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Uma criança de 10 anos de idade com diagnóstico de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta glóbulos brancos, importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Após diversas investidas terapêuticas, como quimioterapia e transplante de medula óssea, o adoecimento da criança mantém-se grave, sendo esta encaminhada para início de conduta paliativista.
A respeito desse caso clínico e com base nos princípios relacionados aos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
O psicólogo deve estimular a criança e a respectiva família a pensarem e falarem livremente sobre a própria situação, de modo a legitimar o sofrimento e a contribuir para a elaboração das experiências de adoecimento, processo de morte e luto.
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- Psicologia da SaúdeDor, Estresse e Luto
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Uma criança de 10 anos de idade com diagnóstico de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta glóbulos brancos, importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Após diversas investidas terapêuticas, como quimioterapia e transplante de medula óssea, o adoecimento da criança mantém-se grave, sendo esta encaminhada para início de conduta paliativista.
A respeito desse caso clínico e com base nos princípios relacionados aos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
Diante de um adoecimento grave, é correto realizar-se a comunicação de más notícias, a qual é guiada por um médico e deve contar com a participação do psicólogo.
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Uma criança de 10 anos de idade com diagnóstico de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta glóbulos brancos, importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Após diversas investidas terapêuticas, como quimioterapia e transplante de medula óssea, o adoecimento da criança mantém-se grave, sendo esta encaminhada para início de conduta paliativista.
A respeito desse caso clínico e com base nos princípios relacionados aos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
A criança não precisa ser informada a respeito da terapêutica paliativista, haja vista que, legalmente, a criança não possui capacidade de escolha e autonomia sobre o próprio tratamento.
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- Psicologia da SaúdeCuidados Paliativos na Psicologia
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Uma criança de 10 anos de idade com diagnóstico de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que afeta glóbulos brancos, importantes para o funcionamento do sistema imunológico. Após diversas investidas terapêuticas, como quimioterapia e transplante de medula óssea, o adoecimento da criança mantém-se grave, sendo esta encaminhada para início de conduta paliativista.
A respeito desse caso clínico e com base nos princípios relacionados aos cuidados paliativos, julgue os itens a seguir.
A decisão de incluir a criança em cuidados paliativos é exclusiva da equipe médica, uma vez que a medicina é a ciência que conduz as terapêuticas de saúde.
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Considere uma criança de 12 anos de idade com diagnóstico de insuficiência renal crônica há um ano. A paciente está acompanhada pelo pai. O genitor relata que o adoecimento renal foi descoberto durante tratamento de uma infecção agressiva, no qual constatou-se perda de função renal aguda. Foi necessário confeccionar, de forma abrupta, um acesso venoso central (em jugular), em caráter de urgência, para realização de hemodiálise. No momento, a paciente encontra-se internada para controle de crise hipertensiva. O médico assistente notou que a criança apresentava ato compulsivo de arrancar os cabelos (tricotilomania). A psicologia foi solicitada a avaliar e acompanhar a criança.
Acerca desse caso clínico e considerando a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue os itens a seguir.
Com relação à tricotilomania, o tratamento psicológico mais adequado para essa criança seria o de psicoterapia. Desse modo, a atuação do psicólogo hospitalar é restrita às questões relacionadas à insuficiência renal crônica.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdeEquipes de Saúde, Multidisciplinaridade e Interdisciplinaridade
Considere uma criança de 12 anos de idade com diagnóstico de insuficiência renal crônica há um ano. A paciente está acompanhada pelo pai. O genitor relata que o adoecimento renal foi descoberto durante tratamento de uma infecção agressiva, no qual constatou-se perda de função renal aguda. Foi necessário confeccionar, de forma abrupta, um acesso venoso central (em jugular), em caráter de urgência, para realização de hemodiálise. No momento, a paciente encontra-se internada para controle de crise hipertensiva. O médico assistente notou que a criança apresentava ato compulsivo de arrancar os cabelos (tricotilomania). A psicologia foi solicitada a avaliar e acompanhar a criança.
Acerca desse caso clínico e considerando a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue os itens a seguir.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdePsicologia Hospitalar
Considere uma criança de 12 anos de idade com diagnóstico de insuficiência renal crônica há um ano. A paciente está acompanhada pelo pai. O genitor relata que o adoecimento renal foi descoberto durante tratamento de uma infecção agressiva, no qual constatou-se perda de função renal aguda. Foi necessário confeccionar, de forma abrupta, um acesso venoso central (em jugular), em caráter de urgência, para realização de hemodiálise. No momento, a paciente encontra-se internada para controle de crise hipertensiva. O médico assistente notou que a criança apresentava ato compulsivo de arrancar os cabelos (tricotilomania). A psicologia foi solicitada a avaliar e acompanhar a criança.
Acerca desse caso clínico e considerando a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue os itens a seguir.
O psicólogo poderá conhecer o contexto familiar, o histórico de desenvolvimento emocional e de adoecimento da criança para averiguar questões psíquicas que estejam influenciando o comportamento da criança em arrancar os cabelos.
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Considere uma criança de 12 anos de idade com diagnóstico de insuficiência renal crônica há um ano. A paciente está acompanhada pelo pai. O genitor relata que o adoecimento renal foi descoberto durante tratamento de uma infecção agressiva, no qual constatou-se perda de função renal aguda. Foi necessário confeccionar, de forma abrupta, um acesso venoso central (em jugular), em caráter de urgência, para realização de hemodiálise. No momento, a paciente encontra-se internada para controle de crise hipertensiva. O médico assistente notou que a criança apresentava ato compulsivo de arrancar os cabelos (tricotilomania). A psicologia foi solicitada a avaliar e acompanhar a criança.
Acerca desse caso clínico e considerando a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), julgue os itens a seguir.
No contexto hospitalar, não é possível realizar uma avaliação psicológica, uma vez que o ambiente não é propício à aplicação de testes psicométricos.
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Uma paciente relata que saiu de sua cidade natal, no Piauí, muito cedo e que em Brasília se sente muito sozinha. Tem uma irmã, mas não se dão muito bem porque a irmã não gosta do esposo da paciente. Relatou sofrer de depressão desde que teve o primeiro filho. Informou que nunca quis ter filhos, que se sentiu despreparada quando engravidou tanto do primeiro filho quanto da segunda filha. Disse ainda que o maior sonho dela sempre foi ter uma família, formar a própria família, visto que os respectivos pais estão distantes. Teve o primeiro filho, passou 11 anos casada, porém relata nunca ter amado o próprio esposo e nunca ter se preparado para assumir grandes responsabilidades como cuidar de filho e marido. Relatou ter sofrido depressão pós-parto da segunda filha. É muito preocupada com regras sociais e opiniões de terceiros. Relata que se sente muito sozinha e faz de tudo para ter a atenção do esposo. Quando ele faz uso de álcool, ela também acaba fazendo, pois afirma querer sempre estar junto a ele. Quando é agredida pelo marido, sempre relata que ele está alcoolizado e que, na maioria das vezes, ela também está. Depois que passa o efeito do álcool, ele sempre justifica que não lembra de nada e sempre compra presentes caros para ela, assim como dá flores como forma de pedir desculpas.
Com base no caso apresentado, julgue os itens a seguir.
São escolas de terapia familiar: escola trigeracional, escola existencial, escola estratégica e escola comunicacional.
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Uma paciente relata que saiu de sua cidade natal, no Piauí, muito cedo e que em Brasília se sente muito sozinha. Tem uma irmã, mas não se dão muito bem porque a irmã não gosta do esposo da paciente. Relatou sofrer de depressão desde que teve o primeiro filho. Informou que nunca quis ter filhos, que se sentiu despreparada quando engravidou tanto do primeiro filho quanto da segunda filha. Disse ainda que o maior sonho dela sempre foi ter uma família, formar a própria família, visto que os respectivos pais estão distantes. Teve o primeiro filho, passou 11 anos casada, porém relata nunca ter amado o próprio esposo e nunca ter se preparado para assumir grandes responsabilidades como cuidar de filho e marido. Relatou ter sofrido depressão pós-parto da segunda filha. É muito preocupada com regras sociais e opiniões de terceiros. Relata que se sente muito sozinha e faz de tudo para ter a atenção do esposo. Quando ele faz uso de álcool, ela também acaba fazendo, pois afirma querer sempre estar junto a ele. Quando é agredida pelo marido, sempre relata que ele está alcoolizado e que, na maioria das vezes, ela também está. Depois que passa o efeito do álcool, ele sempre justifica que não lembra de nada e sempre compra presentes caros para ela, assim como dá flores como forma de pedir desculpas.
Com base no caso apresentado, julgue os itens a seguir.
A terapia cognitivo-comportamental pode ser utilizada nos casos de adicção. Em casos como esses, um modelo de estrutura básica de uma sessão terapêutica pode conter as seguintes etapas: revisão do humor e da semana, ponte com a última sessão, revisão das tarefas, elaboração da agenda, trabalho com itens da agenda, resumos periódicos e resumos finais, e feedback da sessão.
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