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O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Entrevistas com familiares e no ambiente escolar de J.A.M. são processos acessórios na avaliação psicológica da condição desse paciente
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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É correto afirmar que, no caso de uma avaliação psicológica de J.A.M., algumas escalas indicadas para compor o processo de avaliação são a escala Conners ou a SNAP-IV, além da aplicação de escalas como a Child Behavior Checklist com os pais da criança.
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Psicólogos devem integrar as equipes de Saúde da Família, dentro da Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que propõe a Sugestão Legislativa (SUG) no 32/2018, que aguarda análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Com o tema “Inclusão de psicólogos nas equipes mínimas de Saúde da Família”, a ideia alcançou, no período de 3 de maio a 11 de agosto deste ano, o apoio de mais de 20 mil internautas, alcançando o status de sugestão legislativa e permitindo a discussão do assunto entre os senadores da CDH. Ainda falta a designação de um relator para avaliar o texto, mas, se ele for acatado, passará a tramitar como projeto de lei no Senado. De acordo com a proponente, a cidadã Telma Machado, apesar de haver reconhecimento da importância da atuação dos psicólogos para o bem-estar das comunidades, eles ainda não fazem oficialmente parte da equipe mínima de Saúde da Família. Para Telma, essa ausência gera sobrecarga de trabalho, equipe desestruturada e insegurança. Segundo o texto da sugestão legislativa, a garantia de intervenção psicológica aos usuários da atenção primária, com a agregação desse profissional, traria benefícios à população, com boa relação custo-efetividade ao sistema. A ideia foi apresentada ao Senado por meio do Portal e-Cidadania, em que cidadãos podem enviar sugestões legislativas que, se forem aprovadas na CDH, passarão a tramitar como projetos de lei.
Disponível em: < https: www12.senado.leg.br="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A respeito do exposto e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma psicóloga que trabalhe na atenção básica do SUS, ao descobrir, em atendimento, que a criança que está acompanhando é vítima de violência sexual, não deverá produzir uma notificação compulsória do caso, tendo em vista o princípio ético da profissão de salvaguardar o sigilo das informações.
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Psicólogos devem integrar as equipes de Saúde da Família, dentro da Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que propõe a Sugestão Legislativa (SUG) no 32/2018, que aguarda análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Com o tema “Inclusão de psicólogos nas equipes mínimas de Saúde da Família”, a ideia alcançou, no período de 3 de maio a 11 de agosto deste ano, o apoio de mais de 20 mil internautas, alcançando o status de sugestão legislativa e permitindo a discussão do assunto entre os senadores da CDH. Ainda falta a designação de um relator para avaliar o texto, mas, se ele for acatado, passará a tramitar como projeto de lei no Senado. De acordo com a proponente, a cidadã Telma Machado, apesar de haver reconhecimento da importância da atuação dos psicólogos para o bem-estar das comunidades, eles ainda não fazem oficialmente parte da equipe mínima de Saúde da Família. Para Telma, essa ausência gera sobrecarga de trabalho, equipe desestruturada e insegurança. Segundo o texto da sugestão legislativa, a garantia de intervenção psicológica aos usuários da atenção primária, com a agregação desse profissional, traria benefícios à população, com boa relação custo-efetividade ao sistema. A ideia foi apresentada ao Senado por meio do Portal e-Cidadania, em que cidadãos podem enviar sugestões legislativas que, se forem aprovadas na CDH, passarão a tramitar como projetos de lei.
Disponível em: < https: www12.senado.leg.br="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A respeito do exposto e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A Estratégia Saúde da Família funciona segundo a perspectiva de adscrição de usuários, o que significa que as equipes vinculam-se aos usuários da Estratégia por demanda espontânea, independentemente de territorialidade.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdeSaúde da Família
Psicólogos devem integrar as equipes de Saúde da Família, dentro da Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que propõe a Sugestão Legislativa (SUG) no 32/2018, que aguarda análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Com o tema “Inclusão de psicólogos nas equipes mínimas de Saúde da Família”, a ideia alcançou, no período de 3 de maio a 11 de agosto deste ano, o apoio de mais de 20 mil internautas, alcançando o status de sugestão legislativa e permitindo a discussão do assunto entre os senadores da CDH. Ainda falta a designação de um relator para avaliar o texto, mas, se ele for acatado, passará a tramitar como projeto de lei no Senado. De acordo com a proponente, a cidadã Telma Machado, apesar de haver reconhecimento da importância da atuação dos psicólogos para o bem-estar das comunidades, eles ainda não fazem oficialmente parte da equipe mínima de Saúde da Família. Para Telma, essa ausência gera sobrecarga de trabalho, equipe desestruturada e insegurança. Segundo o texto da sugestão legislativa, a garantia de intervenção psicológica aos usuários da atenção primária, com a agregação desse profissional, traria benefícios à população, com boa relação custo-efetividade ao sistema. A ideia foi apresentada ao Senado por meio do Portal e-Cidadania, em que cidadãos podem enviar sugestões legislativas que, se forem aprovadas na CDH, passarão a tramitar como projetos de lei.
Disponível em: < https: www12.senado.leg.br="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A respeito do exposto e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A terapia comunitária é um dispositivo terapêutico utilizado por psicólogos para o enfrentamento de diversas problemáticas, como depressão, uso abusivo de substância, entre outros. Esse dispositivo terapêutico compõe um conjunto de atividades nomeadas práticas integrativas, que tem como principal instância de funcionamento os equipamentos da atenção primária em saúde.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdeCuidados Paliativos na Psicologia
Psicólogos devem integrar as equipes de Saúde da Família, dentro da Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que propõe a Sugestão Legislativa (SUG) no 32/2018, que aguarda análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Com o tema “Inclusão de psicólogos nas equipes mínimas de Saúde da Família”, a ideia alcançou, no período de 3 de maio a 11 de agosto deste ano, o apoio de mais de 20 mil internautas, alcançando o status de sugestão legislativa e permitindo a discussão do assunto entre os senadores da CDH. Ainda falta a designação de um relator para avaliar o texto, mas, se ele for acatado, passará a tramitar como projeto de lei no Senado. De acordo com a proponente, a cidadã Telma Machado, apesar de haver reconhecimento da importância da atuação dos psicólogos para o bem-estar das comunidades, eles ainda não fazem oficialmente parte da equipe mínima de Saúde da Família. Para Telma, essa ausência gera sobrecarga de trabalho, equipe desestruturada e insegurança. Segundo o texto da sugestão legislativa, a garantia de intervenção psicológica aos usuários da atenção primária, com a agregação desse profissional, traria benefícios à população, com boa relação custo-efetividade ao sistema. A ideia foi apresentada ao Senado por meio do Portal e-Cidadania, em que cidadãos podem enviar sugestões legislativas que, se forem aprovadas na CDH, passarão a tramitar como projetos de lei.
Disponível em: < https: www12.senado.leg.br="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A respeito do exposto e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A assistência em cuidados paliativos e a assistência domiciliar terapêutica são modalidades possíveis de atuação de psicólogos no âmbito das intervenções em HIV/AIDS, na atenção secundária do SUS.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdeSaúde da Família
- Teorias e Técnicas PsicoterápicasGrupos Terapêuticos
Psicólogos devem integrar as equipes de Saúde da Família, dentro da Estratégia Saúde da Família na Atenção Básica do Sistema Único de Saúde (SUS). É o que propõe a Sugestão Legislativa (SUG) no 32/2018, que aguarda análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Com o tema “Inclusão de psicólogos nas equipes mínimas de Saúde da Família”, a ideia alcançou, no período de 3 de maio a 11 de agosto deste ano, o apoio de mais de 20 mil internautas, alcançando o status de sugestão legislativa e permitindo a discussão do assunto entre os senadores da CDH. Ainda falta a designação de um relator para avaliar o texto, mas, se ele for acatado, passará a tramitar como projeto de lei no Senado. De acordo com a proponente, a cidadã Telma Machado, apesar de haver reconhecimento da importância da atuação dos psicólogos para o bem-estar das comunidades, eles ainda não fazem oficialmente parte da equipe mínima de Saúde da Família. Para Telma, essa ausência gera sobrecarga de trabalho, equipe desestruturada e insegurança. Segundo o texto da sugestão legislativa, a garantia de intervenção psicológica aos usuários da atenção primária, com a agregação desse profissional, traria benefícios à população, com boa relação custo-efetividade ao sistema. A ideia foi apresentada ao Senado por meio do Portal e-Cidadania, em que cidadãos podem enviar sugestões legislativas que, se forem aprovadas na CDH, passarão a tramitar como projetos de lei.
Disponível em: < https: www12.senado.leg.br="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
A respeito do exposto e dos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Intervenções utilizadas por psicólogos no âmbito da atenção terciária do SUS geralmente têm uma interface grupal, a exemplo dos grupos operativos.
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O estresse é o terceiro motivo que mais provoca afastamento do trabalho por mais de 15 dias atualmente. Segundo a Previdência Social, no ranking de doenças que mais afastam os trabalhadores das atividades, o problema só perde para traumas provocados por acidentes e pelas Dorts, doenças por esforço repetitivo. [...] De acordo com a Previdência, a estimativa é que até 2020 o estresse passe a ser o primeiro motivo para as faltas e afastamentos. Segundo a especialista em segurança no trabalho Márcia Ramazzini, a tendência não tem qualquer relação com o momento econômico, e os países de primeiro mundo gastam bilhões para tentar resolver o problema.
Disponível em: < http: g1.globo.com="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
Os Cerest atuam no âmbito da vigilância em saúde, além também de atender agravos relacionados ao mundo do trabalho, como acidentes ou patologias adquiridas.
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- Psicologia OrganizacionalEstresse Laboral
- Psicologia OrganizacionalSaúde no trabalhoQualidade de Vida
O estresse é o terceiro motivo que mais provoca afastamento do trabalho por mais de 15 dias atualmente. Segundo a Previdência Social, no ranking de doenças que mais afastam os trabalhadores das atividades, o problema só perde para traumas provocados por acidentes e pelas Dorts, doenças por esforço repetitivo. [...] De acordo com a Previdência, a estimativa é que até 2020 o estresse passe a ser o primeiro motivo para as faltas e afastamentos. Segundo a especialista em segurança no trabalho Márcia Ramazzini, a tendência não tem qualquer relação com o momento econômico, e os países de primeiro mundo gastam bilhões para tentar resolver o problema.
Disponível em: < http: g1.globo.com="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
Atualmente, a população conta com a Política Pública de Atenção à Saúde do Trabalhador, que tem como principal estratégia os Centros de Saúde do Trabalhador (Cerest). Estes produzem intervenções multiprofissionais no âmbito dos ambulatórios de saúde mental dos hospitais gerais.
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O estresse é o terceiro motivo que mais provoca afastamento do trabalho por mais de 15 dias atualmente. Segundo a Previdência Social, no ranking de doenças que mais afastam os trabalhadores das atividades, o problema só perde para traumas provocados por acidentes e pelas Dorts, doenças por esforço repetitivo. [...] De acordo com a Previdência, a estimativa é que até 2020 o estresse passe a ser o primeiro motivo para as faltas e afastamentos. Segundo a especialista em segurança no trabalho Márcia Ramazzini, a tendência não tem qualquer relação com o momento econômico, e os países de primeiro mundo gastam bilhões para tentar resolver o problema.
Disponível em: < http: g1.globo.com="" >. Acesso em: 10 out. 2018, com adaptações.
As intervenções organizacionais, orientadas pelo viés da psicodinâmica do trabalho, utilizam-se de técnicas clínicas, a exemplo da escuta e observação.
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