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Um paciente de 64 anos idade encontra-se em hemodiálise intermitente três vezes por semana há 12 anos. Apresentou, como doença de base, glomeruloesclerose segmentar e focal. Vem referindo ao nefrologista dor anterolateral de ambos os ombros, que piora no período noturno, em decúbito dorsal. Também refere parestesia em mão contralateral ao membro da fístula arteriovenosa, que piora durante as sessões de hemodiálise e cervicalgia. Foram solicitadas ultrassonografia dos ombros, que evidenciou espessamento do tendão do supraespinhoso, eletroneuromiografia (ENMG), que revelou quadro de alterações compatíveis com síndrome do túnel do carpo, e radiografia cervical, que mostrou estreitamento dos espaços intervertebrais e erosão das lâminas vertebrais terminais sem a formação perceptível de osteófitos ou esclerose.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um paciente de 64 anos idade encontra-se em hemodiálise intermitente três vezes por semana há 12 anos. Apresentou, como doença de base, glomeruloesclerose segmentar e focal. Vem referindo ao nefrologista dor anterolateral de ambos os ombros, que piora no período noturno, em decúbito dorsal. Também refere parestesia em mão contralateral ao membro da fístula arteriovenosa, que piora durante as sessões de hemodiálise e cervicalgia. Foram solicitadas ultrassonografia dos ombros, que evidenciou espessamento do tendão do supraespinhoso, eletroneuromiografia (ENMG), que revelou quadro de alterações compatíveis com síndrome do túnel do carpo, e radiografia cervical, que mostrou estreitamento dos espaços intervertebrais e erosão das lâminas vertebrais terminais sem a formação perceptível de osteófitos ou esclerose.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um paciente de 64 anos idade encontra-se em hemodiálise intermitente três vezes por semana há 12 anos. Apresentou, como doença de base, glomeruloesclerose segmentar e focal. Vem referindo ao nefrologista dor anterolateral de ambos os ombros, que piora no período noturno, em decúbito dorsal. Também refere parestesia em mão contralateral ao membro da fístula arteriovenosa, que piora durante as sessões de hemodiálise e cervicalgia. Foram solicitadas ultrassonografia dos ombros, que evidenciou espessamento do tendão do supraespinhoso, eletroneuromiografia (ENMG), que revelou quadro de alterações compatíveis com síndrome do túnel do carpo, e radiografia cervical, que mostrou estreitamento dos espaços intervertebrais e erosão das lâminas vertebrais terminais sem a formação perceptível de osteófitos ou esclerose.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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Um paciente de 64 anos idade encontra-se em hemodiálise intermitente três vezes por semana há 12 anos. Apresentou, como doença de base, glomeruloesclerose segmentar e focal. Vem referindo ao nefrologista dor anterolateral de ambos os ombros, que piora no período noturno, em decúbito dorsal. Também refere parestesia em mão contralateral ao membro da fístula arteriovenosa, que piora durante as sessões de hemodiálise e cervicalgia. Foram solicitadas ultrassonografia dos ombros, que evidenciou espessamento do tendão do supraespinhoso, eletroneuromiografia (ENMG), que revelou quadro de alterações compatíveis com síndrome do túnel do carpo, e radiografia cervical, que mostrou estreitamento dos espaços intervertebrais e erosão das lâminas vertebrais terminais sem a formação perceptível de osteófitos ou esclerose.
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Uma paciente de 32 anos de idade compareceu a um ambulatório de nefrologia referindo quadro de edema em região periorbital e de membros inferiores há 15 dias, associado a espumúria. Nega hematúria macroscópica ou febre. Relata ainda aumento de níveis pressóricos nesse período. Nos últimos dois meses, vem apresentando dor articular. Nega comorbidades prévias ou uso de medicamentos. Nos exames solicitados, apresenta: Hb = 12 g/dL; leucócitos = 5.000; plaquetas = 160.000; ureia = 45 mg/dL; creatinina = 0,9 mg/dL; potássio = 4,5 mEq/L; proteinúria de 24 horas = 3,6 g; albumina = 3,0 g/dL; EAS com proteinúria +4, leucócitos 10.000 e hemácias 5 p/c (VR = até 5 p/c); FAN = 1/160 pontilhado fino; anti-DNA negativo; C3, C4 e CH50 normais; pANCA e cANCA não reagentes; sorologias para hepatite B, C e HIV NR; e VDRL não reagente. Ao exame físico, a paciente encontra-se corada, hidratada, com ausculta cardíaca e respiratória normais, com PA = 140 mmHg x 90 mmHg, FC = 68 bpm, FR = 15 imp e saturação de O2 = 98% em ar ambiente. A paciente foi submetida a biópsia renal, que evidenciou, na microscopia óptica, espessamento da membrana basal glomerular (MBG) e formação de espículas, com depósitos subepiteliais em MBG, e, na imunofluorescência, evidenciou depósitos granulares difusos de IgG, IgM, IgA, C3 e C1q em alças capilares. A pesquisa de anti-PLA2R foi negativa.
A respeito desse caso clínico e dos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
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