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De acordo com a Portaria nº 1.378 de 2013 a definição de Vigilância em Saúde é:
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Paciente do sexo feminino, 45 anos, atendida no ambulatório de Mastologia do CAISM para avaliação de nódulo mamário palpável.
Achados de exame físico:
-Mama esquerda: semiologicamente normal, expressão negativa, linfonodos não palpáveis e axila livre.
-Mama direita: presença de nódulo no QSL, irregular, endurecido, não aderido aos planos adjacentes, medindo aproximadamente 3x3cm, indolor à palpação com presença hiperemia cutânea. Ausência de retrações cutâneas. Linfonodo axilar endurecido palpável de aproximadamente 1cm. Expressão negativa. O laudo ultrassonográfico descreveu no QSE da mama direita imagem anecóica, medindo cerca de 2,7 x 1,92 x 2,02 cm, de contornos internos regulares, com reforço acústico posterior, compatível com cisto mamário.
Qual a classificação BI-RADS para tal achado?
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O Sistema Único de Saúde (SUS) contará, em cada esfera de governo, com instâncias colegiadas, entre elas o Conselho de Saúde. Assim, sobre este Conselho é INCORRETO afirmar:
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Qual órgão/estrutura NÃO faz parte do protocolo da USG de Abdome:
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Paciente do sexo masculino, 10 meses de idade, com nódulo palpável no couro cabeludo na região mediana, junto à fontanela bregmática. Solicitada USG de couro cabeludo com o seguinte resultado:

Fonte: US nas lesões do couro cabeludo pediátrico / Diniz FV et al
Com base no resultado do exame, qual a principal hipótese diagnóstica:
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- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Projeto estimula leitura em crianças e jovens de hospital da UFF
Ideia que começou em 2017 expande-se e conquista pais e pacientes
O relato positivo das equipes médicas dos setores de psiquiatria e neurologia pediátricas garantiu a continuidade do projeto de estímulo à leitura para crianças e jovens que aguardam atendimento no Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ).
O projeto foi iniciado em 2017 pela psiquiatra Valéria Pagnin, chefe do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Huap e coordenadora da iniciativa, e sua parceira, a pedagoga e técnica em assuntos educacionais Lílian Silva. As duas começaram a ideia sem associação a nenhuma pesquisa.
“É um projeto de extensão, de estímulo à leitura. O que a gente colheu de dados informalmente, com os médicos, é que as crianças entram para as consultas mais tranquilas”, explica Lílian. Ela acrescenta que as crianças e jovens ficam mais tranquilos e mais motivados: “Está dando supercerto. A gente está muito feliz com o projeto.”
Segundo Valéria, a leitura é uma maneira de a pessoa ver e interpretar o mundo em que vive. “E essa leitura precisa ultrapassar os limites da visão física e auditiva para ocupar também a ótica da fantasia”, ressalta.
Com base no interesse das crianças e adolescentes, muitos pais, mães e responsáveis pelos pacientes também começaram a ler os livros. Eles sentam-se nas cadeiras de leitura, pegam os livros e levam para casa. Uma das maiores preocupações de Valéria e Lílian é como poderão continuar alimentando as estantes. Elas não propõem uma biblioteca, em que a pessoa pega um livro emprestado e devolve. “A proposta é que o livro siga em frente. Por isso estou sempre agoniada, procurando mais doações”, declara Lílian.
Segundo a pedagoga, as bibliotecas populares municipais Cora Coralina e Anísio Teixeira, de Niterói, ajudam o projeto com doações de livros. “O projeto só sobrevive com a doação de livros”, afirma.
Até o fim do ano, será levantado o número de crianças e adolescentes beneficiados até agora pelo projeto. A iniciativa estendeu-se para os funcionários do hospital e as pessoas que fazem exames médicos. “O projeto acabou encantando outras pessoas”.
Também professora da rede municipal de ensino de Niterói, Lílian Silva revelou que, das 92 escolas municipais da cidade, só cinco têm bibliotecas escolares, apesar de a Lei 12.244/2010 determinar que todas as escolas devem ter uma biblioteca. Segundo Lílian, as bibliotecas populares acabam dando um suporte necessário para atender a alunos e professores, além de oferecerem contação de histórias e várias atividades ligadas aos livros.
Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-07/projeto-estimula-leitura-em-criancas-e-jovens-de-hospital-da-uff
Dentre as acepções da palavra destacada em “A proposta é que o livro siga em frente. Por isso estou sempre agoniada, procurando mais doações”, a única que NÃO acarretaria mudança ao sentido do enunciado, seria:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Projeto estimula leitura em crianças e jovens de hospital da UFF
Ideia que começou em 2017 expande-se e conquista pais e pacientes
O relato positivo das equipes médicas dos setores de psiquiatria e neurologia pediátricas garantiu a continuidade do projeto de estímulo à leitura para crianças e jovens que aguardam atendimento no Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ).
O projeto foi iniciado em 2017 pela psiquiatra Valéria Pagnin, chefe do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Huap e coordenadora da iniciativa, e sua parceira, a pedagoga e técnica em assuntos educacionais Lílian Silva. As duas começaram a ideia sem associação a nenhuma pesquisa.
“É um projeto de extensão, de estímulo à leitura. O que a gente colheu de dados informalmente, com os médicos, é que as crianças entram para as consultas mais tranquilas”, explica Lílian. Ela acrescenta que as crianças e jovens ficam mais tranquilos e mais motivados: “Está dando supercerto. A gente está muito feliz com o projeto.”
Segundo Valéria, a leitura é uma maneira de a pessoa ver e interpretar o mundo em que vive. “E essa leitura precisa ultrapassar os limites da visão física e auditiva para ocupar também a ótica da fantasia”, ressalta.
Com base no interesse das crianças e adolescentes, muitos pais, mães e responsáveis pelos pacientes também começaram a ler os livros. Eles sentam-se nas cadeiras de leitura, pegam os livros e levam para casa. Uma das maiores preocupações de Valéria e Lílian é como poderão continuar alimentando as estantes. Elas não propõem uma biblioteca, em que a pessoa pega um livro emprestado e devolve. “A proposta é que o livro siga em frente. Por isso estou sempre agoniada, procurando mais doações”, declara Lílian.
Segundo a pedagoga, as bibliotecas populares municipais Cora Coralina e Anísio Teixeira, de Niterói, ajudam o projeto com doações de livros. “O projeto só sobrevive com a doação de livros”, afirma.
Até o fim do ano, será levantado o número de crianças e adolescentes beneficiados até agora pelo projeto. A iniciativa estendeu-se para os funcionários do hospital e as pessoas que fazem exames médicos. “O projeto acabou encantando outras pessoas”.
Também professora da rede municipal de ensino de Niterói, Lílian Silva revelou que, das 92 escolas municipais da cidade, só cinco têm bibliotecas escolares, apesar de a Lei 12.244/2010 determinar que todas as escolas devem ter uma biblioteca. Segundo Lílian, as bibliotecas populares acabam dando um suporte necessário para atender a alunos e professores, além de oferecerem contação de histórias e várias atividades ligadas aos livros.
Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-07/projeto-estimula-leitura-em-criancas-e-jovens-de-hospital-da-uff
Verifica-se uma oração subordinada adjetiva restritiva em:
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Sobre os conceitos básicos de física da ultrassonografia, assinale a alternativa incorreta:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
Projeto estimula leitura em crianças e jovens de hospital da UFF
Ideia que começou em 2017 expande-se e conquista pais e pacientes
asdasdO relato positivo das equipes médicas dos setores de psiquiatria e neurologia pediátricas garantiu a continuidade do projeto de estímulo à leitura para crianças e jovens que aguardam atendimento no Hospital Universitário Antonio Pedro (Huap), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ).
asdasdO projeto foi iniciado em 2017 pela psiquiatra Valéria Pagnin, chefe do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Huap e coordenadora da iniciativa, e sua parceira, a pedagoga e técnica em assuntos educacionais Lílian Silva. As duas começaram a ideia sem associação a nenhuma pesquisa.
asdasd“É um projeto de extensão, de estímulo à leitura. O que a gente colheu de dados informalmente, com os médicos, é que as crianças entram para as consultas mais tranquilas”, explica Lílian. Ela acrescenta que as crianças e jovens ficam mais tranquilos e mais motivados: “Está dando supercerto. A gente está muito feliz com o projeto.
asdasd” Segundo Valéria, a leitura é uma maneira de a pessoa ver e interpretar o mundo em que vive. “E essa leitura precisa ultrapassar os limites da visão física e auditiva para ocupar também a ótica da fantasia”, ressalta.
asdasdCom base no interesse das crianças e adolescentes, muitos pais, mães e responsáveis pelos pacientes também começaram a ler os livros. Eles sentam-se nas cadeiras de leitura, pegam os livros e levam para casa. Uma das maiores preocupações de Valéria e Lílian é como poderão continuar alimentando as estantes. Elas não propõem uma biblioteca, em que a pessoa pega um livro emprestado e devolve. “A proposta é que o livro siga em frente. Por isso estou sempre agoniada, procurando mais doações”, declara Lílian.
asdasdSegundo a pedagoga, as bibliotecas populares municipais Cora Coralina e Anísio Teixeira, de Niterói, ajudam o projeto com doações de livros. “O projeto só sobrevive com a doação de livros”, afirma.
asdasdAté o fim do ano, será levantado o número de crianças e adolescentes beneficiados até agora pelo projeto. A iniciativa estendeu-se para os funcionários do hospital e as pessoas que fazem exames médicos. “O projeto acabou encantando outras pessoas”.
asdasdTambém professora da rede municipal de ensino de Niterói, Lílian Silva revelou que, das 92 escolas municipais da cidade, só cinco têm bibliotecas escolares, apesar de a Lei 12.244/2010 determinar que todas as escolas devem ter uma biblioteca. Segundo Lílian, as bibliotecas populares acabam dando um suporte necessário para atender a alunos e professores, além de oferecerem contação de histórias e várias atividades ligadas aos livros.
Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-07/projeto-estimula-leitura-em-criancas-e-jovens-de-hospital-da-uff
No texto percebe-se a ocorrência da palavra Niterói. De acordo com as regras de acentuação, ela é acentuada pela:
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O exame de Ultrassonografia Transvaginal (USG TV) é um complemento do exame de Ultrassonografia Pélvica (USG P). Como o fundo da vagina fica mais próximo dos órgãos genitais internos, ele permite um melhor contato e possibilita avaliá-los com maior precisão, o que não acontece com o exame de USG P. O USG TV é feito com uma sonda especial, que é envolta com preservativo para proteger a mulher e evitar contaminações. No início da gestação este exame é fundamental para avaliar a implantação do embrião, estimar o tempo e desenvolvimento da gestação, fazer o primeiro exame morfológico para determinar a Translucência Nucal - que é um exame para rastrear alterações genéticas - além do colo uterino. Até quantas semanas de gestação é indicada a realização da USG TV?
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