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1600232 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Saber manejar as reações anafiláticas é de extrema importância, pois são emergências tratáveis que, se não cuidadas, ameaçam a vida.

Acerca das anafilaxias, julgue os itens a seguir.

As reações anafiláticas são causadas, na maioria das vezes, por alimentos, picadas de insetos ou contato com animais e por drogas (medicações), sendo estas as mais prevalentes.

 

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1600231 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.

De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.

Sinal de Cullen: equimose em região inguinal e base do pênis. Indicativo de hemorragia retroperitoneal. Pode ser encontrado em pancreatite necro-hemorrágica.

 

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1600230 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.

De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.

Sinal de Murphy: o paciente interrompe a respiração por dor à palpação do hipocôndrio direito. Indica peritonite local e colecistite aguda.

 

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1600229 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.

De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.

Sinal de Lapinski: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito. Pode ser indicativo de apendicite.

 

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1600228 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.

Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.

Uma recomendação com evidência forte foi acrescida como atualização em 2017: o uso de corticosteroides na PCR extra-hospitalar. O que deve ser feito é uma combinação de vasopressina 20 UI + adrenalina 1 mg a cada 3 minutos e, no primeiro ciclo, uma dose de metilprednisolona 40 mg. Após retorno à circulação espontânea, o paciente ainda deve ser mantido com hidrocortisona 300 mg/dia por sete dias.

 

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1600227 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.

Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.

O uso da capnografia para monitorização da RCP já havia surgido como recomendação Classe I, em 2010. Agora mais um item relacionado à capnografia é apontado. Em pacientes que estiverem intubados, um ETCO2 que não ultrapassa 10 mmHg na capnografia, após 20 minutos de RCP, está associado a uma probabilidade muito baixa de ressuscitação.

 

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1600226 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.

Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.

No adulto, uma vez que o tubo orotraqueal (ou outro dispositivo de via aérea avançado) esteja posicionado, simplificou-se a realização de ventilação para 10 ciclos por minuto (1 respiração a cada 6 segundos).
 

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1600225 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.

Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.

A vasopressina foi acrescentada ao algoritmo de suporte avançado de vida, para simplificar a conduta.

 

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1600224 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.

Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.

Para crianças, o suporte básico de vida indica que, caso a vítima não respire, mas apresente pulso, deve-se aplicar 1 ventilação a cada 6 segundos, ou 10 ventilações por minuto.
 

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1600223 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Enunciado 1600223-1
Um paciente de 25 anos de idade retornava de motocicleta para a própria residência, sem capacete, quando colidiu com um veículo ao ultrapassar o semáforo fechado. Foi atendido pelo resgate, que o levou ao hospital em prancha longa e colar cervical rígido. Na avaliação neurológica inicial pela escala de coma de Glasgow (ECGl), no local, encontrava-se com ECGl 14, com escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Durante o transporte, apresentou rebaixamento do nível de consciência para ECGl 11 e vômitos. Ao chegar ao pronto-socorro, verifica-se que o paciente está com ECGl 7 e que não recebeu sedação durante a remoção. Exame físico: pupilas isocóricas fotorreagentes, em prancha com colar cervical rígido, ECGl 7, apresentando escoriações em tronco e membros superiores, além de ferida cortocontusa em região parietal D. Apresenta-se acianótico, afebril, hipocorado (+/4+), hidratado. FC = 50 bpm, PA = 196 mmHg x 120 mmHg, FR =24 ipm, Sat = 87%; apresenta movimentos ventilatórios bilateralmente, com roncos difusos à ausculta, abdome peristáltico, plano sem fácies de dor à palpação, sem massas e (ou) visceromegalias. MMII sem edemas, pulsos presentes. MMSS com escoriações superficiais, pulsos presentes.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.

Com base na imagem tomográfica do paciente, confirma-se o diagnóstico de hemorragia subdural, caracterizada pelo acúmulo de sangue abaixo da camada meníngea da dura-máter e acima do revestimento aracnoideo do encéfalo.

 

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