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Foram encontradas 671 questões.

1571092 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Pessoa jurídica é uma entidade formada por indivíduos e reconhecida pelo Estado como detentora de direitos e deveres. Quanto as Pessoas Jurídicas de Direito Público - Autarquias, que característica não corresponde a sua definição?

http://www.fappb.edu.br/aluno/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/material_didatico/direito/administrativo/organizacao_ administrativa_brasileira.pdf

Questão Anulada

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1571083 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Os princípios de direito administrativo são mandamentos gerais que se aplicam a toda e qualquer situação, em maior ou menor medida no setor público. Que característica do Princípio da Supremacia do Interesse Público pode considerado como correto nos itens da resposta?

Questão Anulada

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1571070 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

Calcule o volume de um prisma cuja base é um triângulo equilátero com 16 cm de lado e 10 cm de altura.

Questão Anulada

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1570902 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Durante um plantão agitado um paciente deu entrada, na Urgência e Emergência de um hospital, com rebaixamento do nível de consciência. O enfermeiro aplicou a escala de coma de Glasgow e verificou que, o paciente apresentava abertura ocular à dor, nenhuma resposta verbal e retirada ao estímulo doloroso.

Ao somar, pode-se encontrar o valor correto na alternativa:

Questão Anulada

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1570900 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Garantir a segurança do paciente é um papel fundamental do enfermeiro. Para garanti-la, é necessário se comunicar claramente com os membros da equipe de saúde, avaliar e incorporar as prioridades de atendimento e preferências do paciente, e utilizar a melhor evidência na tomada de decisões sobre o cuidado de seu paciente. Ao levantar a história de enfermagem da função intestinal de um paciente de 55 anos e avaliá-lo, a enfermeira identificou problemas de eliminação intestinal.

Assinale a alternativa que representa o Diagnóstico de Enfermagem que se aplica a pacientes com problemas de eliminação intestinal.

Questão Anulada

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1570824 Ano: 2019
Disciplina: Farmácia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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“O lipidograma é um exame laboratorial solicitado pelo médico com o objetivo de verificar o perfil lipídico da pessoa, ou seja, a quantidade de LDL, HDL, VLDL, triglicerídeos e colesterol total, que quando estão em valores fora do normal, representam um grande risco para desenvolver doenças cardiovasculares, como angina, infarto, AVC ou trombose venosa, por exemplo. ”

Disponível em:

http://portaldeperiodicos.unibrasil.com.br/index.php/cadernossaude/article/download/232 8/1900.

Laboratorialmente, as dislipidemias são classificadas considerando-se os valores de colesterol total (CT), colesterol de baixa densidade (LDL-C), triglicerídeos (TG) e colesterol de alta densidade (HDL-C). Sendo denominadas como:

Questão Anulada

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1570777 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

A cada consulta do pré-natal, o enfermeiro deve fazer a ausculta dos batimentos cardíacos fetais (BCF), constando a presença, o ritmo, a frequência e a normalidade dos batimentos. De acordo com o Caderno de Atenção ao Pré-natal de Baixo Risco, há um período, onde é possível fazer essa ausculta a partir de algumas semanas de gestação, além de um padrão para o BCF, considerado normal. Considere a alternativa CORRETA:

Questão Anulada

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1570658 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

As notas obtidas por quatro alunos em uma determinada prova indicam que a mediana é 8, a moda é 10 e a média aritmética é 8. Acrescentando-se a amostra a nota de um sexto aluno, que fez segunda chamada da prova a mediana aumenta para 7,5. Nessas condições, a média aritmética das notas aumentou para:

Questão Anulada

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1570647 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Alice, nasceu de parto cesariano, com Ig de 35 semanas, peso de 2.300g, apgar 8/9, sendo encaminhada à enfermaria “mãe canguru” para ganho de peso. Há três dias evoluiu com taquipneia, diminuição dos sons pulmonares bilateralmente, hipoglicemia, instabilidade térmica e radiografia de tórax evidencia presença de infiltrações alveolares, peribrônquicas e pulmões opacos.

Diante do caso, qual a patologia apesentada por Alice?

Questão Anulada

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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05

Carro do futuro e sem motorista; como eles funcionam?

Veículos autônomos usam radares, câmeras, sensores, GPS e outras tecnologias para se guiarem


Os carros inteligentes já são uma realidade ao redor do mundo, inclusive no Brasil, onde alguns veículos já circulam com sistemas como frenagem autônoma, controle de estabilidade, alerta de uso de cinto de segurança, airbags laterais e sensor de fadiga.

Pouco a pouco, as montadoras caminham a passos largos rumo à criação dos veículos 100% autônomos (sem motorista). E, para a maioria das pessoas, fica a pergunta: como esses carros serão capazes de se deslocar pelas vias?

“Todo veículo autônomo conta com uma série de equipamentos, como radares, lidares (radar que usa laser no lugar de ondas eletromagnéticas de rádio para mapear o entorno), sensores, câmeras, lasers, GPS, computadores, atuadores, além de visão computadorizada, que, ao atuarem juntos, fazem com que o carro ‘sinta’ o ambiente e navegue sem a intervenção humana”, responde Emerson Feliciano, superintendente técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil).

Em 2018, a Waymo, uma empresa ligada ao Google começou a testar seus primeiros veículos autônomos no Arizona, nos EUA.

Segundo o especialista, os veículos sem motorista, a maioria deles ainda em fase de testes pelas fabricantes, também utilizam informações de GPS e sistema de sensores para aprimorar sua posição e construir uma imagem tridimensional do seu local atual.

Contudo, é preciso lembrar que o veículo autônomo ainda exige a atenção máxima do motorista. “É essencial que o condutor esteja focado e concentrado no trajeto do carro, uma vez que qualquer distração, por mínima que ela seja, pode acarretar graves acidentes”, conclui.

Na indústria automotiva, os veículos autônomos podem ser classificados de acordo com o grau de automação, conforme a norma J3016 elaborada pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos – a SAE International –, que estabelece seis níveis:

Nível 1: estão os carros que possuem alguma tecnologia que auxilia o motorista a controlar a velocidade ou a fazer leves correções na direção, nunca os dois ao mesmo tempo (isso inclui os sistemas de piloto automático, alerta de colisão e assistência de frenagem, itens que começaram a surgir no fim dos anos 2000).

Nível 2: é o estágio em que está hoje a maioria dos sistemas de condução semiautônoma nos veículos. A principal evolução, neste caso, é que as tecnologias permitem controlar a velocidade, a direção e a posição do carro na pista, tudo ao mesmo tempo.

Nível 3: de 2018 para cá, começaram a surgir os carros no terceiro nível de automação, com recursos capazes de fazer o automóvel acelerar, desacelerar e até mesmo ultrapassar outros veículos sozinhos, sem qualquer intervenção humana. Para se enquadrar aqui, o sistema também precisa conseguir manobrar ao redor de incidentes ou de congestionamentos, mas ainda não dispensa o motorista. Ele pode até tirar as mãos do volante e os pés do pedal, mas só em certas situações. O novo Audi A8, por exemplo, é nível 3.

Nível 4: a partir de 2021 é esperado que os primeiros carros autônomos de nível 4 ganhem as ruas. Neste estágio, o carro poderá, além de tudo isso já dito, lidar com certos imprevistos, como estradas de terra ou vias remotas que não tenham sido mapeadas. Nessas situações, o veículo só vai conseguir encostar ou estacionar sozinho em um local seguro até que o motorista possa assumir a direção.

Nível 5 (os 100% autônomos): no nível 5, o mais avançado de automação, o carro será capaz de fazer tudo sozinho, de modo que o motorista passará a ser um mero passageiro, bastando informar para onde quer ir. Pedais e volante tornam-se desnecessários, e os comandos podem ser transmitidos por voz ou pelo celular do usuário. Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias, sobretudo no Brasil.

Texto adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/super-motor/carro-do-futuro-e-sem-motorista-como-eles-funcionam-1.2155053

Da forma como foi usado, no subtítulo do texto, o verbo usar é:

Questão Anulada

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