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Texto II
Para a questão.
Obama
By framos
Há 40 anos Martin Luther King foi assassinado por defender os direitos civis e políticos dos negros norte-americanos. A luta deu frutos. O quadro da sucessão de presidentes foi alterado.

(http://framos.wordpress.com/2008/11/08/obama)
Ainda com relação à charge é incorreto afirmar que:
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A relação de títulos que a biblioteca deseja adquirir por compra, doação ou permuta é denominada:
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Marque a alternativa verdadeira. Qual das doenças abaixo não é considerada zoonose?
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O trabalho do psicólogo não se limita a questões individuais, mas também a intervenção em nível social. Constituem-se princípios fundamentais do código de ética:
I - informar, a quem é de direito, os resultados decorrentes da prestação de serviços psicológicos, transmitindo o que for necessário para a tomada de decisões que afetem o usuário ou beneficiário;
II - sugerir serviços de outros psicólogos, sempre que, por motivos justificáveis, não puderem ser continuados pelo profissional que os assumiu inicialmente, fornecendo ao seu substituto as informações necessárias à continuidade do trabalho;
III - induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais;
IV - induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços;
V - realizar diagnósticos, divulgar procedimentos ou apresentar resultados de serviços psicológicos em meios de comunicação;
Está incorreto o que se afirma em:
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O ponto mais baixo da água presente no solo, útil às plantas, é alcançado quando a taxa de absorção de água do solo pela planta fica tão lenta que a planta murcha e não consegue se recuperar. Esta afirmação refere-se:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art. 15 a 18-B)
O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, Lei Federal 8.069/90, assegura que a criança e o adolescente têm direito à liberdade e à dignidade como pessoas humanas em processo de desenvolvimento. A liberdade compreende o direito de
I – opinar e expressar-se livremente;
II – adotar um culto e crença religiosa;
III – ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários a qualquer hora, sem restrições;
IV - escolher a escola para estudar, à revelia dos pais ou dos responsáveis;
V – brincar, praticar esportes e divertir-se.
A opção correta é a:
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Disposições Gerais (Art. 19 a 24)
Está inteiramente de acordo com o estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8069/90:
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Qual das alternativas abaixo não faz parte do processo de referência descrito por Grogan (2001):
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Texto-base 01
“A sentença do STJ é uma aberração”
A deputada federal Maria do Rosário diz que a absolvição do corredor
Zequinha Barbosa, acusado de crime sexual contra menores, é um retrocesso.
(Ruth de Aquino)
No Brasil, fazer sexo com crianças e adolescentes não é crime, desde que elas já tenham sido prostituídas e que o cliente pague um punhado de reais. Essa é a visão do Superior Tribunal de Justiça, que absolveu no dia 17 de junho Zequinha Barbosa (campeão mundial em 1987 na corrida de 800 metros rasos) e seu ex-assessor Luiz Otávio Flores da Anunciação. Em 2003, eles pegaram em um ponto de ônibus em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, duas adolescentes de 12 e 13 anos. Fizeram sexo com elas no motel, fotografaram as duas nuas e pagaram R$ 80. O STJ confirmou assim a sentença de um tribunal de Mato Grosso do Sul de 2006. O Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) repudiou o desfecho em nota pública na semana passada. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul recorrerá ao Supremo Tribunal Federal. Em entrevista a ÉPOCA, Maria do Rosário Nunes, relatora da CPI do Congresso sobre exploração sexual infantil, afirmou que a sentença contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 e a Constituição de 1988.
Entrevista (trechos) ÉPOCA – O que a senhora achou da decisão do STJ?
Maria do Rosário – Aviltante, porque nega a essas meninas o direito de crescer com um mínimo de dignidade, apenas por já terem sido vítimas de exploração sexual anterior. O que está em jogo não é a virgindade nem se eles foram os primeiros a explorar as duas. Esse foi um caso de abuso de poder físico e econômico de dois homens adultos sobre o corpo das meninas. A absolvição abre um precedente perigoso: ao absolver os “clientes”, é como se as meninas pobres e exploradas sexualmente não estivessem cobertas por nenhuma lei, como se não fossem nem mais crianças ou adolescentes, mesmo com menos de 14 anos. Uma sentença assim estimula o turismo sexual infantil no Brasil.
ÉPOCA – Há quem diga que os juízes não poderiam processar Zequinha e seu amigo por corrupção de menores porque elas já haviam sido corrompidas antes.
Maria do Rosário – Nossa legislação mudou muito nas duas últimas décadas. Ainda assim, o Código Penal trata o crime sexual como crime contra os costumes e tem uma visão distorcida da vítima. Mas já está superado o conceito de “mulher honesta” como condição para ter a proteção da lei. Isso acabou. Para absolver esses réus, os juízes do STJ usaram a doutrina anterior a nossa Constituição de 1988. Com isso, condenam essas meninas à exploração institucionalizada e colocam a violência sexual sob o manto do segredo, tanto na vida familiar quanto social. O crime fica invisível ao olhar acostumado da sociedade, estimulado pelas autoridades que deveriam assegurar os direitos das vítimas.
ÉPOCA – Como avançar na lei para evitar brechas e omissões?
Maria do Rosário – Em nosso projeto parado no Senado, dizemos que toda abordagem sexual de menores de 14 anos deve ser punida como crime. Estamos acabando com a distinção entre estupro e atentado violento ao pudor. No Brasil, atualmente, só existe estupro quando se consuma um ato vaginal completo. Qualquer outro tipo de sexo – oral, anal – não seria estupro, e, por isso, meninos não seriam vítimas. Mesmo que a pena possa ser igual nos dois delitos, a sociedade entende o atentado ao pudor como um crime menor.
ÉPOCA – O que, a seu ver, poderia ter levado o STJ a absolver os réus?
Maria do Rosário – Não pretendo dar argumentos aos juízes e irei aos ministros do Supremo antes de recorrer aos organismos internacionais. Mas acho que a decisão do STJ reflete algo terrível em nossa sociedade. A maneira dúbia com que se encaram hoje nossas crianças. Numa hora, é a criança anjo, sem sexo, desprovida de qualquer desejo. Outra hora, é um ser diabólico e provocador, a menina vista como ninfeta. A sociedade contemporânea tem misturado a sexualidade de adultos e crianças. O corpo jovem tem sido valorizado sexualmente além dos limites aceitáveis. Modelos são obrigadas a se enquadrar num corpo esquálido e quase infantil, manequim 36. Revistas masculinas associam a nudez de mulheres ao universo infantil, com ursinhos de pelúcia, uniforme de colegial, quartos de adolescentes. Os juízes acabam agindo como peça de uma engrenagem que subtrai a infância.
(Revista Época, 03/07/2009)
Considere as assertivas abaixo:
I. A deputada federal Maria do Rosário afirma que, para se julgar o caso em questão, é necessário prescindir do Estatuto da Criança e do Adolescente bem como da Constituição de 1988.
II. Evidencia-se que as opiniões do Ministério Público e do Unicef vão ao encontro da decisão do STJ.
III. Com base no trecho “No Brasil (...) da Anunciação.” (linhas 6-10), é correto afirmar que, de acordo com o Código Penal Brasileiro, fundamentado na Constituição de 1988, a prática sexual com crianças e adolescentes não é crime.
Está(ão) correto(s):
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Considere as informações
I. plenitude de defesa.
II. sigilo das votações.
III. soberania dos veredictos.
IV. competência para o julgamento dos crimes culposos contra a vida.
São assegurados à instituição do júri, pela Constituição da República Federativa do Brasil, apenas
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