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Respondida
O Método de Weende e o Método de Van Soest são utilizados para analisar a composição dos alimentos.
Com base no exposto, é correto afirmar que:
Respondida
No Método de Weende, os alimentos são divididos em duas partes uma é denominada matéria seca. O que contém essa fração?
Respondida
A composição bromatológica é importante na determinação do valor nutricional dos alimentos. Quando se trata de uma forragem, o ideal é:
Respondida
Quantos quilos de uma forragem suprem a necessidade de 5000 UI de Vitamina A /100 quilos de peso vivo de uma vaca de 450 kg de peso vivo, em pique de lactação? Sabe-se que a forragem tem 30 miligramas de caroteno por quilo e que 1 miligrama de caroteno corresponde a 400 UI de vitamina A.
Respondida
Quantas gramas de um suplemento mineral comercial, que contém 30% de P2O5, deve ser adicionado numa ração que apresenta uma deficiência de 30 gramas de Fósforo? (Peso Molecular do Fósforo = 31 e do Oxigênio =16).
Respondida
Considerando a alimentação de poligástricos, qual das afirmativas abaixo é correta :
Respondida
Considerando as necessidades dos animais em minerais e vitaminas, qual das afirmativas abaixo é correta :
Respondida
Considerando a composição e função dos nutrientes que compõem os alimentos, é correto afirmar que:
Respondida
Doenças em crias geralmente causam maiores prejuízos do que em abelhas adultas. Qual das seguintes alternativas se refere à Cria Pútrida Americana (CPA)?
A
Agente causal: bactéria Melissococus pluton. As larvas são infectadas quando comem alimento contaminado. Sintomas: favos com muitas falhas, opérculos perfurados; a morte ocorre geralmente na fase de larva, antes que os alvéolos sejam operculados; as larvas doentes encontram-se em posições anormais, podendo fi car contorcidas, nas paredes dos alvéolos. Controle: remoção dos quadros com cria doente; trocar rainha suscetível por outra mais tolerante; evitar uso de equipamentos contaminados quando manejar colmeias sadias.
B
Agente causal: bactéria Paenibacillus larvae. As larvas são infectadas quando comem alimento contaminado resistente a antibióticos Sintomas: cheiro pútrido; as larvas mortas apresentam consistência viscosa, principalmente quando apresentam coloração marrom- escura (fazer o teste do palito); presença de escamas coladas nas paredes do alvéolo e de difícil remoção. Controle: enviar amostras dos favos com sintomas para análise em laboratórios especializados no diagnóstico de doenças de abelhas; limpar equipamentos de manejo e não utilizá-los nas colônias sadias; após comprovação da doença, destruir as colônias afetadas; para isso, pode-se optar pela queima da colmeia completa ou, se o apicultor quiser preservar as caixas, deve matar as abelhas adultas e depois queimá-las juntamente com os favos. Para o reaproveitamento das caixas, elas devem ser esterilizadas.
C
Agente causal: Vírus “Sac Brood Virus” (SBV); Favos com falhas e opérculos geralmente perfurados; a morte ocorre na fase de pré-pupa; não apresenta cheiro pútrido; coloração da cria: cinza, marrom ou cinza-escuro; ocorre a formação de líquido entre a epiderme da larva e da pupa em formação. Quando a cria doente é retirada do alvéolo com o auxílio de uma pinça, apresenta formato de saco, ficando o líquido acumulado na parte inferior. Como controle recomenda-se: evitar a instalação de apiários em locais com incidência da planta barbatimão; utilizar alimentação artificial das colmeias na época de floração do barbatimão; alguns apicultores relatam que, deixando de manejar a colmeia afetada, evita-se a perda do enxame. Segundo eles, o manejo estimula a atividade forrageira da colônia, o que intensifica a coleta do pólen tóxico.
D
Agente causal: o pólen da planta barbatimão (Stryphnodendron sp.); favos com falhas e opérculos geralmente perfurados; a morte ocorre na fase de pré-pupa; não apresenta cheiro pútrido; coloração da cria: cinza, marrom ou cinza-escuro; ocorre a formação de líquido entre a epiderme da larva e da pupa em formação. Quando a cria doente é retirada do alvéolo com o auxílio de uma pinça, apresenta formato de saco, ficando o líquido acumulado na parte inferior. Como controle recomenda-se: evitar a instalação de apiários em locais com incidência da planta barbatimão; utilizar alimentação artificial das colméias na época de floração do barbatimão; alguns apicultores relatam que deixando de manejar a colmeia afetada, evita-se a perda do enxame. Segundo eles, o manejo estimula a atividade forrageira da colônia, o que intensifica a coleta do pólen tóxico.
E
Agente causal: fungo Ascosphaera apis. Ocorrência e danos: a incidência dessa doença no Brasil tem sido baixa, havendo relato de poucos casos nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Existe a possibilidade de ser introduzida por meio da alimentação das colmeias com pólen importado contaminado. Sintomas: favos com falhas e opérculos geralmente perfurados; a morte ocorre na fase de pré-pupa ou pupa; não apresenta cheiro pútrido; a cria morta apresenta coloração branca ou cinza-escuro e aspecto mumificado (rígida e seca) Controle: Como medida preventiva, recomenda-se não utilizar pólen importado ou das regiões do Brasil onde a doença foi detectada, para alimentação das colméias.
Respondida
Sobre a legislação vigente no País, é correto afirmar que:
A
a Instrução Normativa no 10, de 27 de abril de 2001, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, proíbe a importação, a produção, a comercialização e o uso de qualquer anabolizante hormonal com atividades estrogênica, androgênica e progestagênica, para qualquer propósito, em animais zootécnicos destinados ao consumo humano.
B
Fruto das recentes discussões sobre bem-estar de animais de produção, o Decreto Lei nº 24.645, de julho de 2005, define como maus tratos contra os animais ações como mantê-los em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz.
C
a Instrução Normativa no 3, de 17 de janeiro de 2000, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, recomenda que nos estabelecimentos de abate, em se tratando de espécies que apresentarem acentuada natureza gregária, não deve haver reagrupamento ou mistura de lotes animais de diferentes origens, evitando, assim, que corram o risco de ferirem-se mutuamente.
D
a legislação brasileira vigente que proíbe o abate, em abatedouros inspecionados, de suínos não castrados ou de animais que mostrem sinais de castração recente, data de 1952, mas ainda atende às exigências do mercado consumidor por uma carne mais magra.
E
a legislação atual da OMC, Organização Mundial do Comércio, sobre bem-estar animal, proíbe períodos de transporte superiores a 5 horas sem descanso.