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Foram encontradas 50 questões.

1686745 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Ter uma família não é nada ruim para quem tem espírito de aventura.

Mas, para quem não lida bem com o imponderável, o melhor é deixar pra lá. Você está na dúvida se quer ter filhos, então resolve visitar um casal de amigos que tem duas crianças. É a oportunidade de observar a rotina de uma família bem constituída e descobrir se é um modelo de vida que você e seu marido gostariam de O reproduzir. A grande noite chega. O menino tem 6 anos, e a menina, 3. A casa está um circo há um pano amarelado aparecendo por baixo do sofá e na televisão está passando o DVD do Shrek. "Ninguém mais ouve música aqui em casa, só trilha sonora infantil", comenta sua amiga com um sorriso perturbado. Aliás, sua amiga não senta, está sempre em pé, de um lado para o outro. A menina não quer comer nada. O menino diz que está sem sono, apesar de tropeçar nas próprias pernas. A menina abre sua bolsa (não a dela: a sua!), tira de dentro o celular e aperta em todas as teclas. O menino chora porque não quer ir pra cama: não quer, não quer, não quer. A menina lança no meio da sala e não deixa ninguém conversar, exige a atenção todinha pra ela. O garoto passa voando por um copo e o quebra. A menina pede para você emprestar a pulseira que você está usando, aquela feita de delicadíssimos cristais que podem arrebentar por qualquer coisinha Ao sair do Jantar. você e seu marido olham um para o outro, se beijam no elevador e, sorrindo, decidem: claro que vamos ter os nossos! Vai ser totalmente diferente.

(Zero Hora, 30 de março de 2008. r·4º 155õ6)

A palavra imponderável significa

 

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1686744 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Ter uma família não é nada ruim para quem tem espírito de aventura.

Mas, para quem não lida bem com o imponderável, o melhor é deixar pra lá. Você está na dúvida se quer ter filhos, então resolve visitar um casal de amigos que tem duas crianças. É a oportunidade de observar a rotina de uma família bem constituída e descobrir se é um modelo de vida que você e seu marido gostariam de O reproduzir. A grande noite chega. O menino tem 6 anos, e a menina, 3. A casa está um circo há um pano amarelado aparecendo por baixo do sofá e na televisão está passando o DVD do Shrek. "Ninguém mais ouve música aqui em casa, só trilha sonora infantil", comenta sua amiga com um sorriso perturbado. Aliás, sua amiga não senta, está sempre em pé, de um lado para o outro. A menina não quer comer nada. O menino diz que está sem sono, apesar de tropeçar nas próprias pernas. A menina abre sua bolsa (não a dela: a sua!), tira de dentro o celular e aperta em todas as teclas. O menino chora porque não quer ir pra cama: não quer, não quer, não quer. A menina lança no meio da sala e não deixa ninguém conversar, exige a atenção todinha pra ela. O garoto passa voando por um copo e o quebra. A menina pede para você emprestar a pulseira que você está usando, aquela feita de delicadíssimos cristais que podem arrebentar por qualquer coisinha Ao sair do Jantar. você e seu marido olham um para o outro, se beijam no elevador e, sorrindo, decidem: claro que vamos ter os nossos! Vai ser totalmente diferente.

(Zero Hora, 30 de março de 2008. r·4º 155õ6)

O título do texto 3 Aventureiros - refere-se

 

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1686743 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância.

O uniforme as despersonalizaIII, mas o riso de cada urna as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem.

O Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e Falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera a notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condiçõesII, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir.

As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.

(Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 1998. p.72.)

Considerando o texto 2, podemos afirmar que

I. o riso "dessas meninas" as diferencia de outras meninas de sua idade.

II. a expressão naquelas condições à notícia jornal daquela manhã.

III. percebe-se no texto 2 o contraste estabelecido entre as expressões riso que diferencia e uniforme que despersonaliza.

IV. a situação de violência exposta se reflete sobre o grupo de alegres meninas.

V - em função da violência sofrida por uma das meninas, todas as outras não teriam mais razões para sorrir.

Assinale a opção que apresentar as afirmativas corretas:

 

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1686742 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezesIV com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância.

O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada urna as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem.

O Hoje de manhãI estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e Falar coisas sem importânciaII. Faltava uma delas. O jornal dera a notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir.

As alegres meninasV, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.

(Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 1998. p.72.)

Analise, de acordo com o contexto em aparecem as expressões destacadas e as substituições sugeridas.

I - A expressão hoje de manhã equivale a agora há pouco.

II - A expressão de uma hora para outra pode ser substituída por repentinamente

III - A expressão sem importância equivale a desinteressantes.

IV - Em substituição e às vezes, podemos ter a expressão por vezes

V - A expressão alegres meninas pode ser substituída por meninas irreverentes

II - III

II - III

 

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1686741 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância.

O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada urna as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem.

O Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e Falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera a notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir.

As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.

(Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 1998. p.72.)

Assinale a opção que contém afirmativa correta acerca do texto 2.

 

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1686740 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

As alegres meninas que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância.

O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada urna as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem.

O Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e Falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera a notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir.

As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres.

(Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record, 1998. p.72.)

Escolha as afirmações cabíveis, diante das idéias veiculadas pelo texto 2.

I - Em um mundo violento, não há lugar para o riso.

II - O contato com a violência leva as pessoas ao amadurecimento.

III - O mundo está repleto de fatos sem importância.

IV - A fase adulta da vida não admite o riso.

V. A obviedade da vida: as alegrias se transformando em tristezas.

Assinale a opção

I - II

I - III

I - V

II - V

 

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1686739 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano. [ ... ] A lei reconhece a legítima defesa e procura, acertadamente, garantir o acesso ao instrumento de defesa; se privado dos instrumentos adequados, o direito à legítima defesa vira a letra morta. Na situação atual de violência, o O instrumento é a arma de fogo. Em um Estado democrático de direito nenhum cidadão que atenda os requisitos legais pode ser impedido de, com a utilização dos meios adequados e necessários, defender a vida e a integridade física de sua pessoa e de seus familiares e os seus bens. Adernais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneas em nada contribuirá para 2 diminuição dos índices de criminalidade, pois até as pedras de nossas ruas sabem que a quase totalidade dos crimes é praticada· por bandidos, geralmente reincidentes, com armas ilegais que não serão entregues; os cidadãos de bem não se armam para cometer crimes, e sim para se defender. A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos.

(Folha de São Paulo, Caderno Mais!, São Paulo, 04 junho 2000, p. 3.)

Escolha as afirmativas adequadas às idéias veiculadas pelo texto.

I -O único argumento do autor com relação à compra de armas está embasado no direito à legítima defesa.

II - O desarmamento compulsório implica a obrigatoriedade de não possuir armas.

III - A proibição de compra de armas não levara. necessariamente, à diminuição da criminalidade.

IV - O contexto de produção do texto não tem relação direta com a resposta dada pelo autor ao questionamento inicial.

V - Os argumentos apresentados pelo autor visam, apenas 2 exposição de seu ponto de vista.

Assinale a opção que inclui as afirmativas escolhidas.

 

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1686738 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano. [ ... ] A lei reconhece a legítima defesa e procura, acertadamente, garantir o acessoa ao instrumento de defesa; se privado dos instrumentos adequados, o direito à legítima defesa vira a letra mortae. Na situação atual de violência, o O instrumento é a arma de fogo. Em um Estado democrático de direitoc nenhum cidadão que atenda os requisitos legais pode ser impedido de, com a utilização dos meios adequados e necessários, defender a vida e a integridade física de sua pessoa e de seus familiares e os seus bens. Adernais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneasb em nada contribuirá para 2 diminuição dos índices de criminalidade, pois até as pedras de nossas ruas sabemd que a quase totalidade dos crimes é praticada· por bandidos, geralmente reincidentes, com armas ilegais que não serão entregues; os cidadãos de bem não se armam para cometer crimes, e sim para se defender. A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos.

(Folha de São Paulo, Caderno Mais!, São Paulo, 04 junho 2000, p. 3.)

Assinale a opção que contém uma afirmativa correta, considerando as relações estabelecidas no texto.

 

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1686737 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano. [ ... ] A lei reconhece a legítima defesa e procura, acertadamente, garantir o acesso ao instrumento de defesa; se privado dos instrumentos adequados, o direito à legítima defesa vira a letra morta. Na situação atual de violência, o O instrumento é a arma de fogo. Em um Estado democráticod de direito nenhum cidadãob que atenda os requisitos legais pode ser impedido de, com a utilização dos meios adequados e necessários, defendere a vida e a integridade física de sua pessoa e de seus familiares e os seus bensa. Adernais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneasc em nada contribuirá para diminuição dos índices de criminalidade, pois até as pedras de nossas ruas sabem que a quase totalidade dos crimes é praticada· por bandidos, geralmente reincidentes, com armas ilegais que não serão entregues; os cidadãos de bem não se armam para cometer crimes, e sim para se defender. A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos.

(Folha de São Paulo, Caderno Mais!, São Paulo, 04 junho 2000, p. 3.)

Nas construções sua pessoa, seus familiares e seus bens, as palavras sublinhadas ,referem-se a

 

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1686736 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano. [ ... ] A lei reconhece a legítima defesa e procura, acertadamente, garantir o acesso ao instrumento de defesa; se privado dos instrumentos adequados, o direito à legítima defesa vira a letra morta. Na situação atual de violência, o O instrumento é a arma de fogo. Em um Estado democrático de direito nenhum cidadão que atenda os requisitos legais pode ser impedido de, com a utilização dos meios adequados e necessários, defender a vida e a integridade física de sua pessoa e de seus familiares e os seus bens. Adernais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneas em nada contribuirá para 2 diminuição dos índices de criminalidade, pois até as pedras de nossas ruas sabem que a quase totalidade dos crimes é praticada· por bandidos, geralmente reincidentes, com armas ilegais que não serão entregues; os cidadãos de bem não se armam para cometer crimes, e sim para se defender. A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos.

(Folha de São Paulo, Caderno Mais!, São Paulo, 04 junho 2000, p. 3.)

A expressão letra morta significa

 

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