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Criança de 6 anos de idade apresenta trocas na fala, com distorções de alguns fonemas, como se estivesse arranhando a garganta. Tem história de otites de repetição, muito frequentes nos três primeiros anos de vida e mais espaçadas atualmente. Manifesta dificuldades com alimentos líquidos, pois eles escapam pelo nariz; prefere os de consistência pastosa ou semissólida.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Com base no relato apresentado, seria importante investigar a linguagem expressiva, visto que esta se encontra muito afetada nos quadros de transtorno do espectro autista, como o caso sugere.
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Criança de 6 anos de idade apresenta trocas na fala, com distorções de alguns fonemas, como se estivesse arranhando a garganta. Tem história de otites de repetição, muito frequentes nos três primeiros anos de vida e mais espaçadas atualmente. Manifesta dificuldades com alimentos líquidos, pois eles escapam pelo nariz; prefere os de consistência pastosa ou semissólida.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O procedimento mais adequado de avaliação audiológica para essa faixa etária é a audiometria de reforço visual, garantindo a pesquisa de limiar com a atenção adequada para realização do teste.
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Criança de 6 anos de idade apresenta trocas na fala, com distorções de alguns fonemas, como se estivesse arranhando a garganta. Tem história de otites de repetição, muito frequentes nos três primeiros anos de vida e mais espaçadas atualmente. Manifesta dificuldades com alimentos líquidos, pois eles escapam pelo nariz; prefere os de consistência pastosa ou semissólida.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Nesse caso, sugere-se que, na avaliação imitanciométrica, a criança apresente curvas timpanométricas do tipo C ou Ad com reflexos ausentes em ambas as orelhas.
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Criança de 6 anos de idade apresenta trocas na fala, com distorções de alguns fonemas, como se estivesse arranhando a garganta. Tem história de otites de repetição, muito frequentes nos três primeiros anos de vida e mais espaçadas atualmente. Manifesta dificuldades com alimentos líquidos, pois eles escapam pelo nariz; prefere os de consistência pastosa ou semissólida.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As alterações de fala, audição e deglutição evidenciadas podem estar relacionadas a um quadro de fissura submucosa, compatível com a história de otites, a distorção fonética e a consistência de preferência dos alimentos.
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Criança de 6 anos de idade apresenta trocas na fala, com distorções de alguns fonemas, como se estivesse arranhando a garganta. Tem história de otites de repetição, muito frequentes nos três primeiros anos de vida e mais espaçadas atualmente. Manifesta dificuldades com alimentos líquidos, pois eles escapam pelo nariz; prefere os de consistência pastosa ou semissólida.
Acerca desse caso clínico e tendo em vista os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
É importante realizar a avaliação do processamento auditivo para determinar a presença do transtorno do processamento auditivo, por causa dos fatores de risco para o desenvolvimento adequado das habilidades auditivas.
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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
A equipe multidisciplinar da atenção básica pode se articular com o Programa de Saúde na Escola para acompanhamento mais adequado das crianças em fase escolar.
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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
É vedado à equipe da atenção básica realizar a avaliação clínica e a observação de possíveis dificuldades de fala, visto que tal procedimento é exclusivo do fonoaudiólogo.
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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
No caso de crianças em fase escolar, a equipe multiprofissional deve acompanhar o fonoaudiólogo da atenção básica para que ele averigue os possíveis sinais de alteração da linguagem oral.
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Quando se refere à saúde das crianças, as equipes de atenção básica devem realizar avaliações globais relativas ao desenvolvimento da criança, a partir de equipe multiprofissional.
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolos da atenção básica: saúde da criança / Ministério da Saúde, Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
Com base nas informações do texto, julgue os itens a seguir
Faz parte do protocolo de avaliação global de crianças menores de 6 anos de idade a verificação dos testes da “linguinha”, do “olhinho”, do “coraçãozinho” e da “orelhinha”, na carteira da criança.
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Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.
Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.
As perdas auditivas retrococleares não são detectáveis pelo teste de otoemissões acústicas, mas essas são menos prevalentes entre os bebês sem indicadores de risco.
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