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Foram encontradas 970 questões.

2443538 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A criança cega quando não é estimulada pelo mundo exterior, volta-se para seu próprio corpo, como autoestimulação, esse fenômeno é denominado de
 

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2443537 Ano: 2012
Disciplina: Libras
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Além do conceito clínico, cuja visão que se tem dos sujeitos surdos é patológica, existe um outro olhar para a surdez , cuja perspectiva é socioantropológica, nela a visão desses sujeitos leva em consideração as diferenças culturais e não a deficiência. Nesta perspectiva, qual elemento a seguir faz parte da cultura surda?
 

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2443522 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A questão refere-se ao texto 1
TEXTO 1
Tudo em javanês
J. R. Guzzo
O artigo 13 da Constituição em vigor determina que “a língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil”. É um mandamento de utilidade duvidosa, considerando-se que todo mundo sempre soube que aqui se fala o português ─ até 1988, aliás, o Brasil não tinha nenhum “idioma oficial” estabelecido em lei, e jamais se notou problema algum por causa disso durante os 500 anos anteriores. Tudo bem: numa Constituição que tem 250 artigos e mais uma prodigiosa quantidade de “incisos” ─ só o artigo 5° tem 78 ─, umas palavras a mais ou a menos não vão machucar ninguém.
Mas, já que nossa lei mais importante determina que o português é a língua oficial do país, obrigatória nos atos públicos, no ensino, nas placas de trânsito e assim por diante, imagina-se que ela deveria ser falada e escrita corretamente, ou pelo menos de maneira compreensível, por todos os que tenham a responsabilidade de resolver alguma coisa. Eis aqui, porém, mais uma questão na qual se faz, na vida prática, justamente o contrário do que a lei manda fazer(D).
O curioso é que esse tipo de postura comece justamente onde menos deveria começar ─ nas nossas altas cortes de Justiça. É o caso, como milhões de brasileiros estão sentindo justamente agora, e com direito a transmissão ao vivo, da linguagem utilizada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão. Nunca, em toda a sua história, o STF viveu um momento de maior prestígio. Nunca tantos brasileiros viram com os próprios olhos o tribunal em ação. Nunca ele foi tão aplaudido por mostrar-se independente, capaz de condenar gente poderosa na máquina do governo e provar que não se assusta com ameaças ao tomar suas decisões.
Deveria ser uma oportunidade de ouro, assim, para a população entender como a Justiça pode de fato funcionar(A) no Brasil. A chance foi desperdiçada. O STF realizou seu trabalho essencial, sem dúvida ─ mas os ministros fizeram tanta questão de falar “difícil” durante o julgamento que acabaram se tornando perfeitamente incompreensíveis para quem os via e ouvia.
Os dez ministros do STF sabem muito bem que três quartos da população brasileira não são capazes de entender direito o que leem ─ que esperança poderiam ter(B), então, de que alguém conseguisse entender o que estavam dizendo? Falou-se, no julgamento, em “vértice axiológico”, “crivo probatório” e “exordial acusatória”. Ouviram-se as palavras “subsunção”, “vênia” e “colendo”. Apareceu o verbo ”infirmar”. Em certo momento, um dos ministros falou em “egrégio sodalício”. Que raio de língua seria essa?
Latim não é, mesmo porque os ministros não sabem falar latim. Não é nenhum idioma estrangeiro que se conheça. Também não é português. Os sons lembram vagamente a língua falada no Brasil, e as palavras utilizadas estão nos dicionários do nosso idioma oficial. Mas, se nem o 1% mais instruído da população nacional entende algo desse patuá, o resultado prático é que o julgamento mais importante da história do STF acabou sendo feito numa linguagem desconhecida. Daria na mesma, no fundo, se tivessem falado em javanês ─ tanto que foi indispensável, para os meios de comunicação, armar uma espécie de serviço de tradução simultânea para as pessoas ficarem sabendo(C) se o réu, afinal, estava sendo condenado ou absolvido.
O português tem cerca de 200 000 palavras ─ mais do que o suficiente, portanto, para Suas Excelências encontrarem termos de compreensão mais fácil. Decidiram fazer(E) justo o contrário: não perderam uma única oportunidade de substituir toda e qualquer palavra clara por outra que ninguém entende. Para que isso? Uma sentença não fica mais justa porque é escrita nessa linguagem torturada. É óbvio que num congresso de física molecular, cirurgia neurológica ou prospecção de petróleo os participantes têm de usar termos técnicos em sua conversa; são até obrigados a isso, para trabalhar com eficiência. Juristas podem fazer exatamente o mesmo, nos seus encontros profissionais. Mas magistrados exercem uma função pública ─ e isso exige que falem para o público, e não apenas para si mesmos.
Um dos mais antigos princípios do direito universal determina que ninguém pode alegar, em sua defesa, que desconhece a lei. Mas para conhecer a lei é indispensável que o cidadão entenda o que está escrito nela ─ e nossos juristas, com o seu linguajar, fazem o possível para torná-la incompreensível. Imaginam, com isso, que estão exibindo sua sabedoria para o mundo. Estão apenas mostrando sua recusa, ou incapacidade, de se expressar no idioma oficial do país.
Revista Veja. Edição 2296, ano 45 n.°47, 21 de novembro de 2012. p. 152.
Assinale o que NÃO se pode afirmar a respeito das sequências verbais a seguir e às suas funções textual- discursivas.
 

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2443516 Ano: 2012
Disciplina: Educação Física
Banca: AOCP
Orgão: IBC
A escolha de estratégias, bem como de conteúdos específicos, a serem trabalhados na escola deve obedecer aos princípios metodológicos gerais.
São eles:
 

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2443506 Ano: 2012
Disciplina: Braille
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Os “Símbolos Universais do Sistema Braille” representam, não só as letras do alfabeto, mas também os sinais de pontuação, números, notações musicais e científicas, símbolos e sinais de informática, enfim, tudo o que se utiliza na grafia comum. Esses símbolos estão dispostos em uma sequência de sete séries denominada ordem braille. Em relação a essa disposição, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Os sinais da primeira série são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidos do sinal do número, formado pelos pontos (3456).
( ) A segunda série do Sistema Braille é formada dos pontos da primeira série acrescentando-se o ponto 5.
( ) Os sinais da quinta série, além de representarem sinais de pontuação e alguns outros, também quando precedidas do sinal do número, representam os números ordinais.
( ) O ponto 3, que aparece na quinta série dos Símbolos Universais do Sistema Braille representando o ponto final, pode também ser utilizado como asterisco.
( ) Na sétima série estão apresentados os sinais de maiúscula, caixa alta, reticências representada pelos pontos (3, 3, 3) e o travessão (36, 36, 36).
 

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2443493 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Qual é o principal objetivo de se trabalhar o teatro na escola?
 

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2443491 Ano: 2012
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Sobre a utilização do guia vidente, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Na posição básica, a pessoa com deficiência visual deve segurar no braço do guia na posição do cotovelo e na cintura.
( ) Em passagens estreitas, o guia colocará o braço que a pessoa com deficiência visual está segurando para trás e a pessoa guiada se colocará atrás de seu guia; terminada a passagem, o guia retorna seu braço à posição inicial e o deficiente volta à posição básica.
( ) Ao subir e descer escadas, a pessoa com deficiência visual se posiciona à direita do guia no mesmo degrau.
( ) Em relação a assentos, o guia aproxima a pessoa com deficiência visual dando pistas verbais. O guiado solta o braço do guia assim que tocar a perna no assento ou que o guia conduzir sua mão no espaldar ou braço da cadeira.
( ) Em relação a assentos perfilados e auditórios, o guia para na fileira e dá uma pista verbal ao seu guiado e este com os pés vai rastreando até encontrar um lugar livre, verifica o assento com as mãos e senta.
 

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2443483 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Se três copiadoras produzem 200 cópias de um determinado documento em 2 horas, em quanto tempo cinco copiadoras, que apresentam a mesma produtividade das três mencionadas anteriormente produzirão 700 cópias deste mesmo documento?
 

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2443481 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: AOCP
Orgão: IBC
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um tipo de entrada válida para o tipo date, isso no SGBD PostgresSQL 8.0.0.
 

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2443471 Ano: 2012
Disciplina: Educação Artística
Banca: AOCP
Orgão: IBC
Preencha a lacuna e assinale a alternativa correta.
criou várias obras sobre a vida e a infância no meio rural, frutos de sua experiência pessoal em Brodósqui, onde nasceu.
 

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