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Aquífero é corpo hidrogeológico com capacidade de acumular e transmitir água através dos seus poros, fissuras ou espaços resultantes da dissolução e carreamento de materiais rochosos. Os aquíferos podem ser relativamente pequenos, com apenas dezenas de
quilômetros, ou atingir grandes áreas continentais com milhares de quilômetros de extensão, como é o caso do aquífero Guarani,
que atinge grande parte do Sudeste e do Sul do Brasil, além de Argentina, Paraguai e Uruguai. Na natureza existem basicamente
dois tipos de aquíferos: confinado e livre, conforme ilustra a imagem a seguir:

Sobre os aquíferos, assinale a afirmativa a seguir.

Sobre os aquíferos, assinale a afirmativa a seguir.
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Vertedores de emergência consistem em uma saída adicional em uma cota mais alta que todas as outras saídas, para que a
água verta apenas quando o nível do reservatório tenha se elevado acima do previsto para a precipitação do projeto. São
utilizados como recurso de segurança para prevenir transbordamentos em bacias de detenção, conforme ilustra a imagem a seguir:

Sobre o vertedor de emergência, assinale a afirmativa INCORRETA.

Sobre o vertedor de emergência, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Inundações nada mais são do que casos particulares de enchentes naturais. Quando se desenvolvem em meio urbano tornam-se
tema relevante, pois causam prejuízos diretos e indiretos ao desenvolvimento socioeconômico das populações. O equacionamento das inundações em meio urbano é uma questão de alta complexidade na gestão das águas pluviais. Sabe-se que cada
vez mais esse tipo de desastre tem atingido a população que fica alarmada pela intensidade dos eventos e pela vulnerabilidade das comunidades diante deles. Segundo especialistas, antes da realização de grandes projetos de estruturais, como
obras monumentais de contenção de inundações, profissionais devem estudar e compreender a dinâmica de interação entre
clima, balanço hídrico e urbanização. Sobre as medidas de controle de inundação, analise as afirmativas a seguir.
I. Medida não estrutural: é a previsão de bacias de detenção para atenuação dos picos de cheia, sendo dispositivos projetados em áreas mais altas da bacia, a montante das regiões mais urbanizadas, onde a ocupação ainda é mais esparsa e existem áreas para implantação das bacias. II. Obras hidráulicas: como barragens, diques e canalização, dentre outras, são medidas estruturais de controle. III. Medidas não estruturais: são do tipo preventivo, tais como zoneamento de áreas de inundação, alerta e seguros. IV. Medidas não estruturais: agem na bacia, modificando as relações entre precipitação e vazão. V. Medidas estruturais: são fundamentais quando problemas de inundações estão instalados, no intuito de se reverter e controlar a situação existente. VI. Medidas de controle de inundações: podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, e em não estruturais, quando o homem convive com o rio.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Medida não estrutural: é a previsão de bacias de detenção para atenuação dos picos de cheia, sendo dispositivos projetados em áreas mais altas da bacia, a montante das regiões mais urbanizadas, onde a ocupação ainda é mais esparsa e existem áreas para implantação das bacias. II. Obras hidráulicas: como barragens, diques e canalização, dentre outras, são medidas estruturais de controle. III. Medidas não estruturais: são do tipo preventivo, tais como zoneamento de áreas de inundação, alerta e seguros. IV. Medidas não estruturais: agem na bacia, modificando as relações entre precipitação e vazão. V. Medidas estruturais: são fundamentais quando problemas de inundações estão instalados, no intuito de se reverter e controlar a situação existente. VI. Medidas de controle de inundações: podem ser classificadas em estruturais, quando o homem modifica o rio, e em não estruturais, quando o homem convive com o rio.
Está correto o que se afirma apenas em
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Um sistema de drenagem eficaz permite remover e/ou impedir o excesso das águas superficiais e profundas, a fim de proteger
e melhorar tudo sobre que possam elas influir. O projeto de drenagem é desenvolvido com os dados obtidos dos estudos
hidrológicos, compreendendo o dimensionamento, a verificação hidráulica, a funcionalidade e o posicionamento das obras
e dispositivos. Os dispositivos de drenagem têm como objetivo captar e conduzir para local adequado toda a água que sob
qualquer forma venha a atingir o corpo estradal. Analise a figura a seguir:

Define corretamente os dispositivos I e II:

Define corretamente os dispositivos I e II:
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2751050
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Provas:
- Efluentes LíquidosTratamento de Efluentes Líquidos
- Efluentes LíquidosTratamento da Fase Sólida da ETE
Lodo Ativado por Batelada (LAB) é o processo de tratamento que consiste na retenção de esgoto no tanque reator, onde se
processa a depuração e a formação de flocos de micro-organismos basicamente aeróbios, cujo oxigênio necessário é fornecido
através de ar injetado pelos equipamentos. Segundo a NBR 13969/1997, sobre o processo LAB, assinale a afirmativa correta.
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2751049
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Provas:
Uma Estação de Tratamento de Água (ETA) é o conjunto de
unidades destinado a adequar as características da água
aos padrões de potabilidade. Segundo a NBR 12216/1992
e, ainda, considerando a definição dos processos de tratamento e os tipos de águas naturais para abastecimento público, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as
falsas.
( ) Tipo A: águas subterrâneas ou superficiais provenientes de bacias sanitariamente protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e as demais satisfazendo aos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo consiste em desinfecção, correção do pH e decantação simples para águas contendo sólidos sedimentáveis. ( ) Tipo B: águas subterrâneas ou superficiais, provenientes de bacias não-protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade, mediante processo de tratamento que não exija coagulação. O tratamento mínimo consiste em desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo C: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, com características básicas definidas na tabela classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam coagulação para enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo necessário é a coagulação, seguida ou não de decantação, filtração em filtros rápidos, desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo D: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, sujeitas a fontes de poluição, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam processos especiais de tratamento para que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo é o do tipo C e tratamento complementar apropriado a cada caso. ( ) Águas receptoras de produtos tóxicos, excepcionalmente, podem ser utilizadas para abastecimento público, quando estudos especiais garantam sua potabilidade, com autorização e controle de órgãos sanitários e de Saúde Pública competentes.
A sequência está correta em
( ) Tipo A: águas subterrâneas ou superficiais provenientes de bacias sanitariamente protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e as demais satisfazendo aos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo consiste em desinfecção, correção do pH e decantação simples para águas contendo sólidos sedimentáveis. ( ) Tipo B: águas subterrâneas ou superficiais, provenientes de bacias não-protegidas, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade, mediante processo de tratamento que não exija coagulação. O tratamento mínimo consiste em desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo C: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, com características básicas definidas na tabela classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam coagulação para enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo necessário é a coagulação, seguida ou não de decantação, filtração em filtros rápidos, desinfecção e correção do pH. ( ) Tipo D: águas superficiais provenientes de bacias não protegidas, sujeitas a fontes de poluição, com características básicas definidas na tabela de classificação de águas naturais para abastecimento público, e que exijam processos especiais de tratamento para que possam enquadrar-se nos padrões de potabilidade. O tratamento mínimo é o do tipo C e tratamento complementar apropriado a cada caso. ( ) Águas receptoras de produtos tóxicos, excepcionalmente, podem ser utilizadas para abastecimento público, quando estudos especiais garantam sua potabilidade, com autorização e controle de órgãos sanitários e de Saúde Pública competentes.
A sequência está correta em
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2751048
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Provas:
A Diretriz Técnica nº 05/2017 (Versão 2 – set./2019) trata do
descarte e reúso de efluentes líquidos no âmbito do estado
do Rio Grande do Sul. As alternativas para destinação dos
efluentes líquidos tratados, gerados no empreendimento,
deverão ser apresentadas pelo empreendedor, sendo objeto
de licenciamento ambiental junto à FEPAM. Considerando as
diretrizes específicas para cada uma das alternativas, analise
as afirmativas a seguir.
I. Para alternativa 02: tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial é vedado o lançamento superficial de efluentes, mesmo tratados, em corpos hídricos de Classe Especial. II. Para alternativa 03: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para produção agrícola e cultivo de florestas plantadas no caso da disposição de efluentes líquidos industriais em áreas agrícolas, a aplicação de efluentes líquidos tratados somente será avaliada para culturas que são consumidas cruas, pomares, forrageiras (em pasteio direto com restrições de acesso) e áreas de reflorestamento e plantações florestais. Pode ser licenciada a utilização dos efluentes tratados em cultivo de olerícolas, tubérculos e raízes, e culturas inundadas, bem como as demais culturas cuja parte comestível entre em contato com o solo. III. Para alternativa 04: tratamento dos efluentes líquidos com disposição final no solo tem-se como condições gerais de viabilidade ambiental para adoção dessa alternativa, que os locais de disposição final dos efluentes deverão possuir solo favorável para esta finalidade, observando minimamente: espessura não saturada, composição química, capacidade de percolação e enquadramento da água subterrânea. IV. Para alternativa 05: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para fins urbanos nos casos em que a água de reúso for destinada à irrigação paisagística, para volume superior a 20 m³/dia, deverá ser solicitada a abertura de processo específico para a atividade. Ainda deverão ser observadas as concentrações de cloretos e sódio, objetivando minimizar riscos de danos ao solo e a vegetação. Para tal, deverá ser observado no projeto parecer técnico de profissional habilitado para a taxa de aplicação, com concentrações para cloretos não superiores a 250 mg/L. V. Para alternativa 06: tratamento dos efluentes líquidos e reúso no processo produtivo deverá ser informado à FEPAM o balanço hídrico e o percentual de reúso dos efluentes líquidos tratados, definindo os diferentes usos dentro do empreendimento, bem como ser disponibilizado o relatório mensal das águas de reúso, reportando os volumes reutilizados e as situações emergenciais que não permitiram a reutilização, com as ações adotadas de descarte e correções operacionais.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Para alternativa 02: tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através da rede pluvial é vedado o lançamento superficial de efluentes, mesmo tratados, em corpos hídricos de Classe Especial. II. Para alternativa 03: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para produção agrícola e cultivo de florestas plantadas no caso da disposição de efluentes líquidos industriais em áreas agrícolas, a aplicação de efluentes líquidos tratados somente será avaliada para culturas que são consumidas cruas, pomares, forrageiras (em pasteio direto com restrições de acesso) e áreas de reflorestamento e plantações florestais. Pode ser licenciada a utilização dos efluentes tratados em cultivo de olerícolas, tubérculos e raízes, e culturas inundadas, bem como as demais culturas cuja parte comestível entre em contato com o solo. III. Para alternativa 04: tratamento dos efluentes líquidos com disposição final no solo tem-se como condições gerais de viabilidade ambiental para adoção dessa alternativa, que os locais de disposição final dos efluentes deverão possuir solo favorável para esta finalidade, observando minimamente: espessura não saturada, composição química, capacidade de percolação e enquadramento da água subterrânea. IV. Para alternativa 05: tratamento dos efluentes líquidos e reúso para fins urbanos nos casos em que a água de reúso for destinada à irrigação paisagística, para volume superior a 20 m³/dia, deverá ser solicitada a abertura de processo específico para a atividade. Ainda deverão ser observadas as concentrações de cloretos e sódio, objetivando minimizar riscos de danos ao solo e a vegetação. Para tal, deverá ser observado no projeto parecer técnico de profissional habilitado para a taxa de aplicação, com concentrações para cloretos não superiores a 250 mg/L. V. Para alternativa 06: tratamento dos efluentes líquidos e reúso no processo produtivo deverá ser informado à FEPAM o balanço hídrico e o percentual de reúso dos efluentes líquidos tratados, definindo os diferentes usos dentro do empreendimento, bem como ser disponibilizado o relatório mensal das águas de reúso, reportando os volumes reutilizados e as situações emergenciais que não permitiram a reutilização, com as ações adotadas de descarte e correções operacionais.
Está correto o que se afirma apenas em
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2751047
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
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De acordo com a Diretriz Técnica 05/2017 da FEPAM, a alternativa 02 (tratamento dos efluentes líquidos e posterior lançamento em águas superficiais, inclusive indiretamente, através
da rede pluvial) apresenta algumas condições gerais de viabilidade ambiental; analise-as.
I. Verificar a existência de recurso hídrico compatível para lançamento, indicando o ponto de lançamento (coordenadas geográficas em graus decimais, SIRGAS 2000) e a forma, se direta (através de emissário próprio) ou indireta (canalização pluvial). II. O lançamento dos efluentes líquidos deverá ser canalizado desde a saída da estação de tratamento de efluentes até o ponto de lançamento direto ou indireto. III. Informar ao órgão ambiental as substâncias típicas que podem estar presentes nos efluentes líquidos, com base nas matérias-primas e insumos característicos de suas atividades. IV. Em caso de lançamento de efluente líquido sanitário, consultar a lista de mananciais de abastecimento público com registro de floração de cianobactérias (Anexo A) para aferir a necessidade de remoção de nitrogênio amoniacal e fósforo total (Art. 18 da Resolução CONSEMA nº 355/2017). V. Verificar o atendimento à Resolução CONSEMA nº 355/2017, apresentando memorial de cálculo para atendimento ao seu Artigo 7º.
Está correto o que se afirma em
I. Verificar a existência de recurso hídrico compatível para lançamento, indicando o ponto de lançamento (coordenadas geográficas em graus decimais, SIRGAS 2000) e a forma, se direta (através de emissário próprio) ou indireta (canalização pluvial). II. O lançamento dos efluentes líquidos deverá ser canalizado desde a saída da estação de tratamento de efluentes até o ponto de lançamento direto ou indireto. III. Informar ao órgão ambiental as substâncias típicas que podem estar presentes nos efluentes líquidos, com base nas matérias-primas e insumos característicos de suas atividades. IV. Em caso de lançamento de efluente líquido sanitário, consultar a lista de mananciais de abastecimento público com registro de floração de cianobactérias (Anexo A) para aferir a necessidade de remoção de nitrogênio amoniacal e fósforo total (Art. 18 da Resolução CONSEMA nº 355/2017). V. Verificar o atendimento à Resolução CONSEMA nº 355/2017, apresentando memorial de cálculo para atendimento ao seu Artigo 7º.
Está correto o que se afirma em
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2751046
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
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O conceito de resíduos sólidos é vasto e variado e tem se tornado mais difundido nas últimas décadas com o aumento da
preocupação ambiental dos países. Sendo assim, os resíduos
sólidos, segundo a NBR 10004/2004, podem ser classificados
em perigosos e não perigosos, estes do tipo inerte e não inerte.
O aterro sanitário é, sem dúvida, a melhor maneira de disposição dos resíduos sólidos urbanos, atendendo plenamente os
critérios das normas técnicas e de engenharia. O aterro sanitário é um importante exemplo de obra de engenharia que
necessita de manutenção. Sobre como deve ser realizada a
manutenção dos aterros sanitários, assinale a afirmativa
INCORRETA.
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2751045
Ano: 2023
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: Consulplan
Orgão: FEPAM-RS
Provas:
As alternativas para destinação dos efluentes líquidos tratados, gerados no empreendimento, deverão ser apresentadas pelo empreendedor, sendo objeto de licenciamento
ambiental junto a FEPAM. São definidas seis alternativas
de tratamento na Diretriz Técnica 05/2017 da FEPAM, sendo
que um empreendimento poderá adotar mais de uma alternativa de destinação final de efluentes simultaneamente se for o
caso. São consideradas definições para o tratamento via
referida diretriz técnica, EXCETO:
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