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1600202 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Com relação às atribuições do enfermeiro na unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), jugue os itens a seguir.

Entre pacientes com doença coronária, incluindo infarto agudo do miocárdio, a presença do bloqueio do ramo esquerdo (BRE) correlaciona-se com doença mais extensa, disfunção ventricular esquerda mais grave e taxas de sobrevida reduzidas.

 

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1600201 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Com relação às atribuições do enfermeiro na unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), jugue os itens a seguir.

Nos protocolos de IAM, há indicação de administração de trombolítico quando em janela de 36 horas, independentemente do tipo de alteração no ECG.

 

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1600200 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
Com relação às atribuições do enfermeiro na unidade de terapia intensiva coronariana (UCO), jugue os itens a seguir.

É importante que o enfermeiro saiba ler os traçados do eletrocardiograma para conseguir detectar, por exemplo, um infarto agudo do miocárdio com supradesnível do segmento ST.

 

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1600199 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
.
# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
.
# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
.
# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
.
# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Essa paciente está em estado grave e precisa de um balanço hídrico rigoroso.

 

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1600198 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
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# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
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# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nos exames laboratoriais, essa paciente apresentou ureia de 211 mg/dL e sódio de 153,0 mEq/L, o que significa que necessita imediatamente de terapia renal substitutiva (TRS), pois trará grandes e imediatas vantagens.

 

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1600197 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
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# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
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# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
.
# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Ao realizar a avaliação da paciente, o enfermeiro deve observar as características definidoras e os fatores relacionados à patologia que levarão à elaboração do diagnóstico de enfermagem e do plano de cuidados.

 

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1600196 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS
ID: ROS, 69 anos de idade, sexo feminino
DN: 12/04/1950
.
# HD:
>>> ICC descompensada – perfil B – (FEVE: 15%)
>>> Derrame pleural HTD a/e – paraneoplásico? ICC?
>>> HAS, DM, DRC agudizada
>>> Sepse de foco pulmonar – tratada
>>> EAP recorrente
>>> Neoplasia/adenoma de parótida direita -> linfonodomegalia torácica a/e
>>> Hipercalemia
.
# Fez uso de:
Tazocin – 07/11/19 – 24/11/19
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# HP:
Portadora de DM, HAS, ICC, miocardiopatia dilatada chagásica, massa cervical D (desde 2013 sem investigação)
– cirurgia de cabeça e pescoço
Faz uso regular: furosemida 40 mg 1-0-0; bisoprolol 5 mg 1-0-0; hidralazina 50 mg 1-0-1; propatilnitrato 10 mg 1-0-1;
ivabradina 5 mg 0-1-0; insulina NPH 12-8-4 UI
Sem alergia medicamentosa
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Admissão UTI – paciente levada à UTI para compensação clínica, com quadro de dispneia aos pequenos esforços e taquipneia (FR = 24 irpm), além de dessaturação (SatO2 = 96%). PA na admissão = 158 mmHg x 104 mmHg.
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# Evolução – paciente mantém grave estado geral, segue desorientada em tempo e espaço, respondendo a comandos, tendendo à hipertensão e à taquicardia. Hemodinâmica estável, sem infusão de drogas vasoativas desde o dia anterior. Em ventilação espontânea, com aporte de oxigênio sob cateter nasal 5 L/min, sem sinais de desconforto respiratório, mantendo saturação periférica limítrofe. Sem registros de febre.
Dieta por SNE, último episódio de hipoglicemia na tarde de ontem. Diurese via SVD, débito urinário de 1.100 mL/24 horas. Sem registros de evacuação desde a internação em BOX de emergência.
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# Ao exame
PA = 130 mmHg x 83 mmHg | Pressão arterial média = (98) mmHg | FC = 99 bpm | SatO2 = 93% CN 5 L/min
| FR = 20 ipm | Tax = 36,4 °C
GEG, vigil, hipocorada 1+/4+, hidratada, acianótica, anictérica, afebril.
Presença de massa aderida a planos profundos em região cervical direita, leve hemorragia em conduto auditivo.
ACV = RCR em 2T, BNF.
AR = MV reduzido em base direita, com crepitações bilaterais.
Abdome: globoso, doloroso à palpação em flanco D, com fígado palpável abaixo da RCD, RHA+, edema de parede abdominal.
Extremidades: aquecidas, TEC < 3s, edema de mmii 2+/4+.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

No caso dessa paciente, há necessidade de intubação orotraqueal, pois, aparentemente, está em Glasgow 5.

 

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1600195 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, divorciado e aposentado, chega à emergência apresentando síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica que, após estabilização, evoluiu posteriormente para quadro de hipoglicemia.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os fatores mais importantes que determinam a hiperglicemia são: a resistência à ação insulínica com a consequente diminuição da incorporação de glicose à célula e o aumento da gliconeogênese e falta de “freio” desta pela insulina.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1600194 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, divorciado e aposentado, chega à emergência apresentando síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica que, após estabilização, evoluiu posteriormente para quadro de hipoglicemia.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Os riscos atribuíveis à hipoglicemia secundária ao tratamento com insulina podem ser evitados ou minimizados com a implementação de algoritmos terapêuticos adequados, minimizando os erros de monitorização e evitando a hipercorreção da hipoglicemia com a finalidade de prevenir o dano neuronal secundário à hipoglicemia e à hiperglicemia de reperfusão.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1600193 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Um paciente de 78 anos de idade, divorciado e aposentado, chega à emergência apresentando síndrome hiperosmolar hiperglicêmica não cetótica que, após estabilização, evoluiu posteriormente para quadro de hipoglicemia.

A respeito desse caso clínico e considerando os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.

Hipoglicemia é a diminuição dos níveis glicêmicos – com ou sem sintomas – para valores abaixo de 70 mg/dL. Os sintomas clínicos, entretanto, usualmente ocorrem quando a glicose plasmática é menor, de 60 mg/dL a 50 mg/dL, podendo esse limiar ser mais alto para aqueles pacientes cujas médias de glicemias são elevadas, ou mais baixo para aqueles que fazem tratamento intensivo e estão acostumados a glicemias mais baixas.
 

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