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Em relação ao diabetes mellitus (DM), é correto afirmar que:
I. Algumas doenças causadas por vírus que podem desencadear o diabetes mellitus tipo I (DMI), entre elas estão: rubéola; caxumba; citomegalovírus; mononucleose infecciosa; retrovírus; hepatite.
II. As complicações crônicas do DM compreendem a hipoglicemia (glicose abaixo de 50-60) mg/dl), a cetoacidose diabética (CAD - deficiência insulínica que causa distúrbio no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, acarretando em desidratação, perda de eletrólitos e acidose) e a Síndrome Hiperosmolar Não–Cetótica (SHNC - hiperglicemia e hiperosmolaridade, alterando o sentido da percepção, com cetose ausente ou mínima).
III. As causas da SHNC podem estar relacionadas a doenças agudas (pneumonia, infarto do miocárdio, ataque), e seus sintomas são hipotensão, desidratação profunda, taquicardia e sinais neurológicos variados (alteração sensorial, convulsões, hemiparesia).
IV. As complicações agudas do DM compreendem: retinopatia diabética, nefropatia diabética, neuropatia diabética (polineuropatia distal assimétrica, neuropatia autonômica e amiotrofia diabética), doenças macrovasculares (cardiopatia isquêmica, doença cerebrovascular e vascular periférica, úlcerações dos pés (pé diabético), dermatopatias e infecções.
V. As complicações micro e macrovasculares do DM apresentam fatores de risco e mecanismos comuns, tais como a hiperglicemia, a obesidade, a resistência à ação da insulina, a inflamação branda e crônica e a disfunção endotelial. Caracterizados pela síndrome metabólica, esses processos causais determinam o diabetes e suas complicações. O controle da obesidade melhora em todos os parâmetros da síndrome metabólica.
VI. No DM, as três grandes manifestações cardiovasculares são a doença coronariana, doença cerebrovascular e doença vascular periférica. A angina de peito e o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) podem ocorrer de forma atípica devido à presença de neuropatia autonômica cardíaca do DM). As manifestações cerebrais de hipoglicemia podem mimetizar ataques isquêmicos transitórios e a evolução pós-infarto é pior nos pacientes com DM.
VII. A retinopatia diabética, que é uma complicação aguda do DM, pode ser graduada em retinopatia não proliferativa leve, moderada ou grave e retinopatia proliferativa. Essa classificação leva em conta que o risco de perda de visão na retinopatia não proliferativa grave é semelhante ao da proliferativa, devendo ser manejada da mesma forma. O edema macular é uma complicação ocular associada à diminuição da acuidade visual, independente da fase da retinopatia.
Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:
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A Síndrome Metabólica Hipertensiva, segundo o Ministério da Saúde (2013), congrega algumas alterações de saúde, devidamente elencadas. Neste sentido, marque a alternativa correta.
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Sobre as complicações que podem acometer algumas crianças com algum distúrbio neurológico e que necessitam de hospitalização, marque a alternativa INCORRETA.
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Em relação aos reflexos do recém-nascido, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira.
PRIMEIRA COLUNA
a. Reflexo de Moro ou do abraço
b. Reflexo de Marcha automática
c. Reflexo de Sucção
d. Reflexo de Pontos cardeais
e. Reflexo de Preensão palmar e plantar
f. Reflexo tónico-cervical
g. Reflexo de Gatinhar
h. Reflexo de Galant
i. Reflexo de escalar
j. Reflexo plantar ou de Babinski
k. Reflexo dos olhos do boneco
SEGUNDA COLUNA
( ) Com o bebê deitado, gira-se a cabeça do bebê para o lado, e a criança tende a estender o braço para o lado para onde está virado e a dobrar o outro.
( ) Ao tocar em qualquer região em torno da boca, o bebê vira o rosto para o lado estimulado. É um reflexo que desaparece por volta do segundo mês, quando o reflexo da sucção passa a ser voluntário.
( ) Ao fazer cócegas e/ou arranhando o lado do pé, o dedo grande estica-se. Perde-se por volta dos dois anos e o seu regresso, na idade adulta, é sinal de doença neurológica.
( ) Segurando o bebé por debaixo dos braços e apoiando-o em pé, ergue uma perna, dando a impressão de estar andando, pousa-a e move a outra, podendo dar vários passos.
( ) O recém-nascido agarra o dedo da mãe com força. A força é tal que se consegue elevar o bebê só com o dedo. O reflexo das mãos costuma desaparecer por volta do terceiro mês e o dos pés continua até cerca do sétimo ou oitavo mês.
( ) Quando colocado de bruços e, com apoio nas plantas dos pés, o bebê estica as pernas, como se tentasse rastejar. Desaparece por volta do quinto mês.
( ) Perante um barulho ou movimento súbito, como deixar cair a cabeça para trás, o bebê estica as pernas, abre os braços e fecha-os rapidamente.
( ) Segura-se o bebê debaixo dos braços e mantém-se erguido com as pernas livremente suspensas. Se o aproximamos até que o peito de um dos pés toque na mesa, automaticamente levanta o pé, flete o joelho e sobe o pé para a mesa. O que origina este movimento é o toque do peito do pé.
( ) Rodando a cabeça de um lado para o outro, o bebê abre os olhos.
( ) O bebê abre a boca e suga, seja o mamilo da mãe, sejam os dedos. É um reflexo fundamental, que nunca se perde e volta quando a pessoa envelhece muito ou tem um AVC.
( ) Segurando o bebê de barriga para baixo, com as mãos do observado na barriga, se percorrer os dedos pelos lados do tronco, na zona dos rins, paralelamente à coluna vertebral, o corpo curva-se para esse lado.
Assinale a alternativa que apresenta a relação correta entre a primeira e a segunda coluna, quando lida de cima para baixo:
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Em relação aos cuidados de Enfermagem ao recém-nascido imediatamente após o nascimento, é correto afirmar que:
I. A síndrome da angústia respiratória aguda (SARA) ou (doença da membrana hialina) é um distúrbio respiratório no qual os alvéolos (sacos aéreos) dos pulmões do recém-nascido não permanecem abertos por causa da elevada tensão superficial resultante da produção insuficiente de surfactante;
II. Para que um recém-nascido seja capaz de respirar independentemente, os alvéolos pulmonares devem ser capazes de permanecerem fechados e cheios de ar após o nascimento. Eles conseguem fazê-lo em grande parte graças a uma substância denominada surfactante, que aumenta a tensão superficial de ar retido e reduz a angústia respiratória;
III. O surfactante é produzido por células dos alvéolos pulmonares e reduz a tensão superficial. Ele é produzido à medida que os pulmões do feto amadurecem, frequentemente em torno da 34ª semana e quase sempre em torno da 37ª semana de gestação.
IV. A síndrome da angústia respiratória pode ocorrer até os 2 anos de idade, independente deste recémnascido ser prematuro ou não. No entanto, se o bebê é prematuro, maior será a chance de ele apresentar a síndrome da angústia respiratória.
V. O fígado do recém-nascido armazena menos glicogênio do que em períodos mais tardios, sendo que o recém-nascido está mais propenso a ter hipoglicemia, que pode ser evitada pela alimentação precoce, estimulada pelo aleitamento materno.
Marque a alternativa correta:
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Em relação as fases clínicas do parto, a melhor situação é:
SITUAÇÃO 1:
• Primeira fase ou fase de dilatação: período de intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser ativa (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e latente (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 2 a 5 horas; contrações lentas, intervalos de 10 a 15minutos. Começa vontade incontrolável de fazer força para baixo;
• Terceira fase ou fase de dequitação: período de tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Realiza-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: período da primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 2:
• Primeira fase ou fase de dilatação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação rápida e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 2 a 5cm, dura até 18 horas);
• Segunda fase ou fase de dequitação: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 20 a 50 minutos; Contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa vontade incontrolável de fazer força para baixo; Rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de expulsa: o tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Realizase a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; Observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 3:
• Primeira fase ou fase de dilatação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 8 a 10 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, dura de 20 a 50minutos. Contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo; rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de dequitação: tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 4:
• Primeira fase ou fase de dilatação: período de intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação rápida e padrão contrátil regular, levar de 2 a 4 horas) e Ativa (não há padrão de dilatação, porém, quando ocorre, é irregular e doloroso, dilatação cervical de 1 a 2cm, dura até 12 horas);
• Segunda fase ou fase de expulsão: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, durando cerca de 20 a 50 minutos; contrações fortes, intervalos de 2 a 3minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo; rompe a bolsa aminiótica.
• Terceira fase ou fase de dequitação: período de tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: período da primeira hora após a expulsão da placenta; observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
SITUAÇÃO 5:
• Primeira fase ou fase de dequitação: intervalo desde o início do trabalho de parto até a completa dilatação. Pode ser Latente (duração variável, dilatação lenta e padrão contrátil irregular, levar de 1 a 4 horas) e Ativa (dilatação rápida, regular e doloroso de contrações, dilatação cervical de 4 a 7cm, durando até 6 horas);
• Segunda fase ou fase de dilatação: período entre a dilatação completa e o desprendimento do feto, dura de 20 a 50minutos; contrações fortes com intervalos de 12 a 20minutos. Começa a vontade incontrolável de fazer força para baixo;
• Terceira fase ou fase de expulsão: tempo entre a expulsão do feto e a expulsão da placenta. Evita-se a manobra de Kristeller como forma de humanização do parto. Realiza-se revisão da placenta para identificar áreas de rotura ou de descolamento;
• Quarta fase ou pós-parto: primeira hora após a expulsão da placenta; Observam-se os sinais vitais maternos e sangramento. Se o sangramento persistir, mesmo com o uso de ocitocina, verificar se há retenção de restos placentários e lacerações de trajeto.
Assinale a alternativa que indica a situação correta:
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No que tange aos acidentes placentários e cuidados com as hemorragias da segunda metade da gestação, marque (V) para verdadeira o (F) para falso.
I. Entre as causas mais importantes das hemorragias gestacionais, encontramos o descolamento prematuro de placenta (DPP) e a placenta prévia (PP), que correspondem a até 50% dos diagnósticos.
II. A RUPREME caracteriza-se pela rotura espontânea das membranas antes do começo do trabalho de parto. É causa importante de partos prematuros e mortalidade perinatal devido à presença de infecção. Em algumas mulheres o líquido esverdeado está relacionado à bílis e nada tem a ver com a infecção, o que se deve atentar é se há perda de líquido transparente.
III. A PP é a inserção da placenta total ou parcialmente no segmento inferior do útero. Aparece entre 16 e 20 semanas de gestação, sendo que quase 90% dos casos normalizarão até o termo, por migração placentária. Entre os fatores de risco na PP, temos: cesariana prévia, intervenções uterinas (miomectomia e curetagem), nunca ter tido filho, idade gestacional avançada por deixar o útero envelhecido para gestar e intervalo interpartal curto.
IV. As hemorragias que colocam a gestante em risco de vida são PP, DPP, rotura uterina e rotura de vasa prévia. No entanto, existem outras causas de sangramento, como sangramento no colo no trabalho de parto, cervicites, pólipo endocervical, ectrópio uterino, câncer de colo de útero e trauma vaginal.
V. O DPP é a separação da placenta da parede uterina antes do parto. Essa separação pode ser parcial ou total e é classificada em três graus. No grau 1, ocorre sangramento discreto sem hipertonia uterina e vitalidade fetal preservada. No grau 2, há sangramento moderado, contrações tetânicas, taquicardia materna, alterações da pressão arterial e BCF presentes, com comprometimento de vitalidade. E, no grau 3, há importante sangramento genital, hipertonia uterina, hipotensão arterial materna e óbito fetal.
VI. Na RUPREME, deve-se evitar o toque vaginal, exceto nas gestações a termo, em gestantes com parto iminente ou quando se planeja indução imediata. Outrossim, o exame especular é proibido, a fim de evitar infecções.
VII. Entre a 22ª e a 24ª semana gestacional, o prognóstico de RUPREME perinatal é ruim, tendo riscos maternos, sepse e até óbito. Pode apresentar hipoplasia pulmonar letal. Entre a 24ª e a 33ª semana gestacional, preconiza-se a conduta expectante e realização do exame especular para avaliar as condições cervicais e eliminação de líquido amniótico; Após a 34ª semana, interrompe-se imediatamente a gestação mediante a indução do trabalho de parto;
VIII. O tabagismo leva à redução da oxigenação uteroplacentária e assim, à necessidade de área de superfície placentária aumentada e pode levar a mulher a ter PP, que apresentará sangramento vermelho escurecido; o quadro clinico do DPP apresenta dor abdominal, associada ou não a sangramento vaginal de coloração vermelho vivo. A dor varia de leve desconforto até dor intensa, associada a aumento do tônus uterino, que pode se manifestar em graus variados.
IX. No DPP, a quantidade do sangramento exteriorizado pode não refletir a exata perda sanguínea, que apresenta coloração escurecida e pode refletir a presença de formação de coágulo retroplacentário. O sangramento miometrial danifica o músculo uterino, reduzindo as contrações e, se acumulado entre placenta e parede uterina, produz o Útero de Couvelaire.
X. A PP classifica-se como baixa (próximo ao colo uterino), marginal (atinge o orifício interno do colo do útero), parcial (recobre parcialmente o orifício interno do colo do útero), completa (recobre totalmente o orifício interno do colo do útero) ou centro total (apresenta sangramento sentibnela entre a 26ª e 28ª semana, que é intermitente e de coloração vermelho vivo).
XI. O DPP é uma das piores complicações obstétricas, com aumento da morbimortalidade materna, por maior incidência de hemorragia, de anemias, coagulopatias, hemotransfusões, cesárea e histerectomia. Podem ocorrer complicações perinatais, como morte do bebê por síndrome da membrana hialina, sofrimento e óbito. No entanto, o crescimento intrauterino restrito não se configura como alarme, visto que o DPP nada tem a ver com as perdas de oxigênio do feto.
XII. Entre os principais riscos para o DPP, estão: hipertensão gestacional ou pré-existente, rotura de membranas ovulares, cesariana prévia, tabagismo, idade materna avançada, uso de drogas, polidrâmnio ou gestação gemelar, amniocentese ou cordocentese.
Qual a sequência de verdadeiro ou falso está correta, quando lida de cima para baixo:
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O sistema gastrintestinal (GI), através da ingestão, digestão e absorção, tem a função de fornecer nutrientes para as células do corpo humano. A eliminação acontece na etapa final deste processo, excretando os resíduos da digestão. Cada parte deste sistema desempenha atividades diferentes para realizar estas funções. Sobre a anatomia, fisiologia, patologias e tratamentos que envolvem o funcionamento do sistema digestório, analise as afirmativas abaixo e verifique se são verdadeiras ( V) ou falsas (F):
| ( ) | O sistema GI é inervado pelos ramos parassimpático e simpático do sistema nervoso autônomo. O sistema parassimpático é, principalmente, excitatório e o sistema simpático inibitório. As informações sensoriais são retransmitidas via fibras simpáticas e parassimpáticas eferentes. |
| ( ) | A bile secretada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar tem a função de emulsificar as gorduras e auxiliar na absorção dos ácidos graxos e vitaminas lipossolúveis. São secretados cerca de 1000 ml de bile diariamente. |
| ( ) | Patologias como a diverticulite, a colecistite e a pancreatite são causas comuns da dor abominal aguda. |
| ( ) | Independentemente do tipo de lesão, a evidência física do trauma abdominal no paciente hemodinamicamente instável obriga a realização de uma laparotomia imediata. Nestes casos, o atendimento de enfermagem no pós-operatório é similar ao cuidado com o paciente após a laparotomia. |
| ( ) | Os micro-organismos transportados pelo sangue, pelo trato genital, e a cirrose com ascite são causas secundárias da peritonite. |
| ( ) | A inflamação crônica do trato GI, de causa desconhecida, mal compreendida e caracterizada por períodos intercalados de remissão e exacerbação, constitui a síndrome do intestinal irritável. |
| ( ) | O câncer colorretal é mais comum nos homens do que nas mulheres. Aproximadamente metade dos cânceres de cólon ocorre na área retossigmóide. Os homens são mais afetados pelos cânceres de sigmóide, e as mulheres pelos cânceres de reto. Cerca de 90% de novos casos são detectados em pessoas com mais de 50 anos de idade e as doenças hereditárias contribuem para 5 a 10% dos casos. A síndrome de Lynch é a forma herdada mais comum de câncer colorretal hereditário. |
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) foi instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) em 2006, e recentemente o Ministério da Saúde reforçou as abordagens de cuidados incluindo novos recursos terapêuticos para serem desenvolvidos pelas diferentes categorias profissionais presentes no SUS. Sobre o modelo integrativo de assistência à saúde, podemos dizer que:
I - Tem como foco principal o tratamento dos sintomas do paciente.
II - É caracterizado por práticas de custo elevado.
III - O paciente é estimulado a responsabilizar-se pela sua saúde.
IV - É mais tecnológico que o modelo biomédico.
V - Concentra-se no caráter preventivo da abordagem e atenção à saúde.
Sobre as afirmações acima, assinale a alternativa correta
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A Dor pode ser definida como uma experiência sensorial e emocional complexa que causa sofrimento e altera a qualidade de vida dos indivíduos. A avaliação da dor é considerada como “quinto sinal vital” e um passo importante na sua investigação e controle. Acerca da classificação, avaliação e tratamento da dor, identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmativas abaixo:
| ( ) | A dor neuropática é causada por dano tecidual somático ou visceral, classificada de superficial ou profunda, como as dores na incisão cirúrgica ou por fratura óssea. |
| ( ) | As Escalas de Dor são instrumentos utilizados para precisar a localização da dor. |
| ( ) | Por razões cognitivas, sensoriais, motoras e metabólicas, pacientes idosos necessitam de atenção especial na avaliação e uso de fármacos para controle da dor. |
| ( ) | Constipação intestinal e depressão respiratória são efeitos adversos comuns dos opióides. |
| ( ) | A enfermagem não deve confiar somente nos sinais objetivos da dor. |
A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é:
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