Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FUNDATEC
Orgão: GHC
Sobre a Lei nº 8.069/1990, sobre Direito à Vida e à Saúde, analise as assertivas abaixo:
I. A referida lei é aplicada somente aos hospitais e estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes da rede pública.
II. Os registros das atividades desenvolvidas, através de prontuários individuais, devem ser mantidos pelo prazo de doze anos.
III. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes são obrigados a fornecer declaração de nascimento onde constem necessariamente as intercorrências do parto e do desenvolvimento do neonato.
IV. Os hospitais e demais estabelecimentos de atenção à saúde de gestantes são obrigados a proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido.
Quais estão corretas?
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
Em relação às pactuações das comissões intergestores, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Pactuarão aspectos operacionais, financeiros e administrativos da gestão compartilhada do SUS.
( ) Pactuarão referências das regiões intraestaduais e interestaduais de atenção à saúde para o atendimento da integralidade da assistência.
( ) Pactuarão as responsabilidades dos entes federativos na Rede de Atenção à Saúde, de acordo com o seu porte demográfico e seu desenvolvimento econômico-financeiro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número correto de orações que compõem o período a seguir: “Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro”.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) que tem a função sintática de adjunto adverbial no trecho a seguir: “Conto mês a mês (1) os aniversários de relacionamento (2), e quanto mais ele (3) resiste íntegro e satisfatório (4), mais me (5) orgulho”.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. A autora do texto confessa ser amante de mudanças, pois deixar as coisas envelhecerem pode representar perigo.
II. De acordo com Martha Medeiros, a beleza na juventude pode deixar a aceitação do processo de envelhecimento mais difícil.
III. A reflexão final da autora remete ao cuidado para não nos tornarmos apenas corpo, sem conteúdo interno.
Quais estão corretas?
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoSubjuntivo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o correto tempo verbal em que a forma verbal sublinhada a seguir está conjugada: “Preferiria congelar nos 50”.
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Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta relação de sentido expressa pela locução conjuntiva “desde que” (l. 13).
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Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a palavra que poderia substituir o vocábulo “íntegro” (l. 16) sem alterar significativamente o sentido do texto original.
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Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como?
Por Martha Medeiros
01 Tem pessoas que adoram obras, estão sempre derrubando uma parede, trocando um piso,
02 con...ertando um telhado, vezes tudo isso ao mesmo tempo. Eu? Nem que tivesse energia e
03 dinheiro sobrando. Minha especialidade na vida é evitar incomodação. Sou craque em manter as
04 coisas como encontro – a não ser que representem algum risco. Só de imaginar as
05 negociações de prazo, o entra-e-sai de funcionários e o barulho, desisto e me apego tese de
06 que o tempo deixa tudo mais bonito.
07 Parece desculpa para a preguiça, mas há um fundamento. As coisas gastas desenvolvem
08 um valor, digamos, atmosférico. Ganham ranhuras, trocam de cor e se revestem, por fim, com
09 a aura sofisticada da permanência. Resistiram a modismos e an...iedades, viraram testemunhas
10 do que foi vivido ao seu redor. Acho isso de uma elegância rara, pena que só valorizada lá longe,
11 na Europa.
12 Este texto deveria ser publicado em algum folheto de antiquário, eu sei, ou de um museu.
13 Sou bem retrô em relação a certos assuntos. Gosto de novidades, desde que a ebulição aconteça
14 dentro da minha cabeça, sem necessidade de um caminhão de mudanças. Tive poucos endereços
15 na vida. Preservo amizades feitas no colégio. Conto mês a mês os aniversários de
16 relacionamento, e quanto mais ele resiste íntegro e satisfatório, mais me orgulho. Quase gosto
17 de estar envelhecendo.
18 Quase. Preferiria congelar nos 50, mas deter o tempo como? Cada um é livre para fazer o
19 que deseja, eu faço nada. No que diz respeito à vaidade pessoal, sigo a mesma cartilha das
20 paredes, pisos e telhados: deixo tudo como está. Invisto em maquiagem leve, tonalizante nos
21 cabelos e exercícios físicos – de agulhas, passo longe. Até aqui, dispensei procedimentos
22 rejuvenescedores, como botox, preenchimentos ou lifting (o “valor atmosférico” do meu rosto
23 confirma). Nunca fui estonteante, o que ajuda a envelhecer sem pânico. Não há tanto a perder,
24 afinal, e o que se ganha fica visível de outra forma.
25 Mulheres lindas de na...ença talvez sofram mais para aceitar com tranquilidade o desgaste
26 da própria aparência. E as apaixonadas por obras, essas nem querem saber: têm conta nas
27 clínicas de estética e trocam de pele como quem troca de tapete. Não posso garantir que um dia
28 não venha também a ceder meu corpo a reformas (mesmo o corpo sendo uma casa provisória:
29 não o deixaremos de herança para ninguém). Mas ainda prefiro defender a tese de que o tempo
30 costuma, sim, deixar tudo mais bonito. É quando a dignidade prevalece.
31 Alterações físicas nos abalam, mas devemos reagir a elas com calma, sem exagerar na
32 camuflagem. Nada adianta fazermos das nossas casas – corpo e residência – lugares belos para
33 se fotografar, mas que dão a impressão de não haver nenhum morador dentro.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 04 e 05.
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Considerando as funcionalidades do Excel 2016, analise as assertivas abaixo:
I. Em um arquivo Excel é possível ter somente uma planilha.
II. No Excel não encontramos a opção de correção ortográfica.
III. Podemos personalizar a barra de status para que nela apareça a soma de células selecionadas, desde que elas contenham dados numéricos.
Quais estão corretas?
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Caderno Container