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Com relação às normas gerais sobre Licitações, analise as afirmativas e assinale a opção que aborda de forma correta os princípios do processo licitatório os quais norteiam a conduta do administrador público.
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É correto afirmar em relação às codificações das despesas, segundo a sua natureza, descritas abaixo:
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Array
- Fundamentos de ProgramaçãoTipos de Dados
- Fundamentos de ProgramaçãoVariáveis
- LinguagensPascal
Considere as declarações de tipo e de variáveis abaixo num programa na linguagem Pascal:
type teatro = array[-30..30] of integer;
onibus = array[0..15,0..3] of integer;
var t1,t2: teatro;
on1: onibus;
on2,on3: array[1..16,1..4] of integer;
Com base no código acima e considerando que cada inteiro ocupa 4 bytes, marque a alternativa correta.
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O recurso por meio do qual o assessor de comunicação certifica-se que a sugestão de pauta ou release enviado foi recebido pelo profissional de imprensa refere-se a:
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Segundo a teoria da formação histórico-cultural da mente existem dois mediadores básicos no processo de relacionamento entre pessoas. São eles, a:
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Para a educação básica, na LDB 9394/96 foram estabelecidas algumas regras, dentre elas:
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Ao reunir coisas, ideias ou seres em grupos, de acordo com o seu grau de semelhança, estamos realizando a atividade de:
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Na construção de uma barragem de terra foi definido que o índice de vazios é de 0,75. Foi removido de um corte 200.000m3 de solo cujo índice de vazios é 1,24. Quantos metros cúbicos poderão ser construídos na barragem especificada.
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MONOGAMIA - MONOTONIA?
Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.
Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”
A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.
O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.
“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.
Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.
Assinale a alternativa cuja concordância verbal está conforme a norma gramatical.
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB 9394/96 assevera que o estado brasileiro tem o dever de garantir:
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