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179375 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Centro de Licenciamento Ambiental Federal

O Centro de Licenciamento Ambiental Federal foi instituído na estrutura do IBAMA, junto à Diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental, como um dos marcos da nova percepção de trabalhar as questões ambientais sob o enfoque federal. Inserem-se nessa concepção conceitos de modernização, instrumentalização, capacitação, desconcentração e desburocratização no uso de um dos principais instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente. Busca-se a construção de uma integração conceitual e física entre os diversos parceiros envolvidos com o licenciamento ambiental, resgatando-se o verdadeiro papel do órgão federal de se estruturar e atuar como uma referência nacional. A idéia de uma página na Internet atende à vontade de mantermos um fórum permanente de troca de conhecimentos e informações no licenciamento ambiental, respeitando as formas de proveito naturalmente diferenciadas, pelas características e interesses de nossos parceiros. É um processo dinâmico que será constantemente avaliado, visando a permanente construção e a manutenção da integração entre governo e sociedade.

Internet: <http://www.ibama.gov.br>. Acesso em

26/9/2003 (com adaptações).

Julgue o fragmento de texto apresentados nos itens a seguir quanto à pontuação empregada e à manutenção do sentido do texto acima.

Usam-se os principais instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente: modernização, instrumentalização, capacitação, desconcentração, desburocratização, e tudo mais.

 

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179374 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Centro de Licenciamento Ambiental Federal

O Centro de Licenciamento Ambiental Federal foi instituído na estrutura do IBAMA, junto à Diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental, como um dos marcos da nova percepção de trabalhar as questões ambientais sob o enfoque federal. Inserem-se nessa concepção conceitos de modernização, instrumentalização, capacitação, desconcentração e desburocratização no uso de um dos principais instrumentos da Política Nacional de Meio Ambiente. Busca-se a construção de uma integração conceitual e física entre os diversos parceiros envolvidos com o licenciamento ambiental, resgatando-se o verdadeiro papel do órgão federal de se estruturar e atuar como uma referência nacional. A idéia de uma página na Internet atende à vontade de mantermos um fórum permanente de troca de conhecimentos e informações no licenciamento ambiental, respeitando as formas de proveito naturalmente diferenciadas, pelas características e interesses de nossos parceiros. É um processo dinâmico que será constantemente avaliado, visando a permanente construção e a manutenção da integração entre governo e sociedade.

Internet: <http://www.ibama.gov.br>. Acesso em

26/9/2003 (com adaptações).

Julgue o fragmento de texto apresentados nos itens a seguir quanto à pontuação empregada e à manutenção do sentido do texto acima.

O Centro de Licenciamento Ambiental Federal, instituído na estrutura do IBAMA, faz parte da Diretoria de Licenciamento e Qualidade Ambiental e é considerado um dos marcos da nova percepção de trabalhar as questões ambientais.

 

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179356 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Evidenciando a compreensão do significado contextual de palavras e expressões utilizadas no texto I, julgue o item seguinte.

A “exclusão digital” deve ser entendida como a marginalização decorrente da falta de domínio de datilografia por computador.

 

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179354 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Evidenciando a compreensão do significado contextual de palavras e expressões utilizadas no texto I, julgue o item seguinte.

Na linha, a palavra “jargão” é uma gíria própria dos usuários das tecnologias de informação e comunicação.

 

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179353 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Com base nas idéias apresentadas no texto I, julgue o item a seguir.

Conquanto as tecnologias de informação e comunicação tenham sido fabricadas pela elite e a essa se destinem, se a sociedade civil organizada interferir nesse processo, de forma a transformar o uso delas em ferramentas redutoras das desigualdades, elas poderão ser úteis ao processo de inclusão social.

 

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179351 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Com base nas idéias apresentadas no texto I, julgue o item a seguir.

O quarto parágrafo informa que o modelo de telecentros pode ser muito bom para uma determinada região; todavia, por ser o Brasil um país de dimensões continentais, com muita diversidade sociocultural e educacional, tal modelo pode não satisfazer às necessidades das populações de outros locais.

 

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179350 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Com base nas idéias apresentadas no texto I, julgue o item a seguir.

O argumento do terceiro parágrafo é que a exclusão existente no Brasil, de base social, abrangendo conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania, poderá ser minimizada mediante alternativas brasileiras, pró-inclusão digital, institucionalizadas pelo governo federal.

 

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179349 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Com base nas idéias apresentadas no texto I, julgue o item a seguir.

No segundo parágrafo, é destacada a necessidade de se promover a inclusão analógica, por meio do acesso da população a equipamentos computadorizados e à Internet, como etapa intermediária para sanar a grande exclusão social que há no Brasil.

 

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Questão presente nas seguintes provas
179346 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Texto I

O Brasil precisa é de inclusão social

O jargão inclusão digital continua sendo explorado pelos diversos setores do atual governo como a solução para diversos problemas sociais, educacionais e culturais.

A história continua a mesma: a exclusão digital será combatida por meio de cursos de informática, da doação de microcomputadores e da replicação de modelos de telecentros, o que favoreceria a inclusão de milhões de brasileiros e brasileiras.

Sabemos que o acesso a equipamentos, por si só, não promove a inclusão. É certo que existem muitas pessoas sem acesso a microcomputadores e à Internet, mas não podemos ficar restritos a essa constatação. Caso contrário, a proposta poderia ser a de criação de um movimento pela inclusão analógica. Na verdade, a única inclusão ou exclusão que existe no Brasil é a social: de conhecimento, informação, gênero, raça, justiça e cidadania.

Acesso à inovação tecnológica não é somente acesso aos meios, mas, fundamentalmente, a como utilizar esses meios para potencializar conhecimentos, oportunidades etc. E isso não irá ocorrer com modelos pré-fabricados e pró-inclusão digital institucionalizados pelo governo federal.

Não podemos pegar um único modelo, como o projeto dos telecentros de São Paulo, por melhor que seja, e implementá-lo Brasil afora. Não irá funcionar.

O modelo é muito bom, mas o Brasil é um país-continente, com diversidades socioculturais e educacionais que precisam ser levadas em conta na hora de implementar qualquer projeto sério. O que é eficaz para uma determinada região provavelmente não atenderá a outra.

Logo, para que haja inclusão social, a população local precisa participar dos processos de adaptação para a sua realidade, bem como da implantação e da gestão dos telecentros, tornando-se co-responsável pelo projeto.

As tecnologias são feitas por e para a elite. É assim que funciona a lógica econômica da produção. A sociedade civil organizada deve interferir neste processo de fazer que as tecnologias de informação e comunicação (TICs) sejam utilizadas para a redução das desigualdades sociais que elas próprias ajudam a aumentar. Podemos até admitir o uso do jargão inclusão digital se significar o uso de TICs como ferramentas facilitadoras para o processo de inclusão social.

Alexandre Rangel. Internet: <http://www.ibase.org.br>.
Acesso em 24/9/2003 (com adaptações).

Com base nas idéias apresentadas no texto I, julgue o item a seguir.

Segundo o autor, apesar de os procedimentos para o combate à exclusão digital — cursos, doações, telecentros — existirem há algum tempo, eles não são suficientes para a solução de diversos problemas sociais de milhões de brasileiros e brasileiras.

 

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2089142 Ano: 2003
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: IBAMA

Considerando a Portaria n.º 113/1995, do IBAMA, julgue o seguinte item.

O controle fitossanitário poderá ser autorizado pelo IBAMA ou pelo órgão estadual de meio ambiente, em casos especiais, para uso de produto químico destinado à supressão de floresta primitiva e demais formas de vegetação arbórea.

Questão Desatualizada

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