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Foram encontradas 126 questões.

1375184 Ano: 2000
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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"Did you take the medicine?"

"Yes, but when I it, it any good."

 

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1374795 Ano: 2000
Disciplina: História
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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A descoberta de riquezas no subsolo da África Austral, no final do século XIX, determinou por parte da Inglaterra uma política agressiva contra os “Boers”, fato que

 

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1374777 Ano: 2000
Disciplina: Geografia
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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“O efeito estufa é, em princípio, um fenômeno natural indispensável para a vida do planeta.(...).

O problema é que as concentrações de CO2 e de outros gases têm aumentado nas últimas décadas.

A maior parte dos especialistas acredita que esse crescimento deve ser atribuído essencialmente à intervenção humana.”

Fonte: MAGNOLI, Demétrio. Panorama do mundo 3.

SP: Scipione, 1997, p.27.

enunciado 1374777-1

Fonte: Magnoli, Demétrio. Panorama do mundo 3.
SP: Scipione, 1997.

O gráfico ao lado apresenta as emissões anuais de dióxido de carbono em toneladas per capita de alguns países. Analisando-o, é possível concluir que

 

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1374592 Ano: 2000
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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"I play tennis once or twice week if I can. It's my favorite sport. I can say I'm good player, but not expert.”

 

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1373963 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Coração Segundo

Carlos Drummond de Andrade

De acrílico, de fórmica, de isopor, meticulosamente combinados, fiz meu segundo coração, para enfrentar situações a que o primeiro, o de nascença, não teria condições de resistir. Tornei-me, assim, homem de dois corações. A operação sigilosa foi ignorada pelos repórteres. Eu mesmo fabriquei meu coração novo, nos fundos da casa onde moro. Nenhum vizinho desconfiou, mesmo porque sabem que costumo fechar-me em casa, semanas inteiras, modelando bonecos de barro ou de massa, que depois ofereço às crianças. Oferecia. Meus bonecos não têm arte, representam o que eu quero. Fiz um Einstein que acharam parecido com Lampião. Para mim, era Einstein. Os garotos riam, tentando adivinhar que tipos eu interpretara. Carlito! Não era. Às vezes, não sei por quê, admitia fosse Carlito. Nunca dei importância a leis de semelhança e verossimilhança, que sufocam toda espécie de criação.

Mas, como disse, fiz meu coração sem ninguém saber. E à noite, em perfeita lucidez, abrindo o peito mediante processo que não vou contar, pois minha descrição talvez horrorizasse o leitor, e eu não pretendo horrorizar ninguém — abrindo o peito, instalei lá dentro esse coração especial, regulado para não sofrer. Ao mesmo tempo, desliguei o outro. Como? Também prefiro não explicar. Possuo extrema habilidade manual, aguçada à noite, e sei o que geralmente se sabe dos órgãos do corpo e suas funções e reações, depois que ficou na moda tratar dessas coisas em jornais e revistas. Além disso, minha capacidade de resistir à dor física sempre foi praticamente ilimitada.

Desde criança. Mas as dores morais, as dores alheias, as dores do mundo, acima de tudo, estas sempre me vulneraram. Recompus a incisão, senti que tudo estava perfeito, e fui dormir

Na manhã seguinte, ao ler as notícias que falavam em fome no Paquistão, guerra civil na Irlanda, soldados que se drogam no Vietnã para esquecer o massacre, explosão experimental de bombas de hidrogênio, tensão permanente no Canal de Suez, golpes vitoriosos ou malogrados na América Latina, bem, não senti absolutamente nada. O coração funcionava a contento. Fui para o trabalho experimentando sensação inédita de leveza. No caminho, vi um corpo de homem e outro de mulher estraçalhados entre restos de um automóvel. Pela primeira vez pude contemplar um espetáculo desses sem me crispar e sem envenenar o meu dia. Fitei-o como a objetos de uma casa expostos na calçada, em hora de mudança. E passei um dia normal. Trabalho, refeições, sono, igualmente normais, coisa que não acontecia há anos.

Meu coração fora planejado para evitar padecimento moral, e desempenhava bem a função.

Assisti impassível a cenas que antes me fariam explodir em lágrimas ou protestos. Felicite-me pela excelência. Mas aí começou a ocorrer um fenômeno desconcertante. Eu, que não sofria com as doenças que me assaltavam, passei a sentir reflexos de moléstias inexistentes. Simples corte no dedo, sem inflamação, afliga-me como chaga aberta Dor de cabeça que passa com um comprimido ficava durante semanas. Meu corpo tornou-se frágil, exposto ao sofrimento. E eu não tinha nada. Consultei especialistas. Fiz checkup, não se descobriu qualquer lesão ou distúrbio funcional. Eram apenas imotivadas, gratuitas. Meu coração nº 2 passava pela radiografia sem ser percebido. Irredutível à dor moral, era invisível a aparelhos de precisão.

Comecei a sofrer tanto com os meus males carnais que a vida se tornou insuportável. A dor aparecia especialmente em horas impróprias. Em reuniões sociais. Em concertos. No escritório, ao tratar de negócios. Então fazia caretas, emitia gemidos surdos, assumindo aspecto feroz.

Assustavam-se, queriam chamar ambulância, eu recusava. Tinha medo de que descobrissem o coração fabricado.

Outra coisa: as crianças começaram a achar estranhos meus bonecos, não queriam aceitá-los.

Sempre gostei de crianças. E elas me repeliam. Esmerei-me na feitura de peças que pudessem cativá-las, mas em vão.

Hoje vi um homem encostado a um oiti, diante do mar. Sua expressão de angústia dava ao rosto o aspecto de chão ressecado. Tive pena dele. Surpreso, ignorando tudo a seu respeito, mas participando de sua angústia e trazendo-a comigo para casa.

Agora à noite, decidi-me. Voltei a abrir o peito e examinei o coração segundo. Com pequena fissura no isopor, já não era perfeito. Ao tocá-lo, as partes se descolaram. Inútil restaurá-lo. Joguei fora os restos, liguei o antigo e fechei o cavername. Talvez pela falta de uso, sinto que o coração velho está rateando. Que fazer? E vale a pena fazer? A manhã tarda a chegar, e não encontro resposta em mim.

Quanto ao narrador, pode-se afirmar que:

 

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1373657 Ano: 2000
Disciplina: Geografia
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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“A reunião do Conselho Europeu de dezembro de 1991, na cidade holandesa de Maastricht, definiu a estratégia comunitária diante do fim da Guerra Fria. (...) O Tratado de Maastricht, assinado em fevereiro de 1992, substituiu juridicamente o Tratado de Roma como documento de base da Comunidade Européia e delineou novas metas para o aprofundamento da integração européia.”

Fonte: MAGNOLI, Demétrio. União Européia. SP: Moderna, p.66.

Sobre o tratado de Maastricht, é correto afirmar que

 

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1373477 Ano: 2000
Disciplina: Matemática
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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O conjunto solução da inequação !$ \begin {vmatrix} 1 \,\,\, 0 \,\,\, -1 \\ k \,\,\,\,\, 1 \,\,\,\,\, 3 \\ 1 \,\,\,\,\, k \,\,\,\,\, 3 \end {vmatrix} \, \le \, 0 !$é

 

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1373305 Ano: 2000
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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"These books are all new. one do you want to buy?"

 

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1373106 Ano: 2000
Disciplina: Matemática
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Sendo !$ sen \,\, \alpha \, = \, 3 \, cos \, \alpha !$ e !$ \pi \, < \, \alpha \, < \, { \large 3\pi \over 2}, !$ o valor de !$ cossec \, \alpha !$ é

 

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1373053 Ano: 2000
Disciplina: Física
Banca: DECEx
Orgão: EsPCEx
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Um corpo tem massa igual a 3 kg e volume de 1000 cm3. Considerando g = 10 m/s2, e sabendo-se que a densidade da água é igual a 1 g/cm3, o peso aparente do corpo, em Newtons, quando totalmente imerso em água é de

 

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