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Mulher de 24 anos comparece ao serviço de saúde para um exame de rotina. Ela relata histórico de sangramento menstrual intenso desde a menarca. Sua mãe apresentou sintomas semelhantes. Após questionamentos adicionais, ela afirma ter episódios de epistaxe, aproximadamente, a cada 2 semanas, e tendência a apresentar hematomas com facilidade. O exame físico não apresenta alterações. Exames de sangue: hemoglobina: 7,9 g/dL; VCM: 69 fL; leucócitos: 7.250/mm3; plaquetas: 230.000/mm3; tempo de protrombina e de tromboplastina parcial ativado são normais; painel hepático, incluindo bilirrubina, é normal.
Nessas circunstâncias, o exame diagnóstico mais apropriado a ser solicitado é:
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Paciente de 70 anos, assintomática, realiza uma ultrassonografia Doppler de Carótidas com os seguintes parâmetros apresentados:
| Carótida direita | Carótida esquerda | |
| Estenose linear | > 50% | > 50% |
| VPS Artéria carótida comum (cm/s) | 80 | 75 |
| VDF Artéria carótida comum (cm/s) | 40 | 32 |
| VPS Artéria carótida interna (cm/s) | 200 | 210 |
| VDF Artéria carótida interna (cm/s) | 60 | 70 |
De acordo com esses parâmetros, qual a estratificação do grau de estenose?
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Mulher de 45 anos é internada por aumento do volume abdominal. Ela estava bem até 3 meses atrás, quando o quadro iniciou e piorou de forma progressiva. A paciente não toma nenhum medicamento, não bebe álcool e nega febre, anorexia, perda de peso ou sintomas respiratórios. O exame pulmonar revela diminuição dos sons respiratórios nas bases. O exame cardíaco não revela sopros e não há turgência venosa jugular. O abdome está moderadamente distendido, com sinal de piparote positivo, e o fígado não é palpável. O exame da pele é normal. Há edema assimétrico de extremidade inferior com panturrilha direita dolorosa. Os exames de sangue revelam: albumina sérica 2,4 g/dL; proteína total sérica 5,0 g/dL; níveis elevados de colesterol. Uma paracentese diagnóstica e terapêutica é realizada, que revela: proteína total: 2,3 g/dL; albumina: 1,7 g/dL.
O exame que tem maior probabilidade de revelar a causa da ascite é:
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Homem de 61 anos é atendido com a principal preocupação de “tosse com sangue e fraqueza” nas últimas 5 semanas. Relata vários episódios de tosse com sangue vermelho vivo a cada poucos dias, aproximadamente, uma a duas colheres de sopa de cada vez, associado a dispneia leve. O paciente nega dor torácica, febre, calafrios ou viagens recentes. Ele desenvolveu recentemente cãibras musculares nos membros inferiores e tem dificuldade para se levantar de uma cadeira. O histórico é significativo para DPOC diagnosticada há 5 anos, hipertensão arterial e histórico de tabagismo de 40 maços/ano (atualmente, fuma 1 maço por dia).
O exame físico é notável por: sibilância expiratória final e uma fase expiratória prolongada na ausculta pulmonar; a força para flexão de quadril é reduzida (3/5); reflexos tendinosos profundos diminuídos bilateralmente nos membros inferiores. Os exames laboratoriais são normais, incluindo eletrólitos. A radiografia de tórax revela alterações típicas observadas na DPOC (diafragmas achatados, hiperinsuflação) e uma massa peri-hilar.
Nesse paciente, o diagnóstico mais provável é
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Homem de 56 anos com histórico de tabagismo e hiperlipidemia relata quadro de dor torácica intensa e lancinante, com duração de 90 minutos. Ele disse que se sentiu mal o dia todo e, em seguida, começou a sentir dor na mandíbula, que progrediu para dor torácica com irradiação para o braço esquerdo, associada a náuseas. Exame físico: temperatura: 36 ºC; frequência cardíaca: 50 bpm; pressão arterial: 85 × 45 mmHg; frequência respiratória: 22 irpm; oximetria de pulso com SatO2 de 98% em ar ambiente; há turgência venosa jugular 2+/4; ausculta pulmonar: limpa; não há edema periférico. Eletrocardiograma: elevações significativas do segmento ST nas derivações II, III e aVF.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é:
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Homem de 44 anos é avaliado por um histórico de 15 anos de episódios de cefaleia que se tornaram cada vez mais frequentes nos últimos 6 meses, ocorrendo atualmente entre 15 e 20 dias por mês. Ele descreve a dor de cabeça como uma sensação global de peso ou aperto que parece melhorar com exercícios ou distração. As cefaleias são frequentemente precedidas e acompanhadas por aperto no pescoço. Ele não apresenta fotofobia, fonofobia, náuseas, aura ou sintomas neurológicos. Acetaminofeno, treinamento de relaxamento e terapia cognitivo-comportamental foram ineficazes. Anti-inflamatórios causaram sintomas de refluxo gastroesofágico.
Todos os achados do exame físico, incluindo os sinais vitais, são normais.
Nesse momento, o tratamento preventivo de escolha é
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Homem de 58 anos apresenta quadro de fadiga, fraqueza nas pernas e quedas frequentes nos últimos meses. Não há lombalgia, consumo de bebidas alcoólicas ou tabagismo. O histórico é significativo para carcinoma gástrico, para o qual foi submetido a gastrectomia total há 2 anos, sem sinais de recorrência. Exame físico: palidez conjuntival; fraqueza leve nas extremidades inferiores, juntamente com diminuição da sensibilidade vibratória nos dedos dos pés; o teste cerebelar é normal; o restante do exame não é relevante. Considerando a principal hipótese diagnóstica, o melhor exame para confirmar a causa dos seus sintomas é:
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Um dos recursos de análise pela ultrassonografia Doppler é o índice de aceleração.
Em relação a esse parâmetro, assinale a alternativa correta.
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Assinale a alternativa que apresenta o exame diagnóstico com maior sensibilidade para o diagnóstico das síndromes venosas compressivas abdominais.
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A angiotomografia de Aorta é um importante método diagnóstico na programação pré-operatória da correção do aneurisma.
Assinale a alternativa correta em relação a esse exame e os métodos de pós-processamento das imagens.
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