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Mulher, 29 anos de idade, com histórico de diabetes melito em tratamento
farmacológico, consulta por achado ecográfico de colelitíase. Nega dor abdominal ou outros sintomas
prévios. Traz laudo oficial que descreve vesícula biliar com paredes calcificadas e imagens no seu
interior sugestivas de cálculos, a maior medindo 2,8 cm, e via biliar intra e extra-hepática com calibre
conservado. Qual a conduta indicada para essa paciente?
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Sobre o câncer gástrico pode-se afirmar que:
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Mulher, 48 anos de idade, consulta por queixa de ferida em região perianal com
episódios intermitentes de edema e drenagem de secreção turva com odor fecaloide, após o qual os
sintomas melhoram. Relata ter realizado drenagem de um abscesso perianal no pronto-socorro há
aproximadamente 15 meses. Paciente nega sintomas do trato urinário associados. Ao exame físico,
evidencia-se orifício cutâneo único anterior, a 2 cm da borda anal, em ausência de sinais inflamatórios
locais, com drenagem de escassa secreção à digitopressão local e ausência de alterações ao toque
retal. A principal suspeita diagnóstica e a conduta terapêutica adequada são:
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Homem de 45 anos de idade com diagnóstico de Doença de refluxo gastroesofágico,
com adequada aderência às medidas comportamentais e dietéticas para controle dos sintomas e, uso
de inibidor de bomba de prótons de longa duração com necessidade de doses cada vez maiores da
medicação, porém sem adequada resposta clínica. Comparece à consulta de controle com resultado
de exames:
• EDA classificação endoscópica de Los Angeles Grau D e Hérnia hiatal >5cm.
• Manometria esofágica: esfíncter esofágico inferior com pressão de repouso menor do que 6 mmHg e comprimento total inferior a 2 cm. O corpo esofágico apresenta propagações peristálticas eficazes em menos 30% dos episódios de deglutição avaliados.
Qual a melhor conduta terapêutica a ser oferecida nesse caso?
• EDA classificação endoscópica de Los Angeles Grau D e Hérnia hiatal >5cm.
• Manometria esofágica: esfíncter esofágico inferior com pressão de repouso menor do que 6 mmHg e comprimento total inferior a 2 cm. O corpo esofágico apresenta propagações peristálticas eficazes em menos 30% dos episódios de deglutição avaliados.
Qual a melhor conduta terapêutica a ser oferecida nesse caso?
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Homem, 68 anos de idade, com diagnóstico de cirrose por infecção pelo vírus da
hepatite classificação Child-Pugh A e identificação de varizes esofágicas na triagem endoscópica inicial.
Com relação às varizes esofágicas, é correto afirmar que:
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Homem de 72 anos de idade, hipertenso, ex-tabagista, independente para as
atividades básicas, consulta no pronto atendimento por quadro clínico de 48 horas de sangramento
anal vivo em moderada quantidade com eliminação de abundantes coágulos. Ao exame físico, inicial
em BEG, taquicardíaco, normotenso, afebril, com adequado padrão respiratório e ausência de massas
palpáveis, megalias ou irritação peritoneal à avaliação abdominal. Qual o primeiro passo a seguir na
avaliação deste paciente?
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Considerando a Classificação de Forrest para a descrição dos achados endoscópicos
e o risco de ressangramento na Doença Ulcerosa Péptica, analise as assertivas abaixo e assinale a
alternativa correta.
I. Coagulopatia grave, idade >60 de anos, transfusão >6 unidades de concentrado de hemácias e hipotensão postural ou choque são fatores de risco para ressangramento e mortalidade.
II. A classificação Forrest Grau IIb apresenta risco intermediário de ressangramento.
III. A terapia endoscópica está indicada em ulceras com classificação Forrest IIc e III.
IV. A administração prévia de doses elevadas de Inibidores da Bomba de Prótons EV antes de uma endoscopia está associado a uma menor frequência de achados endoscópicos de alto risco, diminuindo a necessidade de intervenções endoscópicas.
I. Coagulopatia grave, idade >60 de anos, transfusão >6 unidades de concentrado de hemácias e hipotensão postural ou choque são fatores de risco para ressangramento e mortalidade.
II. A classificação Forrest Grau IIb apresenta risco intermediário de ressangramento.
III. A terapia endoscópica está indicada em ulceras com classificação Forrest IIc e III.
IV. A administração prévia de doses elevadas de Inibidores da Bomba de Prótons EV antes de uma endoscopia está associado a uma menor frequência de achados endoscópicos de alto risco, diminuindo a necessidade de intervenções endoscópicas.
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Mulher, 34 anos de idade, primigesta, com gravidez de 10 semanas 6 dias, com
quadro clínico de 24 horas de evolução de dor abdominal intensa em epigástrio e hipocôndrio direito,
que piora com a ingestão de alimentos e sem melhoria com o uso de antiespasmódicos orais, associado
a episódios eméticos incontáveis. Ao exame físico, paciente com fácies de dor, FC 98, PA 120/70, Tax
36,8°C, SatO2 96%, dor intensa à palpação de hipocôndrio direito, Murphy+, sem megalias nem
massas palpáveis. Qual exame deve ser realizado para confirmar o provável diagnóstico?
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Mulher, 32 anos de idade, previamente hígida, ingressa ao serviço de emergência
com quadro clínico de 2 dias de evolução de dor em epigástrio, iniciado subitamente após ingesta de
grande quantidade de pastéis fritos e salgadinhos, de intensidade moderada-severa irradiada a dorso,
associado a episódios eméticos incontáveis de conteúdo alimentar e pobre tolerância à via oral. Ao
exame físico: FC 124; PA 110/60; Tax 36.8°C; SatO2 94%; Peso 85 kg; Altura 1,65 m; com fácies de
dor, desidratada, anictérica. À avaliação abdominal: abdômen levemente distendido, RHA diminuídos,
timpânico, dor intensa à palpação de epigástrio, mesogástrio e hipocôndrio direito, sem sinal de
descompressão brusca nem peritonismo. Foram realizados exames laboratoriais: Hemograma com
17.500 leucócitos sem desvio à esquerda; Cr 1,4 mg/dl; Ureia 45 mg/dl; Glicemia 228 mg/dl; Amilase
600 U/l; Lipase 900 U/l; ALT 175 U/l; BD 0,9 mg/dl; BI 0,4 mg/dl; FA 280 U/l; GGT 40 U/l. Qual é o
diagnóstico mais provável, o principal exame diagnóstico auxiliar e a conduta a seguir?
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Lactente do sexo masculino, de 1 mês de idade, trazido ao serviço de emergência
com queixa de vômitos pós-alimentares, em projétil e não biliosos em jatos, de várias semanas de
evolução e progressivamente mais intensos, associado a emagrecimento não quantificado. A mãe
relata que, apesar dos vômitos, o paciente apresenta apetite aumentado e tem apresentado
diminuição da frequência e quantidade das evacuações. Ao exame físico, encontra-se levemente
desidratado e emagrecido; à avaliação abdominal observa-se abdome escavado com distensão da
região hipogástrica e presença de peristalse gástrica visível. Qual a principal suspeita diagnóstica e o
exame mais indicado para a confirmação diagnóstica?
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