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Saber manejar as reações anafiláticas é de extrema importância, pois são emergências tratáveis que, se não cuidadas, ameaçam a vida.
Acerca das anafilaxias, julgue os itens a seguir.
As reações anafiláticas são causadas, na maioria das vezes, por alimentos, picadas de insetos ou contato com animais e por drogas (medicações), sendo estas as mais prevalentes.
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Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.
De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.
Sinal de Cullen: equimose em região inguinal e base do pênis. Indicativo de hemorragia retroperitoneal. Pode ser encontrado em pancreatite necro-hemorrágica.
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Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.
De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.
Sinal de Murphy: o paciente interrompe a respiração por dor à palpação do hipocôndrio direito. Indica peritonite local e colecistite aguda.
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Abdome agudo é um diagnóstico sindrômico, cujo principal sintoma é a dor abdominal. Nem sempre o tratamento será cirúrgico; muitas vezes pode ser clínico. Ele pode ser do tipo inflamatório, obstrutivo, perfurativo, vascular e hemorrágico. Entre as causas mais comuns de cada um, é citada a apendicite aguda, como principal causa de abdome agudo inflamatório; bridas são responsáveis pela maior parte dos casos de obstrução; úlcera perfurada pelos quadros perfurativos; embolia da artéria mesentérica superior nos vasculares; por fim, a gravidez tubária rota, nos hemorrágicos.
De acordo com os sinais semiológicos identificados pelo enfermeiro durante o exame físico do paciente com suspeita de abdome agudo, julgue os itens a seguir.
Sinal de Lapinski: dor à compressão do ceco contra a parede posterior do abdome, enquanto o doente eleva o membro inferior direito. Pode ser indicativo de apendicite.
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Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
Uma recomendação com evidência forte foi acrescida como atualização em 2017: o uso de corticosteroides na PCR extra-hospitalar. O que deve ser feito é uma combinação de vasopressina 20 UI + adrenalina 1 mg a cada 3 minutos e, no primeiro ciclo, uma dose de metilprednisolona 40 mg. Após retorno à circulação espontânea, o paciente ainda deve ser mantido com hidrocortisona 300 mg/dia por sete dias.
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Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
O uso da capnografia para monitorização da RCP já havia surgido como recomendação Classe I, em 2010. Agora mais um item relacionado à capnografia é apontado. Em pacientes que estiverem intubados, um ETCO2 que não ultrapassa 10 mmHg na capnografia, após 20 minutos de RCP, está associado a uma probabilidade muito baixa de ressuscitação.
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Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
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Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
A vasopressina foi acrescentada ao algoritmo de suporte avançado de vida, para simplificar a conduta.
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Designa-se parada cardiorrespiratória (PCR) a cessação súbita e inesperada da atividade mecânica ventricular útil e suficiente em individuo sem moléstia incurável, debilitante, irreversível e crônica. Nesses últimos, a parada cardíaca nada mais é do que a consequência natural da evolução maligna da doença de base e constitui a morte propriamente dita.
Acerca da PCR e da Reanimação Cardiopulmonar (RCP), de acordo com as diretrizes AHA 2018 e as respectivas atualizações, julgue os itens a seguir.
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Com base na imagem tomográfica do paciente, confirma-se o diagnóstico de hemorragia subdural, caracterizada pelo acúmulo de sangue abaixo da camada meníngea da dura-máter e acima do revestimento aracnoideo do encéfalo.
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