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Considere um paciente de 8 anos de idade que frequenta o terceiro ano de uma escola regular e é alfabetizado, mas vem apresentando queda no desempenho escolar. As respectivas professoras relatam que o menino não se concentra nas aulas, parece disperso, conversa com os colegas e levanta-se constantemente, não conseguindo copiar os temas. Ele também perde o próprio material escolar com frequência. Segundo os pais, sempre foi ativo e bastante agitado e não consegue terminar as atividades que inicia, porque faz muitas coisas ao mesmo tempo.
Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente de 3 anos de idade foi levado por seus pais a uma consulta de neuropediatria, tendo sido encaminhado pela pediatra da UBS por apresentar atraso na fala e pobre interação com os pares, além de agitação excessiva. Os pais relatam que a criança apresentava desenvolvimento neurológico e psicomotor adequado até um ano e meio de idade, regredindo os marcos logo após, além de passar a apresentar um repertório restrito de interesses. Os pais estão preocupados com o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA), atribuído ao filho após a consulta.
Com relação a esse caso clínico e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente de 3 anos de idade foi levado por seus pais a uma consulta de neuropediatria, tendo sido encaminhado pela pediatra da UBS por apresentar atraso na fala e pobre interação com os pares, além de agitação excessiva. Os pais relatam que a criança apresentava desenvolvimento neurológico e psicomotor adequado até um ano e meio de idade, regredindo os marcos logo após, além de passar a apresentar um repertório restrito de interesses. Os pais estão preocupados com o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA), atribuído ao filho após a consulta.
Com relação a esse caso clínico e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente de 3 anos de idade foi levado por seus pais a uma consulta de neuropediatria, tendo sido encaminhado pela pediatra da UBS por apresentar atraso na fala e pobre interação com os pares, além de agitação excessiva. Os pais relatam que a criança apresentava desenvolvimento neurológico e psicomotor adequado até um ano e meio de idade, regredindo os marcos logo após, além de passar a apresentar um repertório restrito de interesses. Os pais estão preocupados com o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA), atribuído ao filho após a consulta.
Com relação a esse caso clínico e a aspectos a ele relacionados, julgue os itens a seguir.
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Paciente de 3 anos de idade foi levado por seus pais a uma consulta de neuropediatria, tendo sido encaminhado pela pediatra da UBS por apresentar atraso na fala e pobre interação com os pares, além de agitação excessiva. Os pais relatam que a criança apresentava desenvolvimento neurológico e psicomotor adequado até um ano e meio de idade, regredindo os marcos logo após, além de passar a apresentar um repertório restrito de interesses. Os pais estão preocupados com o diagnóstico de transtorno do espectro autista (TEA), atribuído ao filho após a consulta.
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E. M. J., de 32 anos de idade, do sexo feminino, há cerca de dois dias, apresenta perda da força muscular em hemicorpo esquerdo e incontinência urinária. O exame neurológico demonstrava apenas hemiparesia no hemicorpo esquerdo (grau 4). Durante anamnese, a paciente relatou acompanhamento prévio com neurologista, em razão do diagnóstico de esclerose múltipla, já tendo apresentado, há dois anos, episódio de neurite óptica direita e, há seis meses, episódio de perda da sensibilidade em hemicorpo direito, momento no qual ficou internada para tratamento e, após alta, foi prescrita medicação para prevenção de novos surtos. Porém, a paciente não iniciou o medicamento, pois, segundo ela, já tinha “melhorado”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da esclerose, julgue os itens a seguir.
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E. M. J., de 32 anos de idade, do sexo feminino, há cerca de dois dias, apresenta perda da força muscular em hemicorpo esquerdo e incontinência urinária. O exame neurológico demonstrava apenas hemiparesia no hemicorpo esquerdo (grau 4). Durante anamnese, a paciente relatou acompanhamento prévio com neurologista, em razão do diagnóstico de esclerose múltipla, já tendo apresentado, há dois anos, episódio de neurite óptica direita e, há seis meses, episódio de perda da sensibilidade em hemicorpo direito, momento no qual ficou internada para tratamento e, após alta, foi prescrita medicação para prevenção de novos surtos. Porém, a paciente não iniciou o medicamento, pois, segundo ela, já tinha “melhorado”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da esclerose, julgue os itens a seguir.
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E. M. J., de 32 anos de idade, do sexo feminino, há cerca de dois dias, apresenta perda da força muscular em hemicorpo esquerdo e incontinência urinária. O exame neurológico demonstrava apenas hemiparesia no hemicorpo esquerdo (grau 4). Durante anamnese, a paciente relatou acompanhamento prévio com neurologista, em razão do diagnóstico de esclerose múltipla, já tendo apresentado, há dois anos, episódio de neurite óptica direita e, há seis meses, episódio de perda da sensibilidade em hemicorpo direito, momento no qual ficou internada para tratamento e, após alta, foi prescrita medicação para prevenção de novos surtos. Porém, a paciente não iniciou o medicamento, pois, segundo ela, já tinha “melhorado”.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos a respeito da esclerose, julgue os itens a seguir.
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E. M. J., de 32 anos de idade, do sexo feminino, há cerca de dois dias, apresenta perda da força muscular em hemicorpo esquerdo e incontinência urinária. O exame neurológico demonstrava apenas hemiparesia no hemicorpo esquerdo (grau 4). Durante anamnese, a paciente relatou acompanhamento prévio com neurologista, em razão do diagnóstico de esclerose múltipla, já tendo apresentado, há dois anos, episódio de neurite óptica direita e, há seis meses, episódio de perda da sensibilidade em hemicorpo direito, momento no qual ficou internada para tratamento e, após alta, foi prescrita medicação para prevenção de novos surtos. Porém, a paciente não iniciou o medicamento, pois, segundo ela, já tinha “melhorado”.
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E. M. J., de 32 anos de idade, do sexo feminino, há cerca de dois dias, apresenta perda da força muscular em hemicorpo esquerdo e incontinência urinária. O exame neurológico demonstrava apenas hemiparesia no hemicorpo esquerdo (grau 4). Durante anamnese, a paciente relatou acompanhamento prévio com neurologista, em razão do diagnóstico de esclerose múltipla, já tendo apresentado, há dois anos, episódio de neurite óptica direita e, há seis meses, episódio de perda da sensibilidade em hemicorpo direito, momento no qual ficou internada para tratamento e, após alta, foi prescrita medicação para prevenção de novos surtos. Porém, a paciente não iniciou o medicamento, pois, segundo ela, já tinha “melhorado”.
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