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Na construção de um enunciado em Libras, a ordem dos sinais obedece às regras próprias que refletem a forma de um surdo processar suas ideias, com base em sua percepção visual. Sobre essa informação, assinale a alternativa INCORRETA.
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Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
De acordo com o artigo 3º do Decreto nº 6.949, de 25/8/2009, o propósito da presente Convenção é promover, proteger e assegurar o exercício pleno e equitativo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as pessoas e promover o respeito pela sua dignidade inerente.
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Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
De acordo com o art. 5º, inciso XXIV da Constituição Federal do Brasil, a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por interesse social, mediante justa e prévia indenização em , ressalvados os casos previstos nesta Constituição:
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Jornalismo e Igreja Católica de volta às origens
Carlos Eduardo Lins da Silva
Duas influentes instituições formadoras da civilização ocidental, a Igreja Católica e o jornalismo(A), têm passado desde a segunda metade do século 20 por problemas gravíssimos, que vêm fazendo com que diminua bastante o número de pessoas que as acompanham, os fiéis e os leitores.
A frequência dominical à missa(D) no Reino Unido caiu pela metade desde o auge em 1960; nos EUA, o decréscimo foi de um terço no mesmo período; no Brasil, os católicos eram mais de 90% da população em 1960, e agora são em torno de 68%.
A circulação paga diária média de jornais impressos nos EUA, que em 1970 atingiu seu recorde em número absoluto (cerca de 62 milhões de cópias), caiu para algo em torno de 42 milhões, apesar do aumento de população e de domicílios registrado no período. Em termos de faturamento publicitário, o total obtido pelos jornais americanos em 2012, US$ 20 bilhões, é equivalente ao que foi apurado por eles em 1950, pelo cálculo de dólares deflacionados.
A imprensa diária brasileira parece viver situação inversa em termos de números absolutos, já que os quase 9 milhões de exemplares(E) vendidos por dia em média este ano constituem um recorde positivo desde que o IVC (Instituto Verificador de Circulação) começou a trabalhar na sua apuração, meio século atrás. Mas a penetração do jornalismo impresso na sociedade brasileira até os anos 1960 era ínfima, devido às altas taxas de analfabetismo e ao baixíssimo poder de consumo da maioria absoluta da população, entre outras razões. As profundas transformações sociais por que o país tem passado nestes 50 anos inevitavelmente fariam com que aumentasse o contingente de leitores. Quando se comparam, no entanto, as vendas dos chamados “jornais de prestígio” (por décadas os líderes de circulação no Brasil, o que constitui fenômeno completamente atípico em comparação com sociedades do centro do capitalismo), nota-se que eles estão em queda quando comparados a seu ápice, em meados da década de 1990.
Apesar da perda de “popularidade” da Igreja Católica como um todo, há um notável crescimento de adeptos das suas alas mais conservadoras. Por exemplo, o número de missas semanais regulares rezadas em Latim e na liturgia pré- Concílio Vaticano 2º subiu de 26 em 2007 para 157 atualmente no Reino Unido e de 60 em 1991 para 420 em 2012 nos EUA.
O recuo às origens parece também estar funcionando bem no terreno do jornalismo nos países da América do Norte e da Europa ocidental. Como se sabe, os jornais foram inicialmente veículos partidários, utilizados para defender posições específicas no embate ideológico ou partidário. Foi só a partir de meados do século 19, com o processo de massificação do consumo naquelas nações(B), que os conceitos de jornalismo apartidário se tornaram hegemônicos. O sucesso, nos EUA, de Fox News e MSNBC, redes de jornalismo 24 horas na TV que já há alguns anos passaram a defender de modo ostensivo e radical os partidos Republicano e Democrata, respectivamente, e o fracasso relativo da CNN, tradicional líder do segmento que se manteve fiel aos cânones da isenção possível, podem indicar que a imprensa também talvez se beneficie em termos de audiência com essa “volta ao passado”.
O problema é saber que efeitos isso pode ter para a sociedade. No universo das redes sociais(C) e da blogosfera, o jornalismo e o pseudojornalismo radicalizados em opiniões já são dominantes e obstruem o diálogo aberto, em claro prejuízo da busca de entendimento e consenso possíveis e em favor do sectarismo. A imprensa isenta nos limites do possível é um dos poucos espaços em que ainda é possível o exercício de pensar fora dos dogmatismos. É preciso preservá-lo para o bem da democracia.
http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1207264- tendenciasdebates-jornalismo-e-igreja-catolica-de-volta-as-origens.shtml
Assinale a alternativa cuja expressão em destaque NÃO possui um referente no texto.
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Jornalismo e Igreja Católica de volta às origens
Carlos Eduardo Lins da Silva
Duas influentes instituições formadoras da civilização ocidental, a Igreja Católica e o jornalismo, têm passado desde a segunda metade do século 20 por problemas gravíssimos, que vêm fazendo com que diminua bastante o número de pessoas que as acompanham, os fiéis e os leitores.
A frequência dominical à missa no Reino Unido caiu pela metade desde o auge em 1960; nos EUA, o decréscimo foi de um terço no mesmo período; no Brasil, os católicos eram mais de 90% da população em 1960, e agora são em torno de 68%.
A circulação paga diária média de jornais impressos nos EUA, que em 1970 atingiu seu recorde em número absoluto (cerca de 62 milhões de cópias), caiu para algo em torno de 42 milhões, apesar do aumento de população e de domicílios registrado no período. Em termos de faturamento publicitário, o total obtido pelos jornais americanos em 2012, US$ 20 bilhões, é equivalente ao que foi apurado por eles em 1950, pelo cálculo de dólares deflacionados.
A imprensa diária brasileira parece viver situação inversa em termos de números absolutos, já que os quase 9 milhões de exemplares vendidos por dia em média este ano constituem um recorde positivo desde que o IVC (Instituto Verificador de Circulação) começou a trabalhar na sua apuração, meio século atrás. Mas a penetração do jornalismo impresso na sociedade brasileira até os anos 1960 era ínfima, devido às altas taxas de analfabetismo e ao baixíssimo poder de consumo da maioria absoluta da população, entre outras razões. As profundas transformações sociais por que o país tem passado nestes 50 anos inevitavelmente(A) fariam com que aumentasse o contingente de leitores. Quando se comparam, no entanto, as vendas dos chamados “jornais de prestígio” (por décadas os líderes de circulação no Brasil, o que constitui fenômeno completamente(B) atípico em comparação com sociedades do centro do capitalismo), nota-se que eles estão em queda quando comparados a seu ápice, em meados da década de 1990.
Apesar da perda de “popularidade” da Igreja Católica como um todo, há um notável crescimento de adeptos das suas alas mais conservadoras. Por exemplo, o número de missas semanais regulares rezadas em Latim e na liturgia pré- Concílio Vaticano 2º subiu de 26 em 2007 para 157 atualmente(C) no Reino Unido e de 60 em 1991 para 420 em 2012 nos EUA.
O recuo às origens parece também estar funcionando bem no terreno do jornalismo nos países da América do Norte e da Europa ocidental. Como se sabe, os jornais foram inicialmente(D) veículos partidários, utilizados para defender posições específicas no embate ideológico ou partidário. Foi só a partir de meados do século 19, com o processo de massificação do consumo naquelas nações, que os conceitos de jornalismo apartidário se tornaram hegemônicos. O sucesso, nos EUA, de Fox News e MSNBC, redes de jornalismo 24 horas na TV que já há alguns anos passaram a defender de modo ostensivo e radical os partidos Republicano e Democrata, respectivamente(E), e o fracasso relativo da CNN, tradicional líder do segmento que se manteve fiel aos cânones da isenção possível, podem indicar que a imprensa também talvez se beneficie em termos de audiência com essa “volta ao passado”.
O problema é saber que efeitos isso pode ter para a sociedade. No universo das redes sociais e da blogosfera, o jornalismo e o pseudojornalismo radicalizados em opiniões já são dominantes e obstruem o diálogo aberto, em claro prejuízo da busca de entendimento e consenso possíveis e em favor do sectarismo. A imprensa isenta nos limites do possível é um dos poucos espaços em que ainda é possível o exercício de pensar fora dos dogmatismos. É preciso preservá-lo para o bem da democracia.
http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/1207264- tendenciasdebates-jornalismo-e-igreja-catolica-de-volta-as-origens.shtml
A expressão empregada no texto para estabelecer coesão referencial é
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Crianças surdocegas têm dificuldade em comunicar-se. O mundo apresenta-lhes como algo caótico, desorganizado e potencialmente perigoso que as tornam incapazes de se aventurarem na sua descoberta (Fox, 1985). Em relação ao desenvolvimento sensorial e perceptivo da criança surdocega, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. As limitações derivadas de déficits sensoriais ou de déficits neurológicos dificultam o acesso à informação.
II. As limitações derivadas de déficits sensoriais ou de déficits neurológicos estimulam o acesso à informação.
III. As dificuldades de integração das várias informações sensoriais, num todo com sentido, fazem com que as limitações no conhecimento do mundo sejam superadas pela autodeterminação desses indivíduos.
IV. As dificuldades de integração das várias informações sensoriais, num todo com sentido, fazem com que as limitações no conhecimento do mundo se tornem ainda maiores.
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A pessoa surdocega apresenta uma das deficiências menos conhecidas. Não é uma pessoa cega que não possa ver, nem um surdo que não possa ouvir. É uma pessoa com uma deficiência multissensorial (Serpa, 2002). Essa deficiência apresenta várias causas. Dentre elas, destacamos aquelas de ordem genética. Qual das alternativas a seguir apresenta somente causas genéticas para a surdocegueira?
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Nas Línguas de Sinais, um sinal é formado a partir da combinação do movimento das mãos com um determinado formato em um determinado lugar, podendo este lugar ser uma parte do corpo ou um espaço em frente ao corpo. Muitos sinais necessitam ainda da expressão facial na sua composição. Estas articulações são chamadas de parâmetros. Sobre esse parâmetros, assinale a alternativa correta.
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O ponto de articulação, nas Línguas de Sinais, é o lugar onde incide a mão predominante configurada, podendo esta tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço neutro vertical (do meio do corpo até à cabeça) e horizontal (à frente do emissor). Qual das alternativas a seguir apresenta somente sinais que tocam uma parte do corpo quando são articulados?
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O ato de interpretar, seja qual for a modalidade das línguas envolvidas, se espaço visual ou oral auditiva, possui diferentes tipos e modos. Para Pagura (2003), essa prática envolve dois modos distintos de interpretação, o consecutivo e o simultâneo. Sobre o modo de interpretação consecutiva, assinale a alternativa correta.
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