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Um paciente de 25 anos de idade, destro, teve queda de bicicleta em uso de capacete, com trauma no ombro direito e foi levado ao pronto-socorro, aonde chegou em Glasgow 15, com dor e dificuldade para movimentar o membro superior direito. Ao exame físico, FC = 110 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 97% A.A. Na inspeção estática, apresenta escoriação na face anterior do ombro direito e escápula alada. Testes de força muscular de MSD força grau 0 para elevação do ombro, adução do úmero; grau 2 para flexão do cotovelo; grau 3 para extensão de punho e cotovelo; e graus 4 a 5 para outros movimentos de punho e mãos. Tem anestesia na face lateral do ombro e cotovelo, hipoestesia em face ulnar e dorsal da mão e sensibilidade normal no restante do membro superior. Não apresentava luxações nem crepitação à palpação de ossos da cintura escapular ou do membro superior direito.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A normalidade da condução motora no ENMG, após 48 h de lesão indica que houve apenas neuropraxia, com bom prognóstico funcional.
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Um paciente de 25 anos de idade, destro, teve queda de bicicleta em uso de capacete, com trauma no ombro direito e foi levado ao pronto-socorro, aonde chegou em Glasgow 15, com dor e dificuldade para movimentar o membro superior direito. Ao exame físico, FC = 110 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 97% A.A. Na inspeção estática, apresenta escoriação na face anterior do ombro direito e escápula alada. Testes de força muscular de MSD força grau 0 para elevação do ombro, adução do úmero; grau 2 para flexão do cotovelo; grau 3 para extensão de punho e cotovelo; e graus 4 a 5 para outros movimentos de punho e mãos. Tem anestesia na face lateral do ombro e cotovelo, hipoestesia em face ulnar e dorsal da mão e sensibilidade normal no restante do membro superior. Não apresentava luxações nem crepitação à palpação de ossos da cintura escapular ou do membro superior direito.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Está indicada realização de eletroneuromiografia (ENMG) dentro de no máximo 24 h, para detecção de lesão de nervo periférico e indicação de correção cirúrgica de urgência se houver alteração da onda F.
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Um paciente de 25 anos de idade, destro, teve queda de bicicleta em uso de capacete, com trauma no ombro direito e foi levado ao pronto-socorro, aonde chegou em Glasgow 15, com dor e dificuldade para movimentar o membro superior direito. Ao exame físico, FC = 110 bpm, FR = 16 irpm, SatO2 = 97% A.A. Na inspeção estática, apresenta escoriação na face anterior do ombro direito e escápula alada. Testes de força muscular de MSD força grau 0 para elevação do ombro, adução do úmero; grau 2 para flexão do cotovelo; grau 3 para extensão de punho e cotovelo; e graus 4 a 5 para outros movimentos de punho e mãos. Tem anestesia na face lateral do ombro e cotovelo, hipoestesia em face ulnar e dorsal da mão e sensibilidade normal no restante do membro superior. Não apresentava luxações nem crepitação à palpação de ossos da cintura escapular ou do membro superior direito.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Um provável diagnóstico é lesão das raízes superiores do plexo braquial por tração no nível dos músculos escalenos anterior e médio.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso o paciente apresente sinais de choque, sua classificação se modifica para grupo D.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para confirmação diagnóstica, pode ser solicitada a pesquisa do antígeno NS1, uma vez que a sorologia pelo método Elisa não é positiva nesse período da doença.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso o paciente tenha prova do laço positiva, será classificado como grupo B.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A prova do laço é feita insuflando um manguito até o valor da pressão arterial média do paciente por cinco minutos e avaliando a formação de petéquias em seu antebraço. Mais de 10 petéquias em um quadrado de 2,5 cm de lado significam positividade à prova do laço nesse paciente.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Por não haver sinais ou queixas de sangramento espontâneo, é necessária a realização da prova do laço no paciente.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
É possível inferir que a deglutição é segura, uma vez que essa paciente tem boa comunicação verbal apesar da disartria leve.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A presença adicional de deficit visual não tratado aumenta o risco de quedas da paciente.
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