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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de órtese de posicionamento de punho, mão e dedos à esquerda auxiliará para evitar encurtamentos miotendíneos.
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Um paciente de 21 anos de idade, previamente hígido, iniciou, há três dias, quadro de astenia, cefaleia, mialgia, dor retro-orbitária e febre aferida em 39,5 ºC. Estava fazendo uso de ibuprofeno para alívio da dor e da febre, mas, como as queixas persistiram, decidiu procurar auxílio médico. Ao exame físico, apresentava-se em regular estado geral, lúcido e orientado, corado, hidratado, sem edemas, com FC = 90 bpm, FR = 17 irpm, PA = 120 mmHg x 70 mmHg, SatO2 = 97% em ar ambiente, e Tax = 39,4 ºC. Exame físico de tórax e abdome sem alterações. Por questões clínico-epidemiológicas, o médico que prestou o atendimento aventou a hipótese diagnóstica de dengue.
Quanto a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente apresenta a hipertermia persistente como único sinal de alarme em sua história clínica.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Uma das causas da dor no ombro é o aumento do tônus muscular, portanto pode haver melhora parcial da dor com o tratamento da espasticidade.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O uso de drogas antiespásticas sistêmicas está contraindicado na espasticidade decorrente de lesão encefálica.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Diante da refratariedade ao tratamento medicamentoso inicial, deve-se indicar hemodiálise de urgência para o paciente.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Infusão de solução de insulina e glicose auxilia no tratamento por aumentar o influxo celular de potássio.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Ao identificar as alterações eletrocardiográficas, devese administrar gluconato de cálcio pelo seu potencial de rápida diminuição dos valores séricos de potássio.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente tem prognóstico funcional de marcha comunitária desacompanhada, sem aditamento e em segurança, dentro de 30 dias, pois evolução natural da hemiplegia decorrente do AVCi prevê recuperação completa dos deficits em alguns dias após a lesão.
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Um paciente com cirrose hepática por ingestão de álcool estava em uso de espironolactona 50 mg/d para controle de ascite. Perdeu seguimento em decorrência da pandemia e, por aumento do volume abdominal, decidiu, por conta própria, aumentar a dose de diurético, estando atualmente utilizando 200 mg/d de espironolactona. Após uma semana do aumento da dose, apresentou quadro de desconforto torácico e présíncope, sendo levado ao pronto-socorro para avaliação.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As alterações eletrocardiográficas mais precoces do provável distúrbio hidroeletrolítico são ondas T apiculadas e encurtamento do intervalo QT.
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Uma paciente de 63 anos de idade é diabética, hipertensa e tem astigmatismo (usava lentes corretivas, mas atualmente está sem, pois o óculos quebrou e não quis ir ao oftalmologista por causa da pandemia de Covid-9). Em junho de 2021 teve quadro súbito de alteração de fala e hemiplegia esquerda desproporcionada, de predomínio braquiofacial. Ficou internada em hospital de referência por 10 dias, sem necessitar de terapia intensiva. Teve alta com diagnóstico de “Acidente Vascular Encefálico Isquêmico de Artéria Cerebral Média Direita” e um pedido de “fisioterapia motora”. Chegou ao centro de reabilitação 4 meses depois do evento, em cadeira de rodas impulsionada por terceiros, com comunicação verbal eficaz apesar de leve disartria. Queixa-se de fraqueza em hemicorpo esquerdo e dor no ombro esquerdo, noturna e em queimor. Ao exame físico, FC = 70 bpm, FR = 14 irpm, SatO2 = 96% em ar ambiente. Reconhece estímulos vindos do hemiespaço esquerdo quando isolados, mas não quando apresentados simultaneamente a estímulos à direita. A força muscular em hemicorpo esquerdo é 3 para MSE e 4 para MIE, e em hemicorpo direito é grau 5 em MSD e MID. Assume ortostatismo com apoio, troca passos com apoio bilateral (suporte de um terapeuta de cada lado). marcha, tem leve circundação do membro inferior esquerdo, toque de antepé, inversão de tornozelo e garra de artelhos, não referindo incômodo com este último achado. Tem espasticidade Grau I de Ashworth em quadríceps. No membro superior esquerdo, tem espasticidade moderada, com postura em adução com rotação interna de úmero, flexo de cotovelo, pronação de antebraço, flexo de punho, flexo de dedos e polegar empalmado. Tem dor no ombro à abdução passiva acima de 60º e rotação externa acima de 20º.
Em relação a esse caso clínico e aos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente apresenta quadro de heminegligência leve-moderada à esquerda.
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