Foram encontradas 95 questões.
Uma determinada empresa lançou suas ações no mercado, e o corretor anotou a variação percentual do valor das ações na tabela abaixo:
| Mês | Variação | Percentual |
| Janeiro | Acréscimo | 10% |
| Fevereiro | Acréscimo | 15% |
| Março | Decréscimo | 15% |
| Abril | Decréscimo | 10% |
Em relação ao valor original, o preço das ações fechou o mês de abril:
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As idades de Pedro e Bino somam 103 anos. Sabe-se que Bino é 7 anos mais novo que Pedro. Assinale a alternativa que indica, respectivamente, as idades de Pedro e Bino.
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A Lei nº 4.320/1964 dispõe sobre as Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal. Segundo o Art. 12 da referida lei, classificam-se como Despesas de Custeio:
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O Haiti ainda luta para se recuperar
Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus
Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, embora bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.
O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãos do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.
A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, como relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.
Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?
(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda
-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Nas alternativas a seguir, os vocábulos retirados do texto apresentam mais letras do que fonemas, EXCETO em:
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O inciso I do Art. 54 da Lei nº 8.666/1993 define que somente a Administração tem o poder de alterar unilateralmente o contrato, para melhor adequação a finalidades de interesse público, respeitados os direitos do contratado. Segundo as disposições do Art. 65 da referida Lei, quando couber alteração do contrato, serão observadas as seguintes regras, relativas aos limites de alterações:
I. O limite, em geral, para acréscimos ou supressões é de até 25% (vinte e cinco por cento) do valor inicial atualizado do contrato.
II. Para reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 50% (cinquenta por cento) para os seus acréscimos e de 25% (vinte e cinco por cento) para as suas supressões.
III. Qualquer percentual para as supressões resultantes de acordo celebrado entre os contratantes.
Quais estão corretas?
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Com base na Lei Orgânica, analise as assertivas a seguir sobre os servidores do Município, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Luciana é servidora do Município, pois foi admitida por contrato para atender às necessidades temporárias de excepcional interesse do Município, conforme definição em lei local.
( ) O plano de carreira dos servidores municipais é o instrumento que disciplina a forma de acesso a classes superiores, mediante adoção de critérios objetivos de avaliação, assegurando o sistema de promoção por antiguidade e merecimento.
( ) Para sua aposentadoria, Nestor teve assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição previdenciária na atividade privada, com base em informações constantes na certidão expedida pela Previdência Social Nacional.
( ) Cristina será considerada em licença especial, podendo afastar-se do serviço com remuneração integral e computando-se o tempo efetivo para todos os efeitos legais, decorridos trinta dias da data de protocolo do requerimento de aposentadoria, ainda que na metade desse prazo tenha sido dada ciência a ela de que seu pedido fora indeferido.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A partir da seguinte f(x) = 3x – 15, qual valor do domínio deverá ser utilizado para que a imagem seja igual a 12?
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Em 31 de outubro de 2018, os saldos do balancete de verificação da empresa Dois Amigos eram os seguintes:
| Conta Contábil | Valor R$ |
| Imposto sobre Vendas | 80.000,00 |
| Vendas à Vista | 430.000,00 |
| Banco XX – Corrente | 128.000,00 |
| Fornecedores a pagar | 132.000,00 |
| Cartões de Crédito a Receber (curto prazo) | 140.000,00 |
| Salários a pagar | 84,000,00 |
| Custo da Mercadoria Vendida | 115.000,00 |
| Duplicatas a Receber (Curto Prazo) | 150.000,00 |
| Capital Social | 250.000,00 |
| Caixa | 30.000,00 |
| Estoque de mercadoria para revenda | 260.000,00 |
| Terrenos para investimento | 320.000,00 |
Com base somente nessas informações, qual o valor do Ativo Circulante?
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O Haiti ainda luta para se recuperar
Jean-François Savard, Emmanuel Sael e Joseph Jr. Clormeus
Em 12 de janeiro de 2010, mais de 300 mil haitianos morreram, centenas de milhares acabaram feridos e quase 1,5 milhão ficaram desabrigados quando o terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti. Naquele dia, o local de trabalho que o meu colega Joseph Jr. Clormeus normalmente ocupava, no Ministério da Educação Nacional, desabou por completo. Ele testemunhou um espetáculo apocalíptico: colegas perderam a vida, enquanto outros tiveram membros amputados para escapar da morte certa sob os escombros. No lado de fora, cadáveres cobriam as ruas da capital com o horrível espetáculo de sangue misturado com cimento e poeira. Dez anos depois, o Haiti não se recuperou desse desastre, embora bilhões de dólares tenham sido gastos no país. Dois fatores principais explicam essa tragédia: a fraqueza das instituições públicas haitianas e a desorganização da ajuda internacional, sobretudo das ONGs.
O Haiti é vulnerável a terremotos. Historicamente, esses eventos geológicos eram gerenciados pelos militares, que desempenharam um papel importante na gestão de desastres naturais. Mas houve um desmantelamento do Exército Nacional na presidência de Jean-Bertrand Aristide – fato que não permitiu a transferência da experiência para outras instituições públicas civis. De fato, muito know-how desapareceu. Apesar da presença de vários órgãos do governo – que , diga-se de passagem, tentaram desenvolver habilidades em relação a terremotos –, nenhum órgão operacional confiável foi capaz de gerenciar o vácuo institucional. Porto Príncipe, cidade originalmente projetada para três mil habitantes, abrigava quase um milhão. Dez anos depois (do terremoto), podemos notar que nada realmente mudou. A capital e seus arredores são superpovoados, e não há políticas reais de planejamento urbano. Nesse contexto, qualquer grande terremoto só poderia levar a consequências desastrosas, que o país enfrenta até hoje.
A fraqueza da administração pública do Haiti tem sido agravada pela desorganização do apoio internacional. Diversos estudos também mostraram, e observamos isso em campo, que a assistência da comunidade internacional implantada imediatamente após o terremoto, não conseguiu enfrentar um desafio humanitário de tal extensão. Não houve coordenação nas intervenções dos países amigos para otimizar seus esforços. Com presença em campo desde 2012, observamos que a maioria das ONGs chegou ao Haiti não para responder a uma necessidade expressa pelo governo desse país, mas para servir a seus próprios interesses, como relata Joanne Liu, ex-presidente da organização Médicos Sem Fronteira.
Uma década depois, os desafios ainda são imensos para o Haiti, pois o país deve desenvolver políticas de construção que se adaptem a certa visão de planejamento urbano. Também deve ajudar as gerações pós- terremoto a aprender com o passado, desenvolver e implementar um plano de emergência para desastres naturais e projetar e colocar em prática políticas e espaços adaptados para pessoas com deficiência. Ao olharmos para 12 de janeiro de 2010, levantamos uma questão tão preocupante quanto fundamental: o governo haitiano e a comunidade internacional realmente aprenderam alguma lição com o terremoto?
(Disponível em: https://politike.cartacapital.com.br/o-haiti-ainda
-luta-para-se-recuperar/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)
Sobre o emprego de sinais de pontuação no texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As vírgulas das linhas 01 (1ª ocorrência), 03 e 04 (duas ocorrências) justificam-se com a mesma regra.
( ) As vírgulas que isolam os fragmentos ‘diga-se de passagem’ e ‘e observamos isso em campo’ poderiam ser substituídas por parênteses.
( ) O ponto e vírgula seria o sinal de pontuação mais adequado para substituir o ponto da linha 12 (com a devida adaptação de inicial maiúscula para minúscula), pois manteria a adequada coordenação entre as orações.
( ) A vírgula da linha 24 deve ser retirada, pois seu uso, da forma em que aparece no texto, é incorreto.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Ao navegar em pastas através do Explorador de Arquivos, foi encontrado um arquivo denominado “teste”. Sabendo que o Windows está configurado para mostrar a extensão dos arquivos, constatou-se que o arquivo não apresentava extensão nenhuma, conforme a Figura 2 abaixo.

O usuário suspeita que tal arquivo contenha texto e que possa ser aberto através do Bloco de Notas. Considerando que o mouse está configurado para destros, para tentar abrir o arquivo com o Bloco de Notas, pode-se realizar o seguinte:
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Caderno Container