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A questão refere-se ao texto 2.
Texto 2
Haddad precisa importar um baiano?
Gilberto Dimenstein
Está causando estranheza entre figuras da chamada inteligência paulistana. Fernando Haddad precisava importar um baiano – Juca Ferreira – para secretário da cultura? Não tinha ninguém aqui da cidade habilitado ao cargo, capaz de conhecer melhor os detalhes da cidade? O fato de ele ter sido ministro torna-o naturalmente competente para um cargo que, a rigor, tem um orçamento bem menor e, teoricamente, mais simples? É mesmo mais simples? Juca vai aprender rapidamente os códigos locais?
Lembremos que, neste ano, São Paulo foi considerada uma das principais capitais culturais do mundo, segundo avaliações internacionais. E é um dos motores da vocação paulistana – e, mais do que isso, compõem a indústria da economia criativa. Ou seja, é um cargo estratégico – ainda mais porque, na visão do futuro prefeito, o uso de espaços culturais devem ser integrados às escolas, formando uma malha educativa.
Se ele vai ser bom secretário, vamos observar. O fato de ter sido ministro da Cultura não significa um passaporte. É uma incógnita. Haddad resolveu apostar – e o risco é alto. É alguém que já vem com desvantagens.
Mas ser de fora, nesse caso, tem algumas vantagens. Primeiro, ele não é vinculado a nenhuma das panelinhas culturais locais. Segundo, Juca vem de uma cidade em que a cultura está nas ruas – e uma das coisas que mais precisamos nesta cidade é abrir mais e mais espaços na rua para as manifestações artísticas.
A São Paulo que se projeta como uma das capitais culturais do mundo deve ser cosmopolita, aberta, marcada pela diversidade. Não importa de onde o secretário venha. Importa se ele vai fazer uma boa gestão.
Quanto mais talentos atrairmos, melhor.
Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
gilbertodimenstein/1198806-haddad-precisa-importar-um-baiano. shtml>. Acesso em 20 dez 2012.
De acordo com o autor, um aspecto que pode comprometer o trabalho de Juca Ferreira é
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Uma criança de 2 anos de idade apresenta inflamação periorbitária unilateral, qual das seguintes alternativas é a causa menos provável?
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O que demonstra o conjunto de bens e obrigações das entidades?
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Perlin (1998), em seu texto Identidade Surda e Inclusão, defende a existência de diferentes identidades surdas, tendo em vista que o sujeito se constrói quando estabelece contatos com o meio e vive situações diferenciadas de representação. Quais são essas diferentes identidades que a autora descreve?
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Com relação aos programas de estimulação precoce, analise as assertivas e, em seguida, assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Baseados na modalidade unifocal centraliza-se em um conjunto sistematizado de atividades e de recursos estimuladores destinados a incentivar o desenvolvimento eficaz do processo evolutivo da criança.
II. Baseados na modalidade multifocal se caracteriza pela concorrência de ações estimuladoras e também por sua interligação com as áreas da educação, da assistência sociofamiliar, da saúde – incluindo alimentação.
III. Os dois processos devem se desenvolver de forma dissociada para que os resultados sejam satisfatórios.
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Sobre os instrumentos de trabalho dos Assistentes Sociais, assinale a alternativa INCORRETA.
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A asparagina apresenta fórmula estrutural. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação das ligações 1, 2 e 3, respectivamente.

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Em relação ao uso de abreviaturas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. As abreviaturas por representação inicial silábica total – quando todas as sílabas da palavra estão representadas.
II. Abreviaturas por representação parcial – quando nem todas as sílabas da palavra estão representadas na abreviatura.
III. Abreviaturas por contração – aquelas que contêm geralmente a primeira e a última letra da palavra representada.
IV. Abreviatura por contração pura – quando apenas estão presentes a primeira e a última letra da palavra.
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Qual alternativa apresenta corretamente o fato contábil referente ao exemplo a seguir?
Compra de mercadorias a prazo no valor de R$ 2.000,00.
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A questão refere-se ao texto 3
Texto 3
Dimenstein critica leitura apressada
Nathália Carvalho
A escolha de Juca Ferreira para ser secretário municipal da Cultura de São Paulo causou debate nesta semana e, ao publicar o texto “Haddad precisa importar um baiano?”, o jornalista da Folha, Gilberto Dimenstein, recebeu críticas e foi chamado de xenófobo.
Dimenstein explica que a postura de alguns internautas trata-se de dificuldade de interpretação e, ou, leitura apressada. “As pessoas não leem tudo. Isso já acontece no impresso, imagina no online. Olham apenas o título e leem o que querem, e não o que está escrito”. [...]
As críticas à coluna foram impulsionadas, também, por um texto publicado pelo deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Em relação à postura do parlamentar, Dimenstein afirma que “se fosse uma prova de interpretação, certamente o deputado não passaria”. “Ele é uma pessoa de caráter e creio que não fez de má fé. Mas acredito que ele não leu a coluna até o final”, diz o colunista.
Em resposta, Wyllys disse que “é uma saída fácil de Dimenstein para não assumir que seu texto contraditório flertava, sim, com o sentimento de xenofobia mal disfarçado”. “Ainda que eu e outros tivéssemos lido apenas o título – o que não aconteceu – este, por si, já justificava todos os questionamentos. A palavra “baiano” não foi parar no título por acaso. A língua não é neutra (o jornalismo menos)”, explicou.
Dimenstein conta ser importante para os jornalistas saberem lidar com a repercussão negativa de alguma opinião. “É importante que o colunista não tenha medo de críticas e estimule o debate”. Além disso, ele afirma ser interessante passar por isso pois quando trata-se de um erro é preciso pedir desculpas, mas quando a situação é o contrário, a conversa cresce no sentido de mostrar qual é a posição do profissional. “Aprofunda o tema e ajuda as pessoas a pensarem de maneiras diferentes”, contou.
Disponível em <http://www.osantooficio.com/page/2/>. Acesso em 30 jan 2012.
Assinale o que NÃO se pode afirmar.
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