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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
A paciente não deveria ter realizado EBUS e, sim, mediastinoscopia cervical.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Adjuvância com bevacizumabe está indicada.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Lobectomia inferior direita seguida de linfadenectomia mediastinal está indicada.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Em relação aos demais tipos histológicos, o tumor de pulmão dessa paciente apresenta comportamento menos agressivo e com melhor prognóstico.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
O tipo histológico apresentado pela paciente é o tipo mais comum de câncer de pulmão no mundo.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Como na maioria dos países, o câncer de pulmão é a principal causa de mortalidade por câncer no Brasil.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
EGFR, ALK e PDL-1 devem ser testados no anatomopatológico dessa paciente.
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Uma paciente de 55 anos de idade realizou exames de imagem de rotina. É ex-tabagista e fez, a pedido, tomografia computadorizada de tórax. É assintomática e previamente hígida. Nega cirurgias prévias. A tomografia de tórax evidenciou uma lesão sólida com halo de vidro fosco periférico, medindo 0,9 cm em topografia de lobo inferior direito, além de linfonodos de 1,2 cm e de 1,4 cm, respectivamente, em cadeias paratraqueal direita e subcarinal. O EBUS demonstrou células malignas atípicas. A mediastinoscopia relevou tratar-se de um tumor de pequenas células metastático. O PET-CT e a RNM de crânio não mostraram metástases a distância. As lesões eram hipercaptantes, apresentando SUV 16, 12,5 e 8,7, respectivamente. Sem metástases a distância.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatados, julgue os itens a seguir.
Trata-se de um tumor primário de pulmão tipo pequenas células, estadiamento clínico T1aN2M0.
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Um paciente de 25 anos de idade procura atendimento médico por causa de dor torácica ventilatório-dependente unilateral à direita, de forte intensidade, e com piora progressiva. Refere que atualmente a dor é incapacitante. Relata, ainda, perda de 8% do total do seu peso nos últimos cinco meses, associado a mal-estar e fraqueza. A tomografia de tórax evidenciou uma massa pleural à direita com provável invasão do pulmão, sem linfonodos mediastinais aumentados. A biópsia pré-operatória com agulha de COPE comprovou tratar-se de um mesotelioma maligno de pleura. A mediastinoscopia pré-operatória foi negativa para neoplasia.
O estadiamento a distância evidenciou ausência de metástases. Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um provável fator de risco a que esse paciente se submeteu é o asbesto.
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Um paciente de 25 anos de idade procura atendimento médico por causa de dor torácica ventilatório-dependente unilateral à direita, de forte intensidade, e com piora progressiva. Refere que atualmente a dor é incapacitante. Relata, ainda, perda de 8% do total do seu peso nos últimos cinco meses, associado a mal-estar e fraqueza. A tomografia de tórax evidenciou uma massa pleural à direita com provável invasão do pulmão, sem linfonodos mediastinais aumentados. A biópsia pré-operatória com agulha de COPE comprovou tratar-se de um mesotelioma maligno de pleura. A mediastinoscopia pré-operatória foi negativa para neoplasia.
O estadiamento a distância evidenciou ausência de metástases. Considerando esse caso clínico e os conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente tem indicação de tratamento multimodal: pleuropneumonectomia associado a quimioterapia e a radioterapia.
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