Foram encontradas 55 questões.
Linguagens e Tecnologias na Educação
[Fragmento]
Analisar o surgimento de novas linguagens, a partir da aproximação das tecnologias da comunicação e informação com uma grande diversidade de áreas do conhecimento, exige estabelecer uma panorâmica sobre alguns elementos do desenvolvimento científico e tecnológico do mundo contemporâneo. Nesse sentido, precisamos resgatar alguns desses elementos tentando dar uma dimensão mais ampla ao que vamos tratar nesse texto.
Um dos primeiros aspectos que exige uma reflexão, diz respeito à relação do ser humano com as máquinas. Precisamos pensar historicamente sobre essa relação para podermos compreender melhor algumas das dificuldades que encontramos hoje no uso das tecnologias de informação e comunicação - as TIC - na educação e em outras áreas do conhecimento.
Num primeiro momento podemos associar a palavra “techné”, do grego, à palavra arte. A arte do fazer, aliada à capacidade do homem e, dependente de suas habilidades, no ato de fazer. Como parte do desenvolvimento histórico da humanidade e com o surgimento da ciência moderna, a técnica passa a estar associada ao logos e não mais com o fazer, ou seja, com a razão do fazer. Nesse sentido, surge a tecnologia como sendo uma extensão dos sentidos do homem. Essa razão do fazer está intimamente ligada à intencionalidade, aos sentidos e significados do que se faz.
Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental. A tecnologia aparece como neutra, está posta a serviço do homem, sendo definida socialmente em função do uso que será dado a ela pelo homem. A tecnologia passa a ser quase autônoma, com um desenvolvimento ilimitado, livre de qualquer imperativo ético, o que vem redundando na exploração desenfreada da natureza, com graves consequências para o meio ambiente. Uma das consequências desse tipo de relação é que, com essa perspectiva de tecnologia, a manipulação da natureza passa ser a palavra de ordem, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A tecnologia passa então a ser vista como a responsável pela desumanização dos seres humanos. Obviamente, com reações dos próprios humanos.
Na metade do século XIX, o mundo registrou um dos acontecimentos mais emblemáticos dessa relação dos seres humanos com as máquinas. Aquilo que ficou conhecido como o movimento ludista, que iniciou em Manchester na Inglaterra e constitui-se numa manifestação de trabalhadores têxteis desempregados, um movimento de resistência às tecnologias, com diferentes versões para o próprio nome do movimento. Consta que o nome tenha sido dado ao movimento em função de um dos seus lideres ter sido Midlands Ned Ludd, que atacara com martelo um tear, não em ato consciente de resistência, mas com raiva por ter sido espancado por um patrão. Após esse ataque, o grupo liderado por Ludd levantou-se contra os patrões e o sistema fabril e destruiu os equipamentos, o que foi seguido por diversos outros trabalhadores em diversos lugares do mundo (Falcão, 1995).
Vivemos hoje um outro momento dessa relação homem-máquina. Essa nova perspectiva poderia ser sintetizada por uma única palavra: imbricamento. Poderíamos, nessa perspectiva, entendê-la como sendo centrada no fazer da razão (a techné do logos). Máquinas e seres humanos aproximam-se cada vez mais e, principalmente, passa-se a compreender que as máquinas surgem a partir do mesmo processo social que constitui o humano. Não existe, portanto, a tradicional separação entre técnica, cultura e sociedade, que vigorava até pouco tempo. (...)
Nelson De Luca Pretto
Fonte: http://www2.ufba.br/~pretto/textos/endipe2000.htm. Acesso em 14/07/2014.
Atenção ao fragmento: “...é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental.”
Assinale a alternativa em que o plural da referida palavra se faz de modo idêntico ao de “utilitarista-instrumental”:
Provas
Linguagens e Tecnologias na Educação
[Fragmento]
Analisar o surgimento de novas linguagens, a partir da aproximação das tecnologias da comunicação e informação com uma grande diversidade de áreas do conhecimento, exige estabelecer uma panorâmica sobre alguns elementos do desenvolvimento científico e tecnológico do mundo contemporâneo. Nesse sentido, precisamos resgatar alguns desses elementos tentando dar uma dimensão mais ampla ao que vamos tratar nesse texto.
Um dos primeiros aspectos que exige uma reflexão, diz respeito à relação do ser humano com as máquinas. Precisamos pensar historicamente sobre essa relação para podermos compreender melhor algumas das dificuldades que encontramos hoje no uso das tecnologias de informação e comunicação - as TIC - na educação e em outras áreas do conhecimento.
Num primeiro momento podemos associar a palavra “techné”, do grego, à palavra arte. A arte do fazer, aliada à capacidade do homem e, dependente de suas habilidades, no ato de fazer. Como parte do desenvolvimento histórico da humanidade e com o surgimento da ciência moderna, a técnica passa a estar associada ao logos e não mais com o fazer, ou seja, com a razão do fazer. Nesse sentido, surge a tecnologia como sendo uma extensão dos sentidos do homem. Essa razão do fazer está intimamente ligada à intencionalidade, aos sentidos e significados do que se faz.
Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental. A tecnologia aparece como neutra, está posta a serviço do homem, sendo definida socialmente em função do uso que será dado a ela pelo homem. A tecnologia passa a ser quase autônoma, com um desenvolvimento ilimitado, livre de qualquer imperativo ético, o que vem redundando na exploração desenfreada da natureza, com graves consequências para o meio ambiente. Uma das consequências desse tipo de relação é que, com essa perspectiva de tecnologia, a manipulação da natureza passa ser a palavra de ordem, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A tecnologia passa então a ser vista como a responsável pela desumanização dos seres humanos. Obviamente, com reações dos próprios humanos.
Na metade do século XIX, o mundo registrou um dos acontecimentos mais emblemáticos dessa relação dos seres humanos com as máquinas. Aquilo que ficou conhecido como o movimento ludista, que iniciou em Manchester na Inglaterra e constitui-se numa manifestação de trabalhadores têxteis desempregados, um movimento de resistência às tecnologias, com diferentes versões para o próprio nome do movimento. Consta que o nome tenha sido dado ao movimento em função de um dos seus lideres ter sido Midlands Ned Ludd, que atacara com martelo um tear, não em ato consciente de resistência, mas com raiva por ter sido espancado por um patrão. Após esse ataque, o grupo liderado por Ludd levantou-se contra os patrões e o sistema fabril e destruiu os equipamentos, o que foi seguido por diversos outros trabalhadores em diversos lugares do mundo (Falcão, 1995).
Vivemos hoje um outro momento dessa relação homem-máquina. Essa nova perspectiva poderia ser sintetizada por uma única palavra: imbricamento. Poderíamos, nessa perspectiva, entendê-la como sendo centrada no fazer da razão (a techné do logos). Máquinas e seres humanos aproximam-se cada vez mais e, principalmente, passa-se a compreender que as máquinas surgem a partir do mesmo processo social que constitui o humano. Não existe, portanto, a tradicional separação entre técnica, cultura e sociedade, que vigorava até pouco tempo. (...)
Nelson De Luca Pretto
Fonte: http://www2.ufba.br/~pretto/textos/endipe2000.htm. Acesso em 14/07/2014.
No fragmento “Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental.” O vocábulo “desta” sublinhado no fragmento faz uma relação anafórica com qual palavra a seguir?
Provas
Linguagens e Tecnologias na Educação
[Fragmento]
Analisar o surgimento de novas linguagens, a partir da aproximação das tecnologias da comunicação e informação com uma grande diversidade de áreas do conhecimento, exige estabelecer uma panorâmica sobre alguns elementos do desenvolvimento científico e tecnológico do mundo contemporâneo. Nesse sentido, precisamos resgatar alguns desses elementos tentando dar uma dimensão mais ampla ao que vamos tratar nesse texto.
Um dos primeiros aspectos que exige uma reflexão, diz respeito à relação do ser humano com as máquinas. Precisamos pensar historicamente sobre essa relação para podermos compreender melhor algumas das dificuldades que encontramos hoje no uso das tecnologias de informação e comunicação - as TIC - na educação e em outras áreas do conhecimento.
Num primeiro momento podemos associar a palavra “techné”, do grego, à palavra arte. A arte do fazer, aliada à capacidade do homem e, dependente de suas habilidades, no ato de fazer. Como parte do desenvolvimento histórico da humanidade e com o surgimento da ciência moderna, a técnica passa a estar associada ao logos e não mais com o fazer, ou seja, com a razão do fazer. Nesse sentido, surge a tecnologia como sendo uma extensão dos sentidos do homem. Essa razão do fazer está intimamente ligada à intencionalidade, aos sentidos e significados do que se faz.
Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental. A tecnologia aparece como neutra, está posta a serviço do homem, sendo definida socialmente em função do uso que será dado a ela pelo homem. A tecnologia passa a ser quase autônoma, com um desenvolvimento ilimitado, livre de qualquer imperativo ético, o que vem redundando na exploração desenfreada da natureza, com graves consequências para o meio ambiente. Uma das consequências desse tipo de relação é que, com essa perspectiva de tecnologia, a manipulação da natureza passa ser a palavra de ordem, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A tecnologia passa então a ser vista como a responsável pela desumanização dos seres humanos. Obviamente, com reações dos próprios humanos.
Na metade do século XIX, o mundo registrou um dos acontecimentos mais emblemáticos dessa relação dos seres humanos com as máquinas. Aquilo que ficou conhecido como o movimento ludista, que iniciou em Manchester na Inglaterra e constitui-se numa manifestação de trabalhadores têxteis desempregados, um movimento de resistência às tecnologias, com diferentes versões para o próprio nome do movimento. Consta que o nome tenha sido dado ao movimento em função de um dos seus lideres ter sido Midlands Ned Ludd, que atacara com martelo um tear, não em ato consciente de resistência, mas com raiva por ter sido espancado por um patrão. Após esse ataque, o grupo liderado por Ludd levantou-se contra os patrões e o sistema fabril e destruiu os equipamentos, o que foi seguido por diversos outros trabalhadores em diversos lugares do mundo (Falcão, 1995).
Vivemos hoje um outro momento dessa relação homem-máquina. Essa nova perspectiva poderia ser sintetizada por uma única palavra: imbricamento. Poderíamos, nessa perspectiva, entendê-la como sendo centrada no fazer da razão (a techné do logos). Máquinas e seres humanos aproximam-se cada vez mais e, principalmente, passa-se a compreender que as máquinas surgem a partir do mesmo processo social que constitui o humano. Não existe, portanto, a tradicional separação entre técnica, cultura e sociedade, que vigorava até pouco tempo. (...)
Nelson De Luca Pretto
Fonte: http://www2.ufba.br/~pretto/textos/endipe2000.htm. Acesso em 14/07/2014.
O texto faz uso da sigla TIC (tecnologias de informação e comunicação). Esse processo de formação das palavras é conhecido como “siglagem” ou “siglonimização”. Como sabemos, não há necessariamente uma regra para a criação de uma sigla, mas há regras para a sua correta grafia.
Assinale a alternativa que apresenta erro de grafia.
Provas
Linguagens e Tecnologias na Educação
[Fragmento]
Analisar o surgimento de novas linguagens, a partir da aproximação das tecnologias da comunicação e informação com uma grande diversidade de áreas do conhecimento, exige estabelecer uma panorâmica sobre alguns elementos do desenvolvimento científico e tecnológico do mundo contemporâneo. Nesse sentido, precisamos resgatar alguns desses elementos tentando dar uma dimensão mais ampla ao que vamos tratar nesse texto.
Um dos primeiros aspectos que exige uma reflexão, diz respeito à relação do ser humano com as máquinas. Precisamos pensar historicamente sobre essa relação para podermos compreender melhor algumas das dificuldades que encontramos hoje no uso das tecnologias de informação e comunicação - as TIC - na educação e em outras áreas do conhecimento.
Num primeiro momento podemos associar a palavra “techné”, do grego, à palavra arte. A arte do fazer, aliada à capacidade do homem e, dependente de suas habilidades, no ato de fazer. Como parte do desenvolvimento histórico da humanidade e com o surgimento da ciência moderna, a técnica passa a estar associada ao logos e não mais com o fazer, ou seja, com a razão do fazer. Nesse sentido, surge a tecnologia como sendo uma extensão dos sentidos do homem. Essa razão do fazer está intimamente ligada à intencionalidade, aos sentidos e significados do que se faz.
Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental. A tecnologia aparece como neutra, está posta a serviço do homem, sendo definida socialmente em função do uso que será dado a ela pelo homem. A tecnologia passa a ser quase autônoma, com um desenvolvimento ilimitado, livre de qualquer imperativo ético, o que vem redundando na exploração desenfreada da natureza, com graves consequências para o meio ambiente. Uma das consequências desse tipo de relação é que, com essa perspectiva de tecnologia, a manipulação da natureza passa ser a palavra de ordem, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A tecnologia passa então a ser vista como a responsável pela desumanização dos seres humanos. Obviamente, com reações dos próprios humanos.
Na metade do século XIX, o mundo registrou um dos acontecimentos mais emblemáticos dessa relação dos seres humanos com as máquinas. Aquilo que ficou conhecido como o movimento ludista, que iniciou em Manchester na Inglaterra e constitui-se numa manifestação de trabalhadores têxteis desempregados, um movimento de resistência às tecnologias, com diferentes versões para o próprio nome do movimento. Consta que o nome tenha sido dado ao movimento em função de um dos seus lideres ter sido Midlands Ned Ludd, que atacara com martelo um tear, não em ato consciente de resistência, mas com raiva por ter sido espancado por um patrão. Após esse ataque, o grupo liderado por Ludd levantou-se contra os patrões e o sistema fabril e destruiu os equipamentos, o que foi seguido por diversos outros trabalhadores em diversos lugares do mundo (Falcão, 1995).
Vivemos hoje um outro momento dessa relação homem-máquina. Essa nova perspectiva poderia ser sintetizada por uma única palavra: imbricamento. Poderíamos, nessa perspectiva, entendê-la como sendo centrada no fazer da razão (a techné do logos). Máquinas e seres humanos aproximam-se cada vez mais e, principalmente, passa-se a compreender que as máquinas surgem a partir do mesmo processo social que constitui o humano. Não existe, portanto, a tradicional separação entre técnica, cultura e sociedade, que vigorava até pouco tempo. (...)
Nelson De Luca Pretto
Fonte: http://www2.ufba.br/~pretto/textos/endipe2000.htm. Acesso em 14/07/2014.
A palavra “imbricamento”(substantivo para o verbo “imbricar”), utilizada no texto, pode ser exemplificada em qual das seguintes alternativas?
Provas
Linguagens e Tecnologias na Educação
[Fragmento]
Analisar o surgimento de novas linguagens, a partir da aproximação das tecnologias da comunicação e informação com uma grande diversidade de áreas do conhecimento, exige estabelecer uma panorâmica sobre alguns elementos do desenvolvimento científico e tecnológico do mundo contemporâneo. Nesse sentido, precisamos resgatar alguns desses elementos tentando dar uma dimensão mais ampla ao que vamos tratar nesse texto.
Um dos primeiros aspectos que exige uma reflexão, diz respeito à relação do ser humano com as máquinas. Precisamos pensar historicamente sobre essa relação para podermos compreender melhor algumas das dificuldades que encontramos hoje no uso das tecnologias de informação e comunicação - as TIC - na educação e em outras áreas do conhecimento.
Num primeiro momento podemos associar a palavra “techné”, do grego, à palavra arte. A arte do fazer, aliada à capacidade do homem e, dependente de suas habilidades, no ato de fazer. Como parte do desenvolvimento histórico da humanidade e com o surgimento da ciência moderna, a técnica passa a estar associada ao logos e não mais com o fazer, ou seja, com a razão do fazer. Nesse sentido, surge a tecnologia como sendo uma extensão dos sentidos do homem. Essa razão do fazer está intimamente ligada à intencionalidade, aos sentidos e significados do que se faz.
Até esse momento, a característica básica da relação do ser humano com as máquinas é o fato desta ser sempre uma relação utilitarista-instrumental. A tecnologia aparece como neutra, está posta a serviço do homem, sendo definida socialmente em função do uso que será dado a ela pelo homem. A tecnologia passa a ser quase autônoma, com um desenvolvimento ilimitado, livre de qualquer imperativo ético, o que vem redundando na exploração desenfreada da natureza, com graves consequências para o meio ambiente. Uma das consequências desse tipo de relação é que, com essa perspectiva de tecnologia, a manipulação da natureza passa ser a palavra de ordem, colocando em risco a própria sobrevivência da humanidade. A tecnologia passa então a ser vista como a responsável pela desumanização dos seres humanos. Obviamente, com reações dos próprios humanos.
Na metade do século XIX, o mundo registrou um dos acontecimentos mais emblemáticos dessa relação dos seres humanos com as máquinas. Aquilo que ficou conhecido como o movimento ludista, que iniciou em Manchester na Inglaterra e constitui-se numa manifestação de trabalhadores têxteis desempregados, um movimento de resistência às tecnologias, com diferentes versões para o próprio nome do movimento. Consta que o nome tenha sido dado ao movimento em função de um dos seus lideres ter sido Midlands Ned Ludd, que atacara com martelo um tear, não em ato consciente de resistência, mas com raiva por ter sido espancado por um patrão. Após esse ataque, o grupo liderado por Ludd levantou-se contra os patrões e o sistema fabril e destruiu os equipamentos, o que foi seguido por diversos outros trabalhadores em diversos lugares do mundo (Falcão, 1995).
Vivemos hoje um outro momento dessa relação homem-máquina. Essa nova perspectiva poderia ser sintetizada por uma única palavra: imbricamento. Poderíamos, nessa perspectiva, entendê-la como sendo centrada no fazer da razão (a techné do logos). Máquinas e seres humanos aproximam-se cada vez mais e, principalmente, passa-se a compreender que as máquinas surgem a partir do mesmo processo social que constitui o humano. Não existe, portanto, a tradicional separação entre técnica, cultura e sociedade, que vigorava até pouco tempo. (...)
Nelson De Luca Pretto
Fonte: http://www2.ufba.br/~pretto/textos/endipe2000.htm. Acesso em 14/07/2014.
Em relação ao fragmento do texto de Nelson De Luca Pretto, é correto afirmar que:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
Considerando os dados geográficos e demográficos do Censo do IBGE de 2010 sobre o Estado do Acre, qual é a informação incorreta?
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
Ao final do ano de 2011, o MTE/RAIS (Ministério do Trabalho e Emprego/Relatório Anual de Informações Sociais) divulgou o número de empregos formais no Acre, por atividade econômica, distribuídos pelos diferentes setores econômicos a seguir: Administração Pública, Comércio, Serviços, Indústria de Transformação, Construção Civil, Agropecuária, Serviços Industriais de Utilidade Pública e Extrativa Mineral.
Quanto aos setores econômicos citados, identifique a afirmação correta:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
Há algumas décadas, o Presidente da República João Goulart sancionou a lei de número 4.070, que elevou o Acre à categoria de Estado. No ano de 2014, comemorou-se em 15 de junho o aniversário de ___ anos dessa mudança que alterou a classificação do Acre de Território para Estado.
O número que preenche corretamente a lacuna é:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
Os feriados estaduais obedecem à legislação da União, a qual pode alterar a qualquer momento seus dispositivos. Atualmente, no Estado do Acre, algumas datas do ano são comemoradas oficialmente por seu significado histórico para o Acre ou em função de sua importância para a região.
Avaliando o que se comemora e a data apresentada, identifique a alternativa errada.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
O programa da Bolsa-Formação oferece vagas gratuitas de Educação Profissional e Tecnológica. Esse programa é apresentado em duas modalidades, ou seja, a Bolsa-Formação Trabalhador e a Bolsa- Formação Estudante.
Assinale a afirmação errada quanto ao conteúdo.
Provas
Caderno Container