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Um paciente de 21 anos de idade realizou uma cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral. Evoluiu bem, porém, com 10 semanas de pós-operatório, apresentou ferida operatória com elevação de seus bordos, de forma desorganizada e crescimento lento e além das bordas da ferida.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Determinadas síndromes estão associadas à formação de queloide, por exemplo, síndrome de Rubinstein-Taybi e esclerodermia.
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Um paciente de 21 anos de idade realizou uma cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral. Evoluiu bem, porém, com 10 semanas de pós-operatório, apresentou ferida operatória com elevação de seus bordos, de forma desorganizada e crescimento lento e além das bordas da ferida.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Esse caso trata-se de queloide, e a regressão espontânea é esperada após um ano.
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Uma paciente de 60 anos de idade, hipertensa e diabética, que trabalha como passadeira de roupas, compareceu á consulta médica por causa de uma úlcera no terço distal da perna direita. Relata que mora distante da unidade de saúde e não possui meio próprio de locomoção. A paciente realiza curativos em casa com o uso de várias pomadas, mas não sabe informar quais são. Apresenta varizes em ambas as pernas e, na perna esquerda, há presença de hiperpigmentação e edema. As panturrilhas estão livres e os pulsos, presentes. Conforme a imagem da lesão a seguir, apresenta úlcera em tomo de 5 cm de diâmetro, com presença de pouca secreção.

Disponível em: <https ://www .msdmanuals .com/pt/casa/multimedia/image/v37972266_pt>. Acesso em: 12 nov. 2020.
A respeito desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para o sucesso desse tratamento e cura da úlcera venosa, é fundamental o uso de flebotômicos.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
No caso clínico apresentado, o tipo de lesão valvar descrita não é comum na artrite reumatoide.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Se o paciente estiver em terapia medicamentosa otimizada sem melhora do quadro ou da gravidade, o melhor tratamento será a troca valvar da aórtica.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O tratamento mais indicado, para esse caso clínico, é associar infliximabe para controle da artrite reumatoide.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Esse paciente apresenta um risco aumentado de infarto agudo do miocárdio.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A presença de fator reumatoide está associada á manifestação cardíaca da doença.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A alteração mais grave desse paciente é na valva mitral.
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Um paciente de 48 anos de idade apresenta histórico de dispneia progressiva aos esforços (NYHA III-IV) e ortopneia há seis meses, bem como história pessoal de artrite reumatoide e uso de corticoides de forma recorrente. Atualmente faz uso continuo de enalapril, espironolactona , furosemida e metotrexate. Ao exame físico, constatam-se PA = 100 mmHg x 60 m1nHg, FC = 90 bpm, ACV = RCR 2T BNF, sopro protodiastólico em foco aórtico e holossistólico panfocal. Manifesta sinais de congestão pulmonar e sistêmica. Aos exames complementares , os raios X de tórax indicam aumento da área cardíaca com congestão pulmonar. O ecocardiograma apresenta dilatação das quatro câmaras, com disfunção sistólica biventricular , fração de ejeção de VE = 40%, regurgitação aórtica grave, raiz da aorta de 2,5 cm, regurgitação mitral grave e regurgitação tricúspide grave, pressão sistólica de artéria pulmonar = 70 m1nHg e valvas espessadas. Ressonância magnética cardíaca demonstrou fibrose miocárdica difusa e, no exame laboratorial , verificou-se presença de fator reumatoide.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Observam-se sinais, sintomas e alterações em exames complementares, que são típicos de insuficiência cardíaca restritiva.
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