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Foram encontradas 500 questões.

1629726 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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O conjunto de dados que dão partida a uma reportagem, que não deve ser genérica ou evasiva, identificando personagens, localizando geograficamente os fatos, descrevendo as suas circunstâncias e contexto histórico para dar-lhes perspectivas e noção de amplitude e dos seus significados é definido como:

 

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1628913 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Segundo a natureza da coleção, as bibliotecas são classificadas em:

 

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MONOGAMIA - MONOTONIA?

Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil(a)) é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.

Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada(b)) e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”

A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos(c) e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais(d). É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.

O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.

“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar(e) até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.

Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.

Assinale a alternativa em que o termo grifado está classificado corretamente.

 

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1628825 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A compostagem é um processo biológico que tem por finalidade a transformação de materiais orgânicos em resíduos estabilizados. Sobre esse processo, assinale a alternativa correta.

 

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MONOGAMIA - MONOTONIA?

Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil) é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.

Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada) e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”

A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.

O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.

“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.

Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.

Assinale a alternativa que classifica corretamente a figura de linguagem presente no trecho “a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos...”.

 

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1628730 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Quanto à função de difundir informação, a biblioteca oferece os seguintes serviços:

 

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1628534 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Conforme a CDD, a ordem correta de guarda de livros nas estantes é:

 

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1627935 Ano: 2009
Disciplina: Comunicação Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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As tecnologias de comunicação periodicamente resultam em significativas transformações na sociedade e causam grandes mudanças de hábito e de comportamento. Com a Internet oferecendo amplos recursos técnicos e um novo suporte para as mais diversas atividades, é verdadeiro afirmar:

 

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1627709 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

Do ponto de vista biológico, o leite é o produto da secreção das glândulas mamárias de fêmeas mamíferas em lactação, e do ponto de vista físico-químico, o leite é uma mistura homogênea de um grande número de substâncias como lactose, sais minerais, vitaminas, enzimas, etc. Em relação a forma em que os constituintes do leite se apresentam, marque a opção correta.

 

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1627507 Ano: 2009
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Em relação aos serviços de atendimento aos usuários de bibliotecas, é correto afirmar:

 

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