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Considerando a construção, o princípio de funcionamento e o uso do fotômetro de chama, assinale a alternativa correta.
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As categorias substantivas de valores-notícia referem-se à:
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Em qual diretório de um sistema LINUX ficam os arquivos de log do sistema?
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A contaminação por microrganismos é irreversível, e só pode ser evitada preventivamente. São diversos os procedimentos que o produtor pode tomar para a obtenção de leite com boa qualidade microbiológica. Sobre isso analise as afirmativas abaixo.
I. Lavar as mãos antes de cada ordenha. Manter o local de ordenha limpo e seco. Utilizar equipamentos e utensílios de ordenha e refrigeração (tanque de resfriamento) em bom estado de conservação e devidamente higienizado e desinfetado. Refrigerar o leite imediatamente após a ordenha.
II. Ordenhar tetos limpos e secos. Os tetos devem ser lavados com água ou imersos em solução desinfetante apropriada para a ordenha ("pré dipping") e secos com toalhas de papel individuais. Prevenir a mastite com a imersão dos tetos após a ordenha ("pós dipping"), e tratar todos os casos clínicos de mastite por meio da aplicação de antibióticos em todos os quartos mamários no momento da secagem da vaca.
III. Desprezar os primeiros jatos de leite em recipiente de fundo escuro. Este procedimento evita a entrada, no leite ordenhado, de bactérias que podem estar presentes no canal do teto e ao mesmo tempo permite o exame do leite para detecção de alterações, como presença de coágulos e alterações de cor (sinais de mastite clínica).
Assinale a alternativa correta.
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Em relação às normas de finanças públicas estabelecidas na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta.
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisKernelFunções do Kernel
- Gerenciamento de MemóriaMemória Virtual (Conceito)
- Gerenciamento de ProcessosProcesso (Programa em Execução)
É tarefa de um sistema operacional:
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A “Teoria do Gatekeeper” dentro do Jornalismo refere-se à pessoa que tem o poder de decidir se deixa passar a informação ou se a bloqueia. Ou seja, diante dos acontecimentos que chegam ao conhecimento da redação, viram notícia, apenas aqueles que passam por uma cancela ou portão (gate, em inglês), conforme decide o jornalista, segundo Felipe Pena. Então é possível afirmar ser verdadeiro:
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As proteínas do leite podem ser classificadas em dois grandes grupos, as caseínas e as proteínas do soro. Analise as afirmativas abaixo em relação às diferenças mais detectáveis entre os dois grupos de proteínas.
I. As proteínas do soro são solúveis a pH 4,6, são relativamente insensíveis a ação enzimática de proteases, e são desnaturadas pela ação do calor, enquanto que as caseínas não são solúveis em pH 4,6 (ponto isoelétrico da mesma), são sensíveis a ação de algumas proteases que a coagulam formando gel, e são termoresistentes, o que permite a esterilização do leite sem que a mesma gelifique.
II. Todas as caseínas são sintetizadas na glândula mámaria, enquanto que, as proteínas do soro (p.ex., imunoglobulinas, transferrina e soro albumina) podem ser procedentes do plasma ou de origem mamária (α-lactoalbumina, β-lactoglobulina, lactoferrina).
III. As caseínas formam partículas coloidais (as miscelas), enquanto que as proteínas do soro encontram-se em emulsão.
Assinale a opção correta:
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O trecho de tubulação que conduz o esgoto e não recebe contribuição da rede ao longo de sua trajetória é definido como:
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MONOGAMIA - MONOTONIA?
Num livro recentemente publicado nos Estados Unidos, o psicólogo David Barash e a psiquiatra Judith Eve Lipton dedicam-se a destruir um mito laboriosamente erigido pela cultura humana: a monogamia. Escrito com enorme graça e fluência, The Myth of Monogamy: Fidelity and Infidelity in Animals and People (“O mito da monogamia: fidelidade e infidelidade em animais e pessoas”, ainda inédito no Brasil é uma bordoada erudita na propalada ideia de que homens e mulheres seriam naturalmente predispostos a viver juntos até que a morte os separe. Barash e Lipton mostram que são outras coisas — bem distantes de coloridas certidões de casamento e de funestos atestados de óbito — que costumam unir ou desunir casais.
Barash e Lipton afirmam que, entre humanos, a monogamia é um mingau fervido com muitas doses de preceitos religiosos, um bocado de pragmatismo econômico (como a necessidade de regular o direito à propriedade privada e um toque de ingredientes sociais (reconhecimento da prole). E — claro — um punhado de comodismo. “Não é todo mundo que está disposto a frequentar o instável e arriscado mercado de encontros”, explicam os autores. Mais: que, além desses fatores, monogamia existiria única e exclusivamente devido ao empenho isolado e contínuo de cada casal. “O mais poderoso mito que envolve a monogamia é aquele que diz que, ao encontrarmos o amor das nossas vidas, nos dedicaríamos inteiramente a ele”, afirma Barash. “A biologia mostra que há um lado irracional e animal no comportamento humano.”
A maioria das espécies animais, assim como muitos outros agrupamentos humanos e indivíduos em geral, não são monogâmicos nem inclinados nesta direção. Segundo Barash e Lipton, o fato de não ocorrer monogamia na natureza (e de os machos serem tão volúveis e vorazes em seus apetites sexuais) pode ser explicado por uma contabilidade evolutiva. Esperma é barato, óvulos são caros. Melhor dizendo: um macho normal de qualquer espécie produz milhares de espermatozóides todos os dias e está sempre à disposição para novos intercursos sexuais, ao passo que as fêmeas ovulam bem menos e — em caso de fecundação — têm que arcar com um grande número de responsabilidades, que os pesquisadores costumam qualificar com a expressão “investimento parental”. Isso explica, por exemplo, por que fêmeas da maioria das espécies são menos dadas a aventuras extraconjugais. É uma equação de tempo, energia e risco que os pais biológicos depreendem para que a gestação e o nascimento de suas crias ocorram sem maiores problemas.
O que nenhuma explicação científica parece dar conta é do componente fundamental de toda relação humana: o amor. Sentimentalismos (e biologia) à parte, é o amor que sedimenta o envolvimento entre dois humanos que se gostam. O amor pode até ser uma invenção cultural — assim como a própria monogamia entre muitas sociedades —, mas o homo sapiens é formado por um feixe de elementos culturais.
“A monogamia é o mais difícil dos arranjos maritais entre humanos”, escreveu a antropóloga americana Margaret Mead. A favor da fidelidade conjugal, o máximo que os cientistas conseguiram catalogar até o momento é o caso exemplar do parasita de peixe Diplozoon paradoxum: ele encontra uma larva virgem e se funde a ela. Permanecem juntos para sempre. Até que a morte os separe.
Adaptado de SARMATZ, Leandro. Superinteressante. novembro/2001- edição 110-p.71-73.
Assinale a alternativa em que o termo grifado rege a mesma preposição que o destacado em “direito à propriedade privada”.
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