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Foram encontradas 50 questões.

2377864 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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No logotipo da Olimpíada de Matemática da EPCAR, são usadas as cores branco, preto e cinza que colorem a figura abaixo (considerando desprezível o espaço ocupado pelas letras O, M e E). Nela são desenhados três círculos de raio r tangentes exteriormente dois a dois e tangentes internamente a um círculo maior de raio R
Considere π = 3 e !$ \sqrt {3} = 1,7 !$
Enunciado 2377864-1
Se a área da região branca é x vezes maior que a área da região preta, então x é um número compreendido entre
 

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2377843 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Uma professora de 8ª série colocou numa avaliação três equações do 2º grau na incógnita x para serem resolvidas. Ela observou que essas equações tinham as seguintes características:
  • a primeira e a terceira equações possuem os coeficientes do termo de maior grau unitário e os coeficientes de x iguais;
  • a terceira equação tinha conjunto solução {−6 , 2}
  • na primeira e na segunda equações o termo independente de x era o mesmo e os coeficientes do termo de maior grau eram opostos;
  • a segunda equação tinha conjunto solução {1 , 3}
Com base nesses dados, é correto afirmar que a
 

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2377839 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Utilize as informações abaixo para resolver a questão.
Os dados do gráfico abaixo indicam o número de candidatos inscritos para as provas do Exame de Admissão ao 1º e 3º anos do CPCAR, no período de 2004 até o ano de 2008, e também a projeção efetuada pela Seção de Concursos da EPCAR para 2009
Enunciado 2377839-1
Considerando-se que os pontos A, B e C estão alinhados e que houve um aumento do número de candidatos inscritos para o Exame de Admissão ao 1º ano CPCAR 2009, é correto afirmar que k é tal que a soma de todos os seus algarismos é um número divisor de
 

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2377782 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Um reservatório possui 4 torneiras. A primeira torneira gasta 15 horas para encher todo o reservatório; a segunda, 20 horas; a terceira, 30 horas e a quarta, 60 horas.
Abrem-se as 4 torneiras, simultaneamente, e elas ficam abertas despejando água por 5 horas. Após esse período fecham-se, ao mesmo tempo, a primeira e a segunda torneiras.
Considerando que o fluxo de cada torneira permaneceu constante enquanto esteve aberta, é correto afirmar que o tempo gasto pelas demais torneiras, em minutos, para completarem com água o reservatório, é um número cuja soma dos algarismos é
 

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2377743 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Leia o trecho a seguir e responda à questão.
“Os Embaixadores do Brasil no Céu”
14 de maio de 1952. A “Esquadrilha da Fumaça” realiza sua primeira exibição oficial.
Desde então, milhares de pessoas têm tido a oportunidade de travar um emocionante e inesquecível contato com a perícia dos pilotos e com a competente equipe de mecânicos que os assessora, e despertam, por isso, o reconhecimento, a admiração e o respeito pela Força Aérea Brasileira.
Em comemoração aos 59 anos da EPCAR, ocorrido em maio de 2008, a “Esquadrilha da Fumaça”, executou uma demonstração de acrobacias aéreas.
Outra manobra, agora executada por dois aviões, escreveu nos céus de Barbacena, o nome da aeronave “XAVANTE” com a tradicional fumaça.
O planejamento matemático para a letra X foi descrito como a seguir.
Enunciado 2377743-1
  • o 1º avião voa de A até J, percorrendo 20 km
  • o 2º avião voa de L até M, percorrendo 24 km
  • as trajetórias marcadas pelas fumaças se dão em linhas retas sendo um dos ângulo igual a 120º
  • !$ \overline {LO} ≡ \overline {OM} \quad e \quad \overline {AO} ≡ \overline {OJ} !$
Ao término da manobra, se d é a menor distância possível entre os aviões, em km, então d está mais próximo de
 

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2377742 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Texto I
A língua da união
Com a chegada da família real ao Brasil, há duzentos anos, o idioma
português se torna símbolo de unidade, mas não deixa de exprimir a
diversidade da sua formação.
Mais do que o sistema de signos dos lingüistas, mais do que o conjunto de regras e vocábulos dos gramáticos, uma língua, para os que vivem imersos nela, é toda uma forma de estar no mundo. Quando a família real portuguesa concluiu sua aventurosa travessia atlântica e desembarcou no Rio de Janeiro, em 08 de março de 1808, trazia consigo costumes e uma tradição que não se exprimiam apenas em roupas elaboradas, rapapés cansativos ou cerimônias suntuosas. Era antes na ponta da língua que Portugal, abandonado às pressas, ainda se manifestava, de forma mais corriqueira e insistente, do lado de cá do oceano.
Quando a família real portuguesa chega ao Rio, o português já era uma língua vitoriosa no Brasil Colônia. Mesmo assim o impacto causado pela presença da corte é tão grande que a língua portuguesa mestiça falada no Brasil passa por um momento decisivo. A grande novidade é a palavra escrita, cuja circulação no Brasil ganha um grande impulso com a criação da Imprensa Régia. Dom João também transfere para cá sua Real Biblioteca, hoje Biblioteca Nacional, importante símbolo de poder. Em 1808, o Rio se torna um caldeirão social e cultural: cerca fugidos das tropas de Napoleão, e outros tantos estrangeiros vêm à cidade devido à abertura dos portos. A língua, falada e escrita, reflete toda essa efervescência.
O Rio se torna capital imperial, centro de poder e prestígio, e o brasileiro não é mais um colonizado a falar a língua do dominador. A presença da nobreza conferiu à vida carioca caráter modelar. Entre os códigos de elegância a serem copiados, a língua era tão importante quanto as maneiras e os penteados.
A corte traz novos comportamentos, outra forma de servir à mesa, de se vestir, novos costumes. Acaba-se com a reclusão das mulheres, que saem e fazem compras. Passa a ser elegante falar como se falava na corte − diz o embaixador, escritor e acadêmico Alberto da Costa e Silva, que preside a comissão de comemoração do bicentenário organizado pela Prefeitura. − Houve um contágio do modo de pronunciar o português metropolitano sobre as classes mais altas, teoricamente privilegiadas, do Rio de Janeiro. Um contágio que não poderia deixar de propagar-se pelas outras partes da população, que procuravam seguir, como sempre acontece, as normas da elite. Mas o diálogo ocorre nos dois sentidos. Da mesma maneira, algumas formas do português local, desse português inchado de expressões indígenas e africanas, também passam da massa para a elite.
Maria de Lourdes Parreira Horta, diretora do museu Imperial, considera que o impacto da mudança da corte sobre a língua deveria ser mais estudado.
“A principal bagagem que trazem de Lisboa é a linguagem, esse português castiço distinto do que era falado aqui. Se considerarmos que a linguagem é estruturante do pensamento, a importância da presença portuguesa fica mais clara” – diz.
(O Globo, 21 de março de 2008/ Adaptação)
Texto II
Língua Portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga1 impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba2 de alto clangor3, lira4 singela,
Que tens o trom5 e o silvo da procela6
E o arrolo7 da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
(Olavo Bilac. Poesia. Rio de Janeiro, Agir, 1976.p,86.)
1 Resíduo inaproveitável de um minério
2 Instrumento musical de sopro, semelhante à trombeta
3 Som forte, como o da trombeta
4 Instrumento musical de cordas
5 Som de trovão ou de canhão
6 Tempestade marítima
7 Canto para adormecer criança
Texto III
Língua
Gosto de sentir a minha língua roçar
A língua de Luís de Camões.
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar
A criar confusões de prosódia
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões.
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa.
E sei que a poesia está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade.
E quem há de negar que esta lhe é superior?
E deixa os portugais morrerem à míngua,
“Minha pátria é minha língua”
- Fala, Mangueira!
Flor do Lácio Sambódromo
Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode
Esta língua?
(Caetano Veloso, Velô, 1984.)
Marque a opção em que a substituição da preposição está de acordo com a norma padrão da Língua.
 

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2377724 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Língua Portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga1 impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba 2 de alto clangor 3, lira 4 singela,
Que tens o trom 5 e o silvo da procela 6
E o arrolo 7 da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
(Olavo Bilac. Poesia. Rio de Janeiro, Agir, 1976.p,86.)
1 Resíduo inaproveitável de um minério
2 Instrumento musical de sopro, semelhante à trombeta
3 Som forte, como o da trombeta
4 Instrumento musical de cordas
5 Som de trovão ou de canhão
6 Tempestade marítima
7 Canto para adormecer criança
Assinale a opção cuja análise acerca do poema de Olavo Bilac está correta.
 

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2377706 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Texto
“O GRANDE ESTADISTA DO BRASIL - JOÃO MARIA JOSÉ
FRANCISCO XAVIER DE PAULA LUÍS ANTÔNIO DOMINGOS
RAFAEL DE BRAGANÇA ”
Compositor(es): Joel Simpatia / Aroldo Pereira / Paulinho do Táxi / Pierrot
Um corre-corre um alvoroço em Lisboa
Anunciada a temida invasão
Dona Maria conhecida como a louca
Vem pro Brasil com o regente D. João
Deixou a ver navios Napoleão
Que queria o domínio de toda Europa por ambição
Abrindo os Portos nosso grande estadista
Chega no Rio faz Brasil crescer nação
Cria banco pra guardar nossas riquezas
Com o Império, a cultura a impressão
Um santuário ele fez pra aclimatar
Especiarias de além mar academia militar
Circula o primeiro jornal brasileiro
É a Gazeta do Rio de Janeiro
Oh ! meu Brasil de encantos mil
Foi retratado por Debret
Com a missão iniciou-se a história (Bis)
De belas artes que hoje o mundo vê
Comércio a crescer, nobres a comprar
Negras de fazer senhor de engenho se apaixonar
O teatro e a capela musical
O Reino unido esperança geral
E como herança o café imperial
Quando foi obrigado governar sua terra natal
O nosso Rei chegou a ver no fim seu ideal
Fez no Brasil o que não fez em Portugal
Meu coração hoje é a sua Passarela
Minha Flor da Mina vem sacudir (Bis)
Com D. João na Sapucaí
(http://www.tamborins.com.br/agrem/exibe-escano.php?prm1=florma&prm2=2007/acesso em 15/05/2008 às 14 h)
A expressão popular “Deixou a ver navios...”, presente no Texto, significa, nesse contexto,
 

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2377542 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
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Numa gincana de Matemática de um determinado colégio uma das equipes participantes pintou, em suas camisas, o símbolo da equipe: um quadrado ABCD de 10 cm de lado com os pontos
E e F sobre os lados AD e CD , respectivamente, formando um triângulo BEF eqüilátero.
Considerando-se !$ \sqrt {3} \cong 1,73 !$, a área do triângulo BEF, em cm², é um número compreendido entre
 

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2377503 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EPCAR
Provas:
Texto I
A língua da união
Com a chegada da família real ao Brasil, há duzentos anos, o idioma
português se torna símbolo de unidade, mas não deixa de exprimir a
diversidade da sua formação.
Mais do que o sistema de signos dos lingüistas, mais do que o conjunto de regras e vocábulos dos gramáticos, uma língua, para os que vivem imersos nela, é toda uma forma de estar no mundo. Quando a família real portuguesa concluiu sua aventurosa travessia atlântica e desembarcou no Rio de Janeiro, em 08 de março de 1808, trazia consigo costumes e uma tradição que não se exprimiam apenas em roupas elaboradas, rapapés cansativos ou cerimônias suntuosas. Era antes na ponta da língua que Portugal, abandonado às pressas, ainda se manifestava, de forma mais corriqueira e insistente, do lado de cá do oceano.
Quando a família real portuguesa chega ao Rio, o português já era uma língua vitoriosa no Brasil Colônia. Mesmo assim o impacto causado pela presença da corte é tão grande que a língua portuguesa mestiça falada no Brasil passa por um momento decisivo. A grande novidade é a palavra escrita, cuja circulação no Brasil ganha um grande impulso com a criação da Imprensa Régia. Dom João também transfere para cá sua Real Biblioteca, hoje Biblioteca Nacional, importante símbolo de poder. Em 1808, o Rio se torna um caldeirão social e cultural: cerca fugidos das tropas de Napoleão, e outros tantos estrangeiros vêm à cidade devido à abertura dos portos. A língua, falada e escrita, reflete toda essa efervescência.
O Rio se torna capital imperial, centro de poder e prestígio, e o brasileiro não é mais um colonizado a falar a língua do dominador. A presença da nobreza conferiu à vida carioca caráter modelar. Entre os códigos de elegância a serem copiados, a língua era tão importante quanto as maneiras e os penteados.
A corte traz novos comportamentos, outra forma de servir à mesa, de se vestir, novos costumes. Acaba-se com a reclusão das mulheres, que saem e fazem compras. Passa a ser elegante falar como se falava na corte − diz o embaixador, escritor e acadêmico Alberto da Costa e Silva, que preside a comissão de comemoração do bicentenário organizado pela Prefeitura. − Houve um contágio do modo de pronunciar o português metropolitano sobre as classes mais altas, teoricamente privilegiadas, do Rio de Janeiro. Um contágio que não poderia deixar de propagar-se pelas outras partes da população, que procuravam seguir, como sempre acontece, as normas da elite. Mas o diálogo ocorre nos dois sentidos. Da mesma maneira, algumas formas do português local, desse português inchado de expressões indígenas e africanas, também passam da massa para a elite.
Maria de Lourdes Parreira Horta, diretora do museu Imperial, considera que o impacto da mudança da corte sobre a língua deveria ser mais estudado.
“A principal bagagem que trazem de Lisboa é a linguagem, esse português castiço distinto do que era falado aqui. Se considerarmos que a linguagem é estruturante do pensamento, a importância da presença portuguesa fica mais clara” – diz.
(O Globo, 21 de março de 2008/ Adaptação)
Texto II
Língua Portuguesa
Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga1 impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...
Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba2 de alto clangor3, lira4 singela,
Que tens o trom5 e o silvo da procela6
E o arrolo7 da saudade e da ternura!
Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,
Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!
(Olavo Bilac. Poesia. Rio de Janeiro, Agir, 1976.p,86.)
1 Resíduo inaproveitável de um minério
2 Instrumento musical de sopro, semelhante à trombeta
3 Som forte, como o da trombeta
4 Instrumento musical de cordas
5 Som de trovão ou de canhão
6 Tempestade marítima
7 Canto para adormecer criança
Texto III
Língua
Gosto de sentir a minha língua roçar
A língua de Luís de Camões.
Gosto de ser e de estar
E quero me dedicar
A criar confusões de prosódia
E uma profusão de paródias
Que encurtem dores
E furtem cores como camaleões.
Gosto do Pessoa na pessoa
Da rosa no Rosa.
E sei que a poesia está para a prosa
Assim como o amor está para a amizade.
E quem há de negar que esta lhe é superior?
E deixa os portugais morrerem à míngua,
“Minha pátria é minha língua”
- Fala, Mangueira!
Flor do Lácio Sambódromo
Lusamérica latim em pó
O que quer
O que pode
Esta língua?
(Caetano Veloso, Velô, 1984.)
Texto IV
“O GRANDE ESTADISTA DO BRASIL - JOÃO MARIA JOSÉ
FRANCISCO XAVIER DE PAULA LUÍS ANTÔNIO DOMINGOS
RAFAEL DE BRAGANÇA ”
Compositor(es): Joel Simpatia / Aroldo Pereira / Paulinho do Táxi / Pierrot
Um corre-corre um alvoroço em Lisboa
Anunciada a temida invasão
Dona Maria conhecida como a louca
Vem pro Brasil com o regente D. João
Deixou a ver navios Napoleão
Que queria o domínio de toda Europa por ambição
Abrindo os Portos nosso grande estadista
Chega no Rio faz Brasil crescer nação
Cria banco pra guardar nossas riquezas
Com o Império, a cultura a impressão
Um santuário ele fez pra aclimatar
Especiarias de além mar academia militar
Circula o primeiro jornal brasileiro
É a Gazeta do Rio de Janeiro
Oh ! meu Brasil de encantos mil
Foi retratado por Debret
Com a missão iniciou-se a história (Bis)
De belas artes que hoje o mundo vê
Comércio a crescer, nobres a comprar
Negras de fazer senhor de engenho se apaixonar
O teatro e a capela musical
O Reino unido esperança geral
E como herança o café imperial
Quando foi obrigado governar sua terra natal
O nosso Rei chegou a ver no fim seu ideal
Fez no Brasil o que não fez em Portugal
Meu coração hoje é a sua Passarela
Minha Flor da Mina vem sacudir (Bis)
Com D. João na Sapucaí
(http://www.tamborins.com.br/agrem/exibe-escano.php?prm1=florma&prm2=2007/acesso em 15/05/2008 às 14 h)
Marque a opção cuja substituição das palavras sublinhadas está de acordo com a norma padrão, bem como preserva a idéia do texto original.
 

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