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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O risco infeccioso de rotura prematura de membranas ocorre acima das 18 horas de bolsa rota, e a profilaxia está indicada nos casos de urocultura antenatal positiva para Estreptococo grupo B de Lancefield (EGB), febre intraparto, fetos prematuros (abaixo de 37 semanas) ou parto prévio com recém-nascido infectado por EGB.
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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A rotação cefálica de 45º no sentido horário permite a insinuação do feto e, na rotação interna, o feto deverá realizar uma nova rotação de 135º para o nascimento.
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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Caso a paciente se mantenha nessa altura de apresentação e com dinâmica efetiva por pelo menos três horas, caracteriza-se como parada de descida e sugere-se desproporção céfalopélvica.
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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A variedade de posição persistente do quadro clínico é incompatível com a insinuação e descida do feto pela bacia materna.
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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A evolução do trabalho de parto dessa paciente encontra-se dentro da normalidade no segundo período de parto ou período de dilatação.
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Uma paciente de 28 anos de idade, primigesta, com 40 semanas, deu entrada no pronto-socorro com queixa de contrações frequentes, associadas à perda de líquido claro com grumos há uma hora. Não realizou coleta de swab Estreptococo grupo B (EGB). Ao exame físico, está em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, com PA = 110 mmHg x 80 mmHg, FC = 75 bpm, MV presente bilateralmente, sem RA, FR = 17 irpm e SatO2 = 96% em ar ambiente. Verificam-se abdome gravídico AU 31 cm, BCF = 150 bpm, tônus normal, dinâmica uterina com três contrações de 40 segundos em 10 minutos e toque colo fino, labial, 4 cm de dilatação, cefálico, plano 0 de De Lee, bolsa rota. Evolui com progressão da dilatação em torno de 1 cm a cada duas horas, chegando ao período expulsivo após 12 horas de dilatação. Apresenta bossa serossanguínea volumosa e, no momento da avaliação, apresenta-se no plano 0 De Lee, com variedade de posição OET.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A internação da paciente foi precoce, pois se apresentava em período premonitório do trabalho de parto.
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Uma paciente gestante com 10 semanas, primigesta apresenta, quadro de sangramento de primeira metade, de início há um dia, ainda sem ultrassonografia. Ao exame clínico, encontra-se em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 95 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 18 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Constatam-se abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, especular colo com volume normal, superfície regular e orifício externo circular com sangramento escurecido em fundo de saco posterior não ativo. Toque colo posterior, grosso, fechado.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Em todos os casos de abortamento inevitável, o esvaziamento com curetagem ou AMIU estão indicados pelo alto risco de infecção.
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Uma paciente gestante com 10 semanas, primigesta apresenta, quadro de sangramento de primeira metade, de início há um dia, ainda sem ultrassonografia. Ao exame clínico, encontra-se em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 95 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 18 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Constatam-se abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, especular colo com volume normal, superfície regular e orifício externo circular com sangramento escurecido em fundo de saco posterior não ativo. Toque colo posterior, grosso, fechado.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Com a realização de curetagem ou AMIU, aumenta-se a chance de sinéquias uterinas ou síndrome de Kallmann.
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Uma paciente gestante com 10 semanas, primigesta apresenta, quadro de sangramento de primeira metade, de início há um dia, ainda sem ultrassonografia. Ao exame clínico, encontra-se em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 95 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 18 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Constatam-se abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, especular colo com volume normal, superfície regular e orifício externo circular com sangramento escurecido em fundo de saco posterior não ativo. Toque colo posterior, grosso, fechado.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
As indicações de metotrexato na gravidez ectópica são massa com menos de 45 mm, ausência de sangramento, estabilidade hemodinâmica, beta abaixo de 5.000 mUI/mL e ausência de BCE.
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Uma paciente gestante com 10 semanas, primigesta apresenta, quadro de sangramento de primeira metade, de início há um dia, ainda sem ultrassonografia. Ao exame clínico, encontra-se em BEG, corada, hidratada, AAA, RCR a 2T sem sopros, BNF, PA = 90 mmHg x 60 mmHg, FC = 95 bpm, MV presente bilateralmente, sem ruídos adventícios, FR = 18 irpm e SatO2 = 95% em ar ambiente. Constatam-se abdome inocente, sem massas palpáveis, ruídos presentes e normais, especular colo com volume normal, superfície regular e orifício externo circular com sangramento escurecido em fundo de saco posterior não ativo. Toque colo posterior, grosso, fechado.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A gravidez ectópica corresponde à implantação do saco gestacional fora do local habitual de gestação e pode incluir a prenhez ectópica em cicatriz de cesárea, porém o local mais comum de implantação é a porção ístmica da tuba uterina.
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