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1600676 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

A triagem auditiva deve ser universal, ou seja, realizada em bebês com e sem risco para a perda auditiva, e o potencial evocado auditivo é o exame preconizado para esse procedimento.

 

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1600675 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

A triagem auditiva neonatal deve ser efetuada até o terceiro mês de vida dos neonatos, ou até o sexto mês de vida dos lactentes (idade corrigida), considerando os prematuros e aqueles com longos períodos de internação.

 

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1600674 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

A sífilis congênita pode ocasionar sequelas neurológicas, deformidades ósseas e dentárias, bem como perda visual; portanto, não implica fator de risco para perda auditiva.

 

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1600673 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

O RN identificado como portador de infecção congênita pelo CMV precisa ser avaliado clinicamente e com exames complementares, a fim de determinar o grau do comprometimento do sistema nervoso central e auditivo.

 

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1600672 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

O protocolo de exames preconizados para bebês com indicadores de risco são otoemissões acústicas e potencial evocado da audição (BERA) ao nascimento, e, com resultados satisfatórios, deve-se manter o monitoramento da função auditiva com audiometria de reforço visual.

 

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1600671 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

Quanto à prevenção da perda auditiva na doença congênita causada por vírus, é importante ressaltar as medidas para diminuir a morbidade em longo prazo, especialmente no que se refere à surdez condutiva.

 

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1600670 Ano: 2019
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Segundo dados de diferentes estudos epidemiológicos, a prevalência da deficiência auditiva varia de um a seis neonatos para cada mil nascidos vivos, e de um a quatro para cada 100 recém-nascidos provenientes de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Essa prevalência é considerada elevada se comparada a outras doenças passíveis de triagem na infância, como: fenilcetonúria 1:10.000; anemia falciforme 2:10.000; surdez 30:10.000 (NCHAM, 2012). São considerados neonatos ou lactentes com indicadores de risco para deficiência auditiva (Irda) aqueles que apresentarem fatores específicos em suas histórias clínicas (JCIH, 2007; LEWIS et al., 2010).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de Atenção da Triagem Auditiva Neonatal / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas e Departamento de Atenção Especializada. Brasília: Ministério da Saúde, 2012, p. 7, com adaptações.

Considerando as recomendações a respeito da triagem auditiva neonatal e suas relações com os indicadores de risco, julgue os itens a seguir.

A identificação e o acompanhamento especializado do recém-nascido (RN) portador de deficiência auditiva podem propiciar intervenção precoce, evitando sequelas maiores.

 

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O fonoaudiólogo, em parceria com a educação, a partir de seus conhecimentos específicos relacionados à aquisição da leitura e da escrita, à linguagem oral, à voz e à audição, auxiliará a comunidade educacional no processo educativo. Nesse contexto, poderá atuar em redes públicas e no setor privado de ensino, em todos os níveis e modalidades, inclusive nas esferas administrativas.

Enunciado 1600669-1

Com base no texto, julgue os itens a seguir.

O papel do fonoaudiólogo é o de contribuir com o processo de alfabetização e letramento de acordo com as normativas vigentes para a educação.

 

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O fonoaudiólogo, em parceria com a educação, a partir de seus conhecimentos específicos relacionados à aquisição da leitura e da escrita, à linguagem oral, à voz e à audição, auxiliará a comunidade educacional no processo educativo. Nesse contexto, poderá atuar em redes públicas e no setor privado de ensino, em todos os níveis e modalidades, inclusive nas esferas administrativas.

Enunciado 1600668-1

Com base no texto, julgue os itens a seguir.

O fonoaudiólogo deverá atuar na observação do ambiente físico e escolar em relação ao ruído e à acessibilidade.

 

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Considere um paciente de 12 anos de idade. A mãe relatou em entrevista que a gestação foi planejada e ocorreu sem intercorrências, porém o menino nasceu com o cordão umbilical enrolado ao pescoço. O desenvolvimento neuropsicomotor foi normal. O menino apresenta sono agitado, acompanhado por apneias. Repetiu a terceira série duas vezes. Seguindo a indicação escolar, a mãe já buscou atendimento psicológico e neurológico.

Tendo em vista esse caso clínico, quanto à fonoaudiologia e à interface com as propostas educacionais brasileiras, julgue os itens a seguir.

Espera-se que o fonoaudiólogo examine a demanda da equipe que atua na escola e, com base nas conclusões observadas, discuta e defina com a equipe escolar as estratégias que poderão fazer parte da solução dos problemas educacionais elencados, aplicando ativamente terapias individuais nos alunos.

 

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