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1600222 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600222-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

São cuidados prescritos para esse paciente pelo enfermeiro: manter meias elásticas no paciente, para prevenção de trombose venosa profunda, manter carrinho de emergência próximo e checado, manter um biombo ou similar, assegurando a privacidade do paciente / atendimento e proteção aos demais pacientes que porventura estejam no mesmo quarto.

 

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1600221 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600221-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Para melhorar o retorno venoso e evitar o aumento da PIC, o enfermeiro deve posicionar esse paciente em Trendelembrurg, 15º a 20º .

 

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1600220 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600220-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O enfermeiro deve fracionar os cuidados prestados ao paciente, principalmente os que sabidamente causem aumento da pressão intracraniana (PIC), mudança de decúbito, aspiração traqueal, banho. Deve-se também evitar manobras de Valsalva, manter o paciente alinhado no leito e controlar a sedação e a dor.

 

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1600219 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600219-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

A prescrição de manitol nesses casos é indicada, pois esse medicamento é um analgésico narcótico, que se liga aos receptores do cérebro, medula e musculatura, inibindo o trajeto nóxico.

 

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1600218 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600218-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de enfermagem “disfunção neurovascular periférica” pode ser atribuído a esse paciente pela presença das características definidoras de lesão nos MMSS, imobilidade no leito, ausência de mobilização espontânea e pupilas fotorreagentes.

 

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1600217 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600217-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

O diagnóstico de enfermagem “capacidade adaptativa intracraniana diminuída” pode ser atribuído a esse paciente por ter como características definidoras a tríade: hipertensão, bradicardia e alteração da frequência respiratória.

 

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1600216 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600216-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Com relação aos achados, é correto afirmar que o paciente apresenta diminuição moderada do nível de consciência desde o momento do trauma até a avaliação no hospital, vômitos, hipertensão, bradicardia e eupneia (sinais clínicos de hipertensão intracraniana), mas ainda com pupilas isocóricas.

 

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1600215 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

O prognóstico de um paciente com quadro de acidente vascular cerebral, tanto isquêmico quanto hemorrágico, depende de três fatores básicos: condições prévias, gravidade do AVC e adequação do tratamento empregado.

Quanto aos cuidados desse tipo de paciente na unidade de terapia intensiva (UTI), julgue os itens a seguir.

Os pacientes agitados e (ou) confusos, que possuam distúrbios neurológicos, que estejam sob efeito de medicações sedativas, são potenciais pacientes com risco de queda, e uma das medidas para prevenção seria atender prontamente ao chamado para necessidade de eliminação fisiológica.

 

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1600214 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

O prognóstico de um paciente com quadro de acidente vascular cerebral, tanto isquêmico quanto hemorrágico, depende de três fatores básicos: condições prévias, gravidade do AVC e adequação do tratamento empregado.

Quanto aos cuidados desse tipo de paciente na unidade de terapia intensiva (UTI), julgue os itens a seguir.

São indicados os enemas em casos de fecalomas no paciente com quadro de AVC, pois há a prerrogativa da diminuição da pressão intracraniana quando acontece a descompressão intestinal.

 

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1600213 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

O prognóstico de um paciente com quadro de acidente vascular cerebral, tanto isquêmico quanto hemorrágico, depende de três fatores básicos: condições prévias, gravidade do AVC e adequação do tratamento empregado.

Quanto aos cuidados desse tipo de paciente na unidade de terapia intensiva (UTI), julgue os itens a seguir.

A aplicação da escala de coma de Glasgow torna-se um instrumento importante, visto que as alterações como aumento de pressão intracraniana ou aumento de hemorragia podem se apresentar por meio de alterações do diâmetro das pupilas.

 

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