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O desafio de usar a tecnologia a favor do ensino

Não basta usar computador e tablet em sala de aula.

Professores devem estar capacitados para auxiliar e orientar alunos


Não restam dúvidas sobre a intensa presença da tecnologia no dia a dia dos jovens - uma geração que já nasceu conectada com o mundo virtual - e os impactos que esse novo perfil de aluno traz ao ambiente escolar. Esse contexto lança o desafio para escolas e professores sobre como usar os novos recursos tecnológicos a favor do ensino. Lutar contra a presença deles não é mais visto como uma opção.

“Estamos no século 21, não tem como dar aula como se dava há 10 anos”, diz Glaucia Brito, professora do departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em Tecnologia na Educação. Para ela, a escola está atrasada. Os jovens são outros e os professores precisam se transformar para seguir essa mudança.

O uso da tecnologia pode ser proveitoso no estudo interativo de conteúdos, tornando-os mais atraentes e fazendo com que o aluno adote uma postura mais participativa. No Colégio Dom Bosco, em Curitiba, tablets e netbooks são fornecidos aos alunos desde o 6.° ano do ensino fundamental. “A ideia é tentarfalar a mesma linguagem [dos alunos]. Não adianta ser diferente em casa. Trabalhamos o uso responsável”, explica o professor de Física e coordenador de Tecnologias, Raphael Corrêa.

A escola trabalha de duas maneiras: recorre a objetos educacionais digitais, como vídeos, animações, imagens e infográficos, para dar suporte às aulas, e estimula a pesquisa dos alunos na internet, com a orientação do professor sobre como encontrar a informação desejada de forma segura e a partir de fontes confiáveis. Entretanto, não são só benefícios que os dispositivos móveis trazem. O colégio controla o uso quando a aula não necessita dos aparelhos e bloqueia o acesso às redes sociais, os principais vilões quando o assunto é distração.

“Tem professor que reclama que os alunos não prestam atenção, ficam só no celular. Mas, na minha época, por exemplo, nos distraíamos com gibi. A questão é como está a aula do professor”, avalia Glaucia, que defende ser possível dar uma aula de qualidade e atraente mesmo sem usar aparatos modernos.

Envolvimento

No Colégio Sion, a tecnologia é mais usada pelos professores, embora os alunos também usufruam em determinados momentos. Para a coordenadora do ensino médio, Cinthia Reneaux, é preciso fazer com que o estudante participe do processo, saiba contar o que aprendeu. “Para não ficar muito no virtual, fazemos muitos seminários, debates e pesquisas. Tentamos resgatar o diálogo, a conversa e discussão entre eles”, explica Cinthia, citando o formato semicircular na disposição das carteiras nas salas para facilitar o método.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/o-desafio-de-usar-a-tecnologia-a-favor-do-ensino-ealmosyp83vcnzak775day3bi

Assinale a alternativa correta a respeito do texto.
 

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O desafio de usar a tecnologia a favor do ensino

Não basta usar computador e tablet em sala de aula.

Professores devem estar capacitados para auxiliar e orientar alunos


Não restam dúvidas sobre a intensa presença da tecnologia no dia a dia dos jovens - uma geração que já nasceu conectada com o mundo virtual - e os impactos que esse novo perfil de aluno traz ao ambiente escolar. Esse contexto lança o desafio para escolas e professores sobre como usar os novos recursos tecnológicos a favor do ensino. Lutar contra a presença deles não é mais visto como uma opção.

“Estamos no século 21, não tem como dar aula como se dava há 10 anos”, diz Glaucia Brito, professora do departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e especialista em Tecnologia na Educação. Para ela, a escola está atrasada. Os jovens são outros e os professores precisam se transformar para seguir essa mudança.

O uso da tecnologia pode ser proveitoso no estudo interativo de conteúdos, tornando-os mais atraentes e fazendo com que o aluno adote uma postura mais participativa. No Colégio Dom Bosco, em Curitiba, tablets e netbooks são fornecidos aos alunos desde o 6.° ano do ensino fundamental. “A ideia é tentarfalar a mesma linguagem [dos alunos]. Não adianta ser diferente em casa. Trabalhamos o uso responsável”, explica o professor de Física e coordenador de Tecnologias, Raphael Corrêa.

A escola trabalha de duas maneiras: recorre a objetos educacionais digitais, como vídeos, animações, imagens e infográficos, para dar suporte às aulas, e estimula a pesquisa dos alunos na internet, com a orientação do professor sobre como encontrar a informação desejada de forma segura e a partir de fontes confiáveis. Entretanto, não são só benefícios que os dispositivos móveis trazem. O colégio controla o uso quando a aula não necessita dos aparelhos e bloqueia o acesso às redes sociais, os principais vilões quando o assunto é distração.

“Tem professor que reclama que os alunos não prestam atenção, ficam só no celular. Mas, na minha época, por exemplo, nos distraíamos com gibi. A questão é como está a aula do professor”, avalia Glaucia, que defende ser possível dar uma aula de qualidade e atraente mesmo sem usar aparatos modernos.

Envolvimento

No Colégio Sion, a tecnologia é mais usada pelos professores, embora os alunos também usufruam em determinados momentos. Para a coordenadora do ensino médio, Cinthia Reneaux, é preciso fazer com que o estudante participe do processo, saiba contar o que aprendeu. “Para não ficar muito no virtual, fazemos muitos seminários, debates e pesquisas. Tentamos resgatar o diálogo, a conversa e discussão entre eles”, explica Cinthia, citando o formato semicircular na disposição das carteiras nas salas para facilitar o método.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/educacao/o-desafio-de-usar-a-tecnologia-a-favor-do-ensino-ealmosyp83vcnzak775day3bi

Considerando-se as informações apresentadas pelo texto, no trecho “Esse contexto lança o desafio para escolas e professores sobre como usar os novos recursos tecnológicos a favor do ensino”, a expressão grifada se refere
 

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1106206 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA

Sobre o Estágio Supervisionado, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. O estágio Supervisionado não tem por objetivo proporcionar a complementação do ensino e da aprendizagem, pois deve ser entendido como um momento de síntese dos conteúdos das matérias de ensino, das teorias de aprendizagem e das experiências pessoais.

II. O estágio somente poderá realizar-se em unidades que tenham condições de proporcionar experiência prática na linha da formação, devendo, o estudante, para esse fim, estar em condições de estagiar.

III. O estágio poderá assumir a forma de atividades de extensão, mediante a participação do estudante em empreendimentos ou projetos de interação social.

IV. Os estudantes da licenciatura de instituições públicas somente poderão realizar o estágio curricular em escolas públicas que ofertam o Ensino Fundamental e/ou o Ensino Médio.

 

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1106205 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA
Um professor apresentou o histórico sobre a produção de dois tipos de grãos (formas de cultivo, formas de colheita, formas de armazenamento). Após, apresentou dois gráficos sobre a produção desses grãos em determinado período, indicando o preço da saca em cada ano para os dois tipos de grãos, e solicitou que os alunos analisassem os gráficos para indicar qual deles apresentou a maior produção e qual é a diferença de rentabilidade em determinado ano. Essa situação refere-se a qual Tendência da Educação Matemática?
 

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1106204 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA

Em relação a situações que dizem respeito à Etnomatemática, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).


I. Pesquisa sobre a maneira que os vendedores decidem, por um modelo probabilístico, a quantidade de suco de cada fruta que deve estar disponível em sua barraca para atender à demanda.

II. Pesquisa sobre a maneira que as crianças de uma comunidade se organizam para construir um campo de futebol, obedecendo, em escala, as dimensões oficiais.

III. Pesquisa sobre a utilização de instrumentos de percussão, por parte das tradições originárias da África, revelando que o ritmo que acompanha os instrumentos pode ser estudado como auxiliar na compreensão do conceito de razão.

 

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1106203 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA
A Modelagem Matemática tem como pressuposto a problematização de situações do cotidiano, ao mesmo tempo em que propõe a valorização do aluno no contexto social, procura levantar problemas que sugerem questionamentos sobre situações de vida (PARANÁ, 2008, p. 37-38). Sobre essa temática, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1106202 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA
Sobre tecnologia da comunicação e informação no ensino e na aprendizagem de Matemática, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1106201 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA

Nas aulas de Matemática, são implicitamente estabelecidas algumas regras e convenções que constituem as bases das relações que docente e discente mantêm com o saber, o chamado “contrato didático” difundido por Brousseau, Chevallard, Douady, Henry, Franchi e Silva. Em relação ao assunto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.


I. Chama-se contrato didático o conjunto de comportamentos do professor que é esperado pelos alunos e o conjunto de comportamentos dos alunos que é esperado pelo professor.

II. O contrato didático é caracterizado pelo conjunto de regras que determina uma pequena parte implicitamente, mas, sobretudo, explicitamente, do que cada parceiro da relação didática deverá gerir.

III. O contrato didático depende da estratégia de ensino adotada, adaptando-se a diversos contextos, tais como: as escolhas pedagógicas; o tipo de trabalho solicitado aos alunos; os objetivos; as condições de avaliação etc.

IV. O contrato didático reúne três instâncias: o sujeito a quem se ensina; o sujeito que ensina; e o “saber ensinado”.

 

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1106200 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA

Para exercer adequadamente sua atividade profissional, um professor de Matemática precisa:


• Conhecer os processos e significados formais da Matemática Acadêmica, não para depois transpô-los didaticamente a seus alunos, mas para discuti-los e analisá-los criticamente, avaliando seus limites e possibilidades enquanto objetos de ensino;

• Explorar e problematizar as formas conceituais pedagogicamente mais significativas ao desenvolvimento do pensamento matemático do cidadão contemporâneo;

• Compreender o que torna a aprendizagem de tópicos específicos de matemática, fáceis ou difíceis, bem como as concepções e preconcepções que estudantes de diferentes idades e repertórios trazem para as situações de aprendizagem;

• Gerar atividades e situações de ensino através das quais os seus alunos possam construir, de uma maneira significativa, o conhecimento matemático;

• Conhecer bem o seu contexto de trabalho, nomeadamente a escola e o sistema educativo.


Assinale a alternativa que representa de forma mais completa os aspectos relacionados.

 

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1106199 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: IF-BA

No que se refere à natureza filosófica da Matemática, a discussão sobre as bases dessa ciência apontam para três tendências que fundamentam suas concepções históricas. Em relação a essas tendências, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Platonismo.

( ) Formalismo.

( ) Construtivismo.


1. Nesta corrente, considera-se que os objetos matemáticos não podem ser considerados existentes, se não forem dados por uma construção, em número finito de procedimentos, partindo dos números naturais. Não é suficiente mostrar que a hipótese de não existência conduziria a uma contradição.

2. De acordo com essa concepção, os teoremas decorrem dos axiomas de acordo com as leis da Lógica. Nega-se, no entanto, que os axiomas sejam eles mesmos, princípios lógicos ou consequências de tais princípios. A preocupação está em considerar o conhecimento como determinado a priori, confundindo-se a lógica com a Matemática.

3. Segundo essa concepção, a Matemática existe independente dos homens, pois está em alguma parte, no mundo das ideias. Acredita-se que os objetos matemáticos existem, mesmo que não tenhamos conhecimento sobre eles.

 

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