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Uma mãe leva à consulta médica a filha de 10 anos de idade, com queixa de que “a calcinha tem sempre ficado úmida com corrimento”. Relata presença constante de secreção vaginal sem odor. Nega menarca. A criança nega sintomas irritativos. Ao exame, verificam-se mamas, Tunner M2; genitália normal, Tunner P1; e hímen íntegro.
A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Uma mãe leva à consulta médica a filha de 10 anos de idade, com queixa de que “a calcinha tem sempre ficado úmida com corrimento”. Relata presença constante de secreção vaginal sem odor. Nega menarca. A criança nega sintomas irritativos. Ao exame, verificam-se mamas, Tunner M2; genitália normal, Tunner P1; e hímen íntegro.
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Uma adolescente de 16 anos de idade procura a emergência, queixando-se de que, há três dias, iniciou com lesões muito dolorosas em vulva. Tem vida sexual ativa, com parceiros eventuais, e relata uso irregular de preservativo masculino e coito desprotegido há uma semana. Ao exame ginecológico, estão presentes três lesões ulceradas, em face interna de pequenos lábios, de bordos irregulares eritematosos, com fundo coberto por exsudato necrótico com odor fétido e sangramento fácil à manipulação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Uma adolescente de 16 anos de idade procura a emergência, queixando-se de que, há três dias, iniciou com lesões muito dolorosas em vulva. Tem vida sexual ativa, com parceiros eventuais, e relata uso irregular de preservativo masculino e coito desprotegido há uma semana. Ao exame ginecológico, estão presentes três lesões ulceradas, em face interna de pequenos lábios, de bordos irregulares eritematosos, com fundo coberto por exsudato necrótico com odor fétido e sangramento fácil à manipulação.
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Uma adolescente de 16 anos de idade procura a emergência, queixando-se de que, há três dias, iniciou com lesões muito dolorosas em vulva. Tem vida sexual ativa, com parceiros eventuais, e relata uso irregular de preservativo masculino e coito desprotegido há uma semana. Ao exame ginecológico, estão presentes três lesões ulceradas, em face interna de pequenos lábios, de bordos irregulares eritematosos, com fundo coberto por exsudato necrótico com odor fétido e sangramento fácil à manipulação.
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Uma adolescente de 16 anos de idade procura a emergência, queixando-se de que, há três dias, iniciou com lesões muito dolorosas em vulva. Tem vida sexual ativa, com parceiros eventuais, e relata uso irregular de preservativo masculino e coito desprotegido há uma semana. Ao exame ginecológico, estão presentes três lesões ulceradas, em face interna de pequenos lábios, de bordos irregulares eritematosos, com fundo coberto por exsudato necrótico com odor fétido e sangramento fácil à manipulação.
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Uma adolescente de 16 anos de idade procura a emergência, queixando-se de que, há três dias, iniciou com lesões muito dolorosas em vulva. Tem vida sexual ativa, com parceiros eventuais, e relata uso irregular de preservativo masculino e coito desprotegido há uma semana. Ao exame ginecológico, estão presentes três lesões ulceradas, em face interna de pequenos lábios, de bordos irregulares eritematosos, com fundo coberto por exsudato necrótico com odor fétido e sangramento fácil à manipulação.
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Uma paciente de 48 anos de idade, nuligesta, em união estável, procura atendimento para esclarecimento de alteração em ultrassonografia transvaginal, que realizou por conta própria em clínica privada, por estar notando leve aumento do volume abdominal nos últimos meses. Refere que, há cerca de seis meses, notou discreto aumento do volume abdominal, especialmente na região suprapúbica. Tem parceiro sexual único há quatro anos. Tem ciclos menstruais regulares, a cada 26 dias, e nega dor, queixas urinárias ou alterações de hábito intestinal. Não usa métodos contraceptivos, pois o parceiro é vasectomizado. Leva à consulta ecografia transvaginal (laudo em acordo com a classificação de miomas atualizada da FIGO) com os seguintes achados: volume uterino de 140 cm³, com três miomas assim descritos – mioma intramural (FIGO 5) de 3,2 cm; mioma intramural (FIGO 4) de 2,2 cm; e mioma subseroso pediculado (FIGO 7) de 4 cm. O ovário esquerdo está normal, e para o ovário direito: cisto com diâmetro de 80 mm, de paredes irregulares, espessas, septado, com conteúdo heterogêneo e duas projeções papilares internas; ao doppler, é evidenciado fluxo moderado em componentes sólidos da massa; há presença de líquido livre em cavidade pélvica, em moderada quantidade.
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Uma paciente de 48 anos de idade, nuligesta, em união estável, procura atendimento para esclarecimento de alteração em ultrassonografia transvaginal, que realizou por conta própria em clínica privada, por estar notando leve aumento do volume abdominal nos últimos meses. Refere que, há cerca de seis meses, notou discreto aumento do volume abdominal, especialmente na região suprapúbica. Tem parceiro sexual único há quatro anos. Tem ciclos menstruais regulares, a cada 26 dias, e nega dor, queixas urinárias ou alterações de hábito intestinal. Não usa métodos contraceptivos, pois o parceiro é vasectomizado. Leva à consulta ecografia transvaginal (laudo em acordo com a classificação de miomas atualizada da FIGO) com os seguintes achados: volume uterino de 140 cm³, com três miomas assim descritos – mioma intramural (FIGO 5) de 3,2 cm; mioma intramural (FIGO 4) de 2,2 cm; e mioma subseroso pediculado (FIGO 7) de 4 cm. O ovário esquerdo está normal, e para o ovário direito: cisto com diâmetro de 80 mm, de paredes irregulares, espessas, septado, com conteúdo heterogêneo e duas projeções papilares internas; ao doppler, é evidenciado fluxo moderado em componentes sólidos da massa; há presença de líquido livre em cavidade pélvica, em moderada quantidade.
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Uma paciente de 48 anos de idade, nuligesta, em união estável, procura atendimento para esclarecimento de alteração em ultrassonografia transvaginal, que realizou por conta própria em clínica privada, por estar notando leve aumento do volume abdominal nos últimos meses. Refere que, há cerca de seis meses, notou discreto aumento do volume abdominal, especialmente na região suprapúbica. Tem parceiro sexual único há quatro anos. Tem ciclos menstruais regulares, a cada 26 dias, e nega dor, queixas urinárias ou alterações de hábito intestinal. Não usa métodos contraceptivos, pois o parceiro é vasectomizado. Leva à consulta ecografia transvaginal (laudo em acordo com a classificação de miomas atualizada da FIGO) com os seguintes achados: volume uterino de 140 cm³, com três miomas assim descritos – mioma intramural (FIGO 5) de 3,2 cm; mioma intramural (FIGO 4) de 2,2 cm; e mioma subseroso pediculado (FIGO 7) de 4 cm. O ovário esquerdo está normal, e para o ovário direito: cisto com diâmetro de 80 mm, de paredes irregulares, espessas, septado, com conteúdo heterogêneo e duas projeções papilares internas; ao doppler, é evidenciado fluxo moderado em componentes sólidos da massa; há presença de líquido livre em cavidade pélvica, em moderada quantidade.
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