é outra, a lógica é outra. |
“Suposto quer dizer admitido por hipótese. Deixamos a palavra ali embaixo de “posto”, aguardando que a palavra seja apurada. Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar. Porém, quando supostos e suspeitos admitem ou confessam, sem coação nenhuma, que foram os autores do que lhes é atribuído, eles não são mais suspeitos nem supostos”.
Sobre os componentes desse segmento do texto, a única afirmativa ADEQUADA é:
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TEXTO
SUPOSTOS E SUSPEITOS NA ORDEM DO DIA
Deonísio da Silva, O Globo, 2/2/2014
| Vários profissionais estão desconcertados com o português de boa parte da mídia, mas não apenas com erros de ortografia, mais leves; ou de sintaxe, mais graves, por ferirem a lógica e confundirem os leitores. Sua perplexidade é com ataques absurdos como o seguinte: o bandido é flagrado com arma na mão, confessa o crime diante de câmeras e microfones, sem nenhum tipo de coação, e, às vezes, reconhece, orgulhosamente, que o sujeito filmado pelos sistemas de vigilância de lojas ou residências é ele, sim, o meliante. E ainda assim boa parte da mídia o denomina “suposto assaltante”, “suspeito de crime” e outras delicadezas. Escrever bem começa pelo seguinte: dar às coisas o nome que as coisas têm. E não é só em relação a assaltantes e gatunos, não. São assustadoras as indulgências concedidas a esses políticos corruptos. Elas são mais perigosas do que aquelas dadas aos bandidos comuns. Quando vão parar nos presídios, irrompe na cena a cara de pau adicional de simular esmolas recebidas para lhes custear as multas aplicadas pela autoridade competente. Esmolas de meio milhão de reais! O Brasil acaba de criar o mendigo de elite, que é o bandido político. Gozam dos benefícios dos eufemismos citados também políticos de outros países. “Suposto” e “suspeito” vêm sendo palavras curingas e têm servido para tudo, principalmente para substituir o que significa outra coisa. Suposto quer dizer admitido por hipótese. Deixamos a palavra ali embaixo de “posto”, aguardando que a palavra seja apurada. Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar. Porém, quando supostos e suspeitos admitem ou confessam, sem coação nenhuma, que foram os autores do que lhes é atribuído, eles não são mais suspeitos nem supostos. Podemos fazer pouco, mas podemos ao menos contar ao distinto público as coisas como as coisas são. E para isso as palavras são outras, a sintaxe é outra, a lógica é outra. |
“Suspeito tem o significado de alguém do qual desconfiamos, que tenha feito algo que ele até pode negar”.
Em lugar de “do qual”, a forma mais adequada do relativo, nesse caso, é:
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