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- Psicologia ClínicaAvaliação Psicológica
- Psicologia OrganizacionalSaúde no trabalhoPsicopatologia do Trabalho
A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma avaliação psicológica unicamente qualitativa seria o suficiente para se chegar a um diagnóstico de Burnout ou absenteísmo para o caso de A.
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- Psicologia OrganizacionalEstresse Laboral
- Psicologia OrganizacionalSaúde no trabalhoPsicopatologia do Trabalho
A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A. pode ser considerado um exemplo típico de pessoa acometida pela síndrome de Burnout.
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A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma possível intervenção psicológica direcionada a A., no respectivo contexto de trabalho, seria buscar provocar dissonância cognitiva, a fim de mudar as respectivas atitudes frente ao contexto, tendo em vista que esse, dificilmente muda.
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A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A teoria do planejamento do trabalho pode ser utilizada como modelo teórico para explicar as variações de motivação vivenciadas por A.
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A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em função da respectiva atual condição, de funcionário de empresa privada, não é possível que A. adentre em programas oferecidos pelo centro especializado em saúde do trabalhador da região dele.
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- Psicologia OrganizacionalEstresse Laboral
- Psicologia OrganizacionalSaúde no trabalhoPsicopatologia do Trabalho
A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
São possíveis elementos do quadro sindrômico de A.: exaustão emocional, despersonalização e diminuição da realização pessoal.
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A., 50 anos de idade, casado, técnico em telecomunicações, funcionário de empresa de telefonia há 28 anos. Seus problemas começaram em 1996, com sucessivas mudanças administrativas: foi transferido de unidade duas vezes e assumiu, sem consulta prévia, posto de gerência, aumentando suas atribuições, enquanto reduzia-se o efetivo de pessoal. Suas novas tarefas incluíam a demissão de funcionários. Para aprender o novo serviço, passou a trabalhar até mais tarde nos fins de semana. Começou a sentir-se muito cansado fisicamente, ansioso, tenso e insone. Após a privatização da empresa, instalou- se o processo de reestruturação produtiva, com demissões em massa e expansão dos serviços. Os novos contratados não estavam suficientemente qualificados para as funções, exigindo maior esforço na tarefa de supervisão. Havia sucessivas “mudanças de diretriz” (Mandavam a gente fazer tudo de um jeito, e no dia seguinte não era mais nada daquilo, o trabalho era jogado fora), além das ameaças de demissão, da desmoralização dos funcionários e das exigências cada vez maiores de rendimento (quando a meta não era alcançada, era porque éramos incompetentes; quando se conseguia, deveríamos ter nos esforçado mais para superá-la). Além do cansaço físico, sentia-se exigido além do limite emocional. Pensar em trabalho deixava-o irritado e impaciente, ao contrário do que sempre foi (considerava-o como prioridade, fonte de satisfação pessoal e orgulho). A. passou a apresentar, além da ansiedade, tristeza profunda, falta de prazer nas atividades, dificuldade em tomar decisões, perda de apetite e de peso (cerca de 14 kg em 7 meses), “brancos” de memória, desesperança, sentimento de desvalorização pessoal e vontade de morrer. Foi, então, afastado de suas atividades laborativas, e iniciou tratamento psiquiátrico em 2000.
VIEIRA, I. et al. Revista psiquiátrica do RS, 28 (3), p. 353, 2006. Disponível em: . Acesso em: 10 nov. 2019, com adaptações.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Alguns episódios e vivências de A. podem caracterizálo como líder voltado para a tarefa, o que explica a tendência a ter desgastes em sua saúde física e mental.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdePsicologia e Saúde Pública
[21/10/2019] O Distrito Federal teve ao menos 26 casos de feminicídio em 2019. Diante dessa triste realidade, um grupo decidiu organizar uma assembleia para discutir caminhos para combater a violência doméstica e o assassinato de mulheres em razão do gênero. O encontro está marcado para o próximo sábado (26/10), às 15h, no Museu Nacional. [...] Uma das organizadoras, a socióloga e professora Ayla Viçosa, 25 anos, explica que o evento foi construído por mulheres de diversas organizações, movimentos, partidos e entidades do DF. “Essa amplitude se deve justamente à urgência de garantir políticas públicas efetivas que mudem esse quadro com índices alarmantes, atuando não só na punição, mas também na prevenção de feminicídios, com uma rede de apoio e suporte maior a mulheres vítimas de relacionamentos abusivos e de violência doméstica.”
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Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os processos de revitimização, em casos de violência contra a mulher, são bastante raros em nível terciário do Sistema Único de Saúde, tendo em vista que os profissionais de psicologia que atuam em níveis primário e secundário, via de regra, comunicam em forma de documento psicológico o histórico de vítimas dessa violência. Isso ocorre em função da Portaria nº 4.576/1983 do Ministério da Saúde.
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[21/10/2019] O Distrito Federal teve ao menos 26 casos de feminicídio em 2019. Diante dessa triste realidade, um grupo decidiu organizar uma assembleia para discutir caminhos para combater a violência doméstica e o assassinato de mulheres em razão do gênero. O encontro está marcado para o próximo sábado (26/10), às 15h, no Museu Nacional. [...] Uma das organizadoras, a socióloga e professora Ayla Viçosa, 25 anos, explica que o evento foi construído por mulheres de diversas organizações, movimentos, partidos e entidades do DF. “Essa amplitude se deve justamente à urgência de garantir políticas públicas efetivas que mudem esse quadro com índices alarmantes, atuando não só na punição, mas também na prevenção de feminicídios, com uma rede de apoio e suporte maior a mulheres vítimas de relacionamentos abusivos e de violência doméstica.”
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Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Os dispositivos do acolhimento, do encaminhamento e do estudo de caso se configuram como algumas das principais estratégias de atendimento a casos de violência contra a mulher, no âmbito das atividades de profissionais da psicologia, na atenção primária.
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- Psicologia da SaúdePsicologia e SaúdeSUS - Serviço Único de Saúde
- Psicologia da SaúdePsicologia e Saúde Pública
[21/10/2019] O Distrito Federal teve ao menos 26 casos de feminicídio em 2019. Diante dessa triste realidade, um grupo decidiu organizar uma assembleia para discutir caminhos para combater a violência doméstica e o assassinato de mulheres em razão do gênero. O encontro está marcado para o próximo sábado (26/10), às 15h, no Museu Nacional. [...] Uma das organizadoras, a socióloga e professora Ayla Viçosa, 25 anos, explica que o evento foi construído por mulheres de diversas organizações, movimentos, partidos e entidades do DF. “Essa amplitude se deve justamente à urgência de garantir políticas públicas efetivas que mudem esse quadro com índices alarmantes, atuando não só na punição, mas também na prevenção de feminicídios, com uma rede de apoio e suporte maior a mulheres vítimas de relacionamentos abusivos e de violência doméstica.”
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Com base nas informações do texto apresentado e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O psicólogo atuante na atenção básica do Sistema Único de Saúde, ao tomar conhecimento de situações de violência sexual contra crianças, adolescentes ou mulheres, deve interpor notificação compulsória à autoridade competente.
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