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A artéria obturatória é um vaso de nutrição parietal que irriga a pelve e a face medial da coxa.
Assinale a alternativa que apresenta a sua origem habitual.
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Mulher de 34 anos com histórico de obesidade, hiperlipidemia, diabetes tipo 2 e fenômeno de Raynaud apresenta quadro de 8 semanas de artralgias simétricas em punhos, mãos e joelhos. A paciente observa afinamento capilar e alguma dificuldade para vestir suas camisas e jaquetas pela manhã. Não há febre, calafrios, tosse, congestão nasal, náuseas, vômitos, diarreia ou erupção cutânea recentes. A paciente ingere duas a três taças de vinho todas as noites e nega fumar. Sua avó tem um histórico não especificado de artrite. Exame físico: sinais vitais normais; oximetria com SatO2 : 98%; exame articular não revela sinovite, mas ela apresenta dedos edemaciados ao exame. Perfil sérico de autoanticorpos: fator antinuclear: positivo (1:1.280); anti-SSA: positivo; anti-SSB: negativo; Scl-70: negativo; anti-Jo1: negativo: U1 ribonucleoproteína: positivo; peptídeo cíclico citrulinado: negativo; fator reumatoide: positivo.
A principal hipótese diagnóstica é
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Homem de 46 anos é atendido com o desejo de reduzir o seu risco de doenças cardiovasculares. Não há sintomas de angina ou dispneia aos esforços e relata atividade física regular, jogando tênis pelo menos 3 a 4 dias por semana. Ele não fuma e atualmente não toma nenhum medicamento. Histórico familiar: o pai foi submetido a cirurgia de revascularização do miocárdio aos 48 anos; o tio paterno faleceu de infarto do miocárdio aos 56 anos. Exame físico: pressão arterial: 132 × 84 mmHg; frequência cardíaca: 76 bpm; IMC: 31 kg/m2; não há xantomas ou xantelasma. Perfil lipídico: colesterol total: 248 mg/dL; HDL: 35 mg/dL; LDL: 160 mg/dL; triglicerídeos: 265 mg/dL. A TC de coronárias não revela evidências de aterosclerose subclínica com um escore de cálcio arterial coronário de zero. O risco previsto de doença cardiovascular aterosclerótica em 10 anos é de 5,2%.
Além da orientação sobre perda de peso, o próximo melhor passo no manejo desse paciente é:
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As variações anatômicas do tronco celíaco e de seus principais ramos arteriais são relativamente frequentes.
Dentre as alternativas apresentadas, assinale aquela que apresenta a principal variação anatômica descrita nesse território.
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Homem afro-brasileiro de 48 anos é avaliado por quadro de anemia. Ele foi diagnosticado com celulite de extremidade inferior 2 meses antes, que vem sendo tratada, intermitentemente, com antibióticos orais. O histórico familiar e pessoal é negativo. Exames séricos: hemoglobina: 9,7 g/dL (era 14,9 g/dL); hematócrito: 29% (era 45%); plaquetas: 375.000/mm3 (era 420.000); bilirrubina total: 4,2 mg/dL (era 1,0 mg/dL); desidrogenase lática: 799 U/L (era 222); teste de Coombs direto e indireto: negativos; CD55/ CD59/ FLAER negativos; glicose 6-fosfato desidrogenase (G6PD): normal. Eletroforese de hemoglobina: Hgb A: 98%; Hgb A2: 2%. O esfregaço de sangue periférico não é digno de nota.
Nesse paciente, a principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 57 anos, com antecedentes de diabetes mellitus e hipertireoidismo, apresenta quadro de diplopia vertical e horizontal com 2 dias de evolução, acompanhada de dor orbitária de intensidade moderada. Exame físico: observa-se desvio do olho esquerdo para baixo e para fora; o globo ocular pode ser mobilizado passivamente para cima e medialmente; ambas as pupilas apresentam reflexo fotomotor preservado.
Nessa paciente, a etiologia mais provável para a diplopia apresentada é:
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As dissecções de Aorta torácica secundárias a traumas de alto impacto são importantes causas de óbito especialmente em pacientes jovens.
Assinale a alternativa que apresenta o principal local onde essas dissecções ocorrem, bem como o mecanismo fisiopatológico envolvido.
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Mulher de 38 anos se apresenta ao pronto-socorro com história de falta de ar há 2 dias. Ela afirma ter se sentido cansada nas últimas duas semanas, mas não consegue descrever outros sintomas. Ela nunca fumou e nega outras patologias. Exame físico: apresenta sibilância difusa, mas sem dor panturrilha ou edema nos membros inferiores; temperatura: 37 ºC; pressão arterial: 126 × 74 mmHg; frequência cardíaca: 80 bpm; frequência respiratória: 20 irpm. A radiografia torácica não revela consolidação. A tomografia de tórax revela um nódulo redondo de 6 mm, sem linfadenopatia ou derrame pleural; não há calcificações no nódulo. Ela é tratada com salbutamol e corticoide e recebe alta hospitalar em condição estável.
Nessa paciente, a melhor recomendação é indicar
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Mulher 27 anos retorna ao serviço de saúde com queixas constantes de gotejamento pós-nasal, congestão e pressão facial nas últimas 6 semanas. Ela recebeu 2 ciclos de terapia antibiótica com amoxicilina-clavulonato e azitromicina, mas seus sintomas persistiram. Ela está afebril e, de resto, parece bem.
Qual das seguintes opções é a conduta mais adequada neste momento?
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Mulher de 33 anos é avaliada em consulta de retorno por quadro de dor epigástrica. Relata que está usando omeprazol (20 mg ao dia) e metoclopramida (10 mg, três vezes ao dia) há 4 semanas. Exames atuais: hemoglobina: 13,8 g/dL; viscosidade plasmática: 1,70 mPa/s (normal: 1,5 a 1,72); proteína C reativa sérica: 8 mg/L (normal: < 5); gastrina plasmática 130 pg/mL (normal: < 100). A endoscopia da semana anterior mostra: erosões antrais e 1 úlcera duodenal proximal em D1 (classe III de Forrest); o teste rápido da urease antral é negativo.
Com os dados descritos, nessa paciente, a hipótese de maior probabilidade é
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