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C. L. P., de 43 anos de idade, é a principal cuidadora da mãe, R.L.P., 78 anos de idade, que tem Alzheimer há cerca de 10 anos. Ela apresenta dificuldades de falar e de reconhecer pessoas e lugares, confunde-se em rotinas antes conhecidas, está emagrecida e descuida-se da higiene pessoal. A filha sempre morou com a mãe na região rural, e ambas não contam com outros familiares ou rede de apoio suficiente. Para cuidar das necessidades da mãe (medicamentos, fraldas, alimentação), chegou a vender um pedaço do sítio. Em uma das consultas, C.L.P. foi interpelada pela médica do Ambulatório do Idoso a respeito da sua própria saúde, que a considerou mais magra que o habitual. Ela relatou que, de fato, não vinha se alimentando direito, sentia um cansaço progressivo, algumas dores abdominais, azia, alguns episódios de vômitos, mas atribuía o cansaço aos crescentes cuidados dispensados à mãe e as indisposições estomacais a irregularidades da dieta. Ao ser examinada no consultório, mesmo a contragosto, a médica, durante palpação abdominal, constatou massa no hipocôndrio esquerdo, mais especificamente no estômago da C.L.P., que reagiu com um grito de dor. Com os demais exames, a paciente foi diagnosticada com câncer gástrico, do tipo adenocarcinoma, em Estadiamento III, com metástase nos gânglios linfáticos. C.L.P. alega que não tem condições de fazer qualquer tratamento, seja cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico, por não ter com quem deixar a mãe.
Quanto a esse caso clínico e nos demais conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.O papel do(a) psicólogo(a) nesse contexto é significativamente limitado por questões sociais que impedem a adesão e C.L.P. ao tratamento.
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N.R.S., de 62 anos de idade, está internado há 20 dias na Enfermaria da Clínica Cirúrgica, no Setor de Oncologia, aguardando procedimento cirúrgico de excisão na supraglote, para retirada de tumor. O paciente passou por tratamento de radioterapia há um ano, tendo bons resultados, mas ocorreu recidiva local, de modo a exigir procedimento cirúrgico delicado e arriscado. N.R.S. foi levado à consulta inicial por insistência da esposa, pois não esperava que a rouquidão que o incomodava, dando a sensação de que havia algo preso na garganta, fosse algo tão sério. Simpático com todos, fez piada com a laringoscopia, imaginando que o que quer que estivesse preso na garganta, poderia ser retirado com a cânula do aparelho, e todos poderiam comemorar. No decorrer dos exames, de vez em quando estampava no rosto uma preocupação discreta, e a espera pelo resultado da biópsia foram dias de expectativa, mas com pensamentos marcadamente otimistas e de bom humor. Um objetivo estava claro: iria parar de fumar, hábito que mantinha desde os 18 anos de idade, consumindo um ou dois cigarros por dia. O diagnóstico de câncer na laringe veio em seguida. Com o apoio da esposa, passou pelos procedimentos radioterápicos, com bons resultados, e é a esposa que o motiva a continuar. Ela conta que o marido sempre foi comunicativo, brincalhão, sociável, gostava de cantar e agora sente que foi calado pela traqueostomia. N.R.S. acompanha toda a entrevista com interesse e com algumas lágrimas. A esposa carinhosamente enxuga o rosto do marido e diz que foi por isso que se casou com ele: por ele ser um homem de bom coração. O casal tem dois filhos casados, que visitam o pai diariamente (um no horário de visita matutino e outro no horário de visita vespertino), e três netos pequenos. Nas visitas, os filhos levam desenhos dos netos feitos especialmente para o vovô que está se tratando no hospital. Pelo telefone, o paciente escuta mensagens de apoio dos amigos e parentes.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É parte do trabalho do(a) psicólogo(a) monitorar o estado emocional da esposa do paciente, que aparenta estar bem.
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N.R.S., de 62 anos de idade, está internado há 20 dias na Enfermaria da Clínica Cirúrgica, no Setor de Oncologia, aguardando procedimento cirúrgico de excisão na supraglote, para retirada de tumor. O paciente passou por tratamento de radioterapia há um ano, tendo bons resultados, mas ocorreu recidiva local, de modo a exigir procedimento cirúrgico delicado e arriscado. N.R.S. foi levado à consulta inicial por insistência da esposa, pois não esperava que a rouquidão que o incomodava, dando a sensação de que havia algo preso na garganta, fosse algo tão sério. Simpático com todos, fez piada com a laringoscopia, imaginando que o que quer que estivesse preso na garganta, poderia ser retirado com a cânula do aparelho, e todos poderiam comemorar. No decorrer dos exames, de vez em quando estampava no rosto uma preocupação discreta, e a espera pelo resultado da biópsia foram dias de expectativa, mas com pensamentos marcadamente otimistas e de bom humor. Um objetivo estava claro: iria parar de fumar, hábito que mantinha desde os 18 anos de idade, consumindo um ou dois cigarros por dia. O diagnóstico de câncer na laringe veio em seguida. Com o apoio da esposa, passou pelos procedimentos radioterápicos, com bons resultados, e é a esposa que o motiva a continuar. Ela conta que o marido sempre foi comunicativo, brincalhão, sociável, gostava de cantar e agora sente que foi calado pela traqueostomia. N.R.S. acompanha toda a entrevista com interesse e com algumas lágrimas. A esposa carinhosamente enxuga o rosto do marido e diz que foi por isso que se casou com ele: por ele ser um homem de bom coração. O casal tem dois filhos casados, que visitam o pai diariamente (um no horário de visita matutino e outro no horário de visita vespertino), e três netos pequenos. Nas visitas, os filhos levam desenhos dos netos feitos especialmente para o vovô que está se tratando no hospital. Pelo telefone, o paciente escuta mensagens de apoio dos amigos e parentes.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As características apresentadas pelo relacionamento próximo e carinhoso do paciente com a esposa é um indicador da capacidade de adaptação do núcleo familiar ao novo estado de saúde e à nova configuração de funcionamento das relações.
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N.R.S., de 62 anos de idade, está internado há 20 dias na Enfermaria da Clínica Cirúrgica, no Setor de Oncologia, aguardando procedimento cirúrgico de excisão na supraglote, para retirada de tumor. O paciente passou por tratamento de radioterapia há um ano, tendo bons resultados, mas ocorreu recidiva local, de modo a exigir procedimento cirúrgico delicado e arriscado. N.R.S. foi levado à consulta inicial por insistência da esposa, pois não esperava que a rouquidão que o incomodava, dando a sensação de que havia algo preso na garganta, fosse algo tão sério. Simpático com todos, fez piada com a laringoscopia, imaginando que o que quer que estivesse preso na garganta, poderia ser retirado com a cânula do aparelho, e todos poderiam comemorar. No decorrer dos exames, de vez em quando estampava no rosto uma preocupação discreta, e a espera pelo resultado da biópsia foram dias de expectativa, mas com pensamentos marcadamente otimistas e de bom humor. Um objetivo estava claro: iria parar de fumar, hábito que mantinha desde os 18 anos de idade, consumindo um ou dois cigarros por dia. O diagnóstico de câncer na laringe veio em seguida. Com o apoio da esposa, passou pelos procedimentos radioterápicos, com bons resultados, e é a esposa que o motiva a continuar. Ela conta que o marido sempre foi comunicativo, brincalhão, sociável, gostava de cantar e agora sente que foi calado pela traqueostomia. N.R.S. acompanha toda a entrevista com interesse e com algumas lágrimas. A esposa carinhosamente enxuga o rosto do marido e diz que foi por isso que se casou com ele: por ele ser um homem de bom coração. O casal tem dois filhos casados, que visitam o pai diariamente (um no horário de visita matutino e outro no horário de visita vespertino), e três netos pequenos. Nas visitas, os filhos levam desenhos dos netos feitos especialmente para o vovô que está se tratando no hospital. Pelo telefone, o paciente escuta mensagens de apoio dos amigos e parentes.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O apoio social advindo dos familiares mais próximos, dos amigos e parentes constitui-se, no caso do paciente N.R.S., uma importante fonte de recursos afetivos.
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N.R.S., de 62 anos de idade, está internado há 20 dias na Enfermaria da Clínica Cirúrgica, no Setor de Oncologia, aguardando procedimento cirúrgico de excisão na supraglote, para retirada de tumor. O paciente passou por tratamento de radioterapia há um ano, tendo bons resultados, mas ocorreu recidiva local, de modo a exigir procedimento cirúrgico delicado e arriscado. N.R.S. foi levado à consulta inicial por insistência da esposa, pois não esperava que a rouquidão que o incomodava, dando a sensação de que havia algo preso na garganta, fosse algo tão sério. Simpático com todos, fez piada com a laringoscopia, imaginando que o que quer que estivesse preso na garganta, poderia ser retirado com a cânula do aparelho, e todos poderiam comemorar. No decorrer dos exames, de vez em quando estampava no rosto uma preocupação discreta, e a espera pelo resultado da biópsia foram dias de expectativa, mas com pensamentos marcadamente otimistas e de bom humor. Um objetivo estava claro: iria parar de fumar, hábito que mantinha desde os 18 anos de idade, consumindo um ou dois cigarros por dia. O diagnóstico de câncer na laringe veio em seguida. Com o apoio da esposa, passou pelos procedimentos radioterápicos, com bons resultados, e é a esposa que o motiva a continuar. Ela conta que o marido sempre foi comunicativo, brincalhão, sociável, gostava de cantar e agora sente que foi calado pela traqueostomia. N.R.S. acompanha toda a entrevista com interesse e com algumas lágrimas. A esposa carinhosamente enxuga o rosto do marido e diz que foi por isso que se casou com ele: por ele ser um homem de bom coração. O casal tem dois filhos casados, que visitam o pai diariamente (um no horário de visita matutino e outro no horário de visita vespertino), e três netos pequenos. Nas visitas, os filhos levam desenhos dos netos feitos especialmente para o vovô que está se tratando no hospital. Pelo telefone, o paciente escuta mensagens de apoio dos amigos e parentes.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A estratégia de enfrentamento do paciente, com base no otimismo e bom humor, mostra-se incompatível com o ambiente hospitalar e com a gravidade do quadro de saúde atual.
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O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma técnica utilizada com crianças diagnosticadas com transtorno de deficit de atenção e hiperatividade, segundo a terapia cognitivo-comportamental, é a autoinstrução.
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O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O princípio básico da terapia cognitivo-comportamental com crianças e adolescentes é entender como eles interpretam cognitivamente eventos e experiências e quais padrões de comportamento tornam-se repetitivos ao longo da história de cada um.
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O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As terapias cognitivo-comportamentais indicam de 20 sessões a 25 sessões para pacientes crianças, seja em formato individual ou grupal.
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O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Segundo o DSM-IV TR, um importante critério para diagnosticar o transtorno de deficit de atenção e hiperatividade é haver claras evidências de prejuízo clinicamente significativo no funcionamento social, acadêmico ou ocupacional.
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- Psicodiagnóstico e Avaliação PsicológicaTestes Psicológicos - Testes Psicométricos e Testes Projetivos
O paciente J.A.M. tem 6 anos de idade e chegou ao consultório levado pela mãe, que relata que o garoto está “absolutamente fora de controle”. Ela relata que J.A.M. não consegue manter a atenção sobre nada por mais de alguns segundos e que está constantemente se contorcendo, se agitando, correndo ou interrompendo as pessoas. Ele não obedece a ninguém e é tido como um “selvagem” pelas professoras da escola, além de sempre machucar crianças próximas. A mãe acreditava que esses seriam comportamentos típicos de uma criança ativa, mas, após consulta com psiquiatra, foi receitado o uso controlado de Ritalina®. Ela está insegura em relação à terapêutica medicamentosa e, por isso, procurou auxílio, também, com um profissional da psicologia.
Com relação a esse caso clínico e aos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Seria contraindicado o uso de testes como o WISC ou testes de desempenho contínuo para se chegar a um diagnóstico de transtornos disruptivos, como no caso de J.A.M.
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