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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisAbstração de Hardware
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisArquitetura de Sistemas Operacionais
- Fundamentos de Sistemas OperacionaisIntrodução a Sistemas Operacionais
Abstração do hardware, fazendo o papel de intermediário entre o aplicativo (programa) e os componentes físicos do computador. O texto refere-se à definição de:
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Doença causada por vírus que regularmente não afeta o ser humano, porém em 1997 ocorreu a primeira detecção de transmissão entre o animal e o homem. Causou doença respiratória severa em 18 pessoas, ocorrendo 6 mortes. Desde então, outros incidentes ocorreram com o ser humano. A disseminação entre os animais ocorre através da saliva, secreções nasais e fezes. A referida doença é conhecida como:
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O psicólogo, para ingressar, associar-se ou permanecer em uma organização, considerará a missão, a filosofia, as políticas, as normas e as práticas nela vigentes e sua compatibilidade com os princípios e regras do Código de Ética Profissional. As afirmações abaixo são orientações do Código de Ética do psicólogo, o que não é correto afirmar é:
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- Sistema Global de Proteção dos Direitos Humanos: Instrumentos NormativosDeclaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos trata, em seu artigo XXVI, da instrução. Está em desacordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos:
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A Leptospirose é uma zoonose que se caracteriza por febre, icterícia, alteração gastrointestinal, hepática e renal, além de cefaléia e febre hemorrágica, que é letal. Qual o principal agente etiológico da leptospirose?
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Maria Sylvia Zanella Di Pietro afirma que a constitui “o patrimônio, total ou parcialmente público, dotado de personalidade jurídica de direito público ou privado, e destinado por lei, ao desempenho de atividades do Estado na ordem social, com capacidade de auto- administração e mediante o controle da Administração Pública, nos limites da lei”. A alternativa que preenche corretamente à lacuna, é:
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- Legislação EspecialLei 11.340/2006: Lei Maria da PenhaDa Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher
De acordo com a Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha, art 7º), são formas de violência contra a mulher, entre outras, a violência
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Assinale a alternativa CORRETA sobre as formas de descarte de embalagens.
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O caminho crítico da rede PERT a seguir é formado pelas atividades:

Quadro do tempo de execução das atividades
| ATIVIDADE | te | ATIVIDADE | te | ATIVIDADE | te |
| A | 3 dias | B | 6 dias | C | 4 dias |
| D | 3 dias | E | 2 dias | F | 1 dia |
| G | 4 dias | H | 5 dias | I | 3 dias |
| J | 3 dias | K | 4 dias | L | 6 dias |
| M | 2 dias | N | 6 dias | O | 2 dias |
| P | 5 dias | Q | 4 dias | R | 3 dias |
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Texto-base 01
“A sentença do STJ é uma aberração”
A deputada federal Maria do Rosário diz que a absolvição do corredor
Zequinha Barbosa, acusado de crime sexual contra menores, é um retrocesso.
(Ruth de Aquino)
No Brasil, fazer sexo com crianças e adolescentes não é crime, desde que elas já tenham sido prostituídas e que o cliente pague um punhado de reais. Essa é a visão do Superior Tribunal de Justiça, que absolveu no dia 17 de junho Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e seu ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. Em 2003, eles pegaram em um ponto de ônibus em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, duas adolescentes de 12 e 13 anos. Fizeram sexo com elas no motel, fotografaram as duas nuas e pagaram R$ 80. O STJ confirmou assim a sentença de um tribunal de Mato Grosso do Sul de 2006. O Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) repudiou o desfecho em nota pública na semana passada. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Em entrevista a ÉPOCA, Maria do Rosário Nunes, relatora da CPI do Congresso sobre exploração sexual infantil, afirmou que a sentença contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e a Constituição de 1988.
Entrevista (trechos) ÉPOCA – O que a senhora achou da decisão do STJ?
Maria do Rosário – Aviltante, porque nega a essas meninas o direito de crescer com um mínimo de dignidade, apenas por já terem sido vítimas de exploração sexual anterior. O que está em jogo não é a virgindade nem se eles foram os primeiros a explorar as duas. Esse foi um caso de abuso de poder físico e econômico de dois homens adultos sobre o corpo das meninas. A absolvição abre um precedente perigoso: ao absolver os “clientes”, é como se as meninas pobres e exploradas sexualmente não estivessem cobertas por nenhuma lei, como se não fossem nem mais crianças ou adolescentes, mesmo com menos de 14 anos. Uma sentença assim estimula o turismo sexual infantil no Brasil.
ÉPOCA – Há quem diga que os juízes não poderiam processar Zequinha e seu amigo por corrupção de menores porque elas já haviam sido corrompidas antes.
Maria do Rosário – Nossa legislação mudou muito nas duas últimas décadas. Ainda assim, o Código Penal trata o crime sexual como crime contra os costumes e tem uma visão distorcida da vítima. Mas já está superado o conceito de “mulher honesta” como condição para ter a proteção da lei. Isso acabou. Para absolver esses réus, os juízes do STJ usaram a doutrina anterior a nossa Constituição de 1988. Com isso, condenam essas meninas à exploração institucionalizada e colocam a violência sexual sob o manto do segredo, tanto na vida familiar quanto social. O crime fica invisível ao olhar acostumado da sociedade, estimulado pelas autoridades que deveriam assegurar os direitos das vítimas.
ÉPOCA – Como avançar na lei para evitar brechas e omissões?
Maria do Rosário – Em nosso projeto parado no Senado, dizemos que toda abordagem sexual de menores de 14 anos deve ser punida como crime. Estamos acabando com a distinção entre estupro e atentado violento ao pudor. No Brasil, atualmente, só existe estupro quando se consuma um ato vaginal completo. Qualquer outro tipo de sexo – oral, anal – não seria estupro, e, por isso, meninos não seriam vítimas. Mesmo que a pena possa ser igual nos dois delitos, a sociedade entende o atentado ao pudor como um crime menor.
ÉPOCA – O que, a seu ver, poderia ter levado o STJ a absolver os réus?
Maria do Rosário – Não pretendo dar argumentos aos juízes e irei aos ministros do Supremo antes de recorrer aos organismos internacionais. Mas acho que a decisão do STJ reflete algo terrível em nossa sociedade. A maneira dúbia com que se encaram hoje nossas crianças. Numa hora, é a criança anjo, sem sexo, desprovida de qualquer desejo. Outra hora, é um ser diabólico e provocador, a menina vista como ninfeta. A sociedade contemporânea tem misturado a sexualidade de adultos e crianças. O corpo jovem tem sido valorizado sexualmente além dos limites aceitáveis. Modelos são obrigadas a se enquadrar num corpo esquálido e quase infantil, manequim 36. Revistas masculinas associam a nudez de mulheres ao universo infantil, com ursinhos de pelúcia, uniforme de colegial, quartos de adolescentes. Os juízes acabam agindo como peça de uma engrenagem que subtrai a infância.
(Revista Época, 03/07/2009)
A vírgula foi usada corretamente para separar a oração subordinada adjetiva em “Essa é a visão do Superior Tribunal de Justiça, que absolveu...”. Assinale a alternativa em que existe erro de pontuação, considerando-se presença ou ausência de vírgula(s).
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