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Foram encontradas 60 questões.

1301429 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Enquanto Taylor se preocupava com o trabalho de cada operário no chão da fábrica, na Europa, começava um outro movimento que se preocupava com os aspectos gerais da administração e da composição estrutural das empresas. A ênfase na estrutura organizacional reflete a preocupação com a formação de uma rede interna de relações entre os órgãos que compõem a organização e de estabelecer um conjunto de princípios universais para o seu bom funcionamento. A estrutura organizacional foi desenvolvida por duas diferentes abordagens: a Teoria Clássica e a Organização Burocrática. Considerando os aspectos relacionados às abordagens acima, relacione a primeira coluna à segunda e, em seguida, assinale a opção correta.

I — Teoria Clássica
Il — Teoria da Burocracia
( ) Orientação normativa e prescritiva
( ) Ênfase na organização industrial
( ) Abordagem dedutiva: do todo para as partes
( ) Enfase nos grandes esquemas

I,I,I,II

II,II,II,I

I,I, II, II

 

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1301416 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A Teoria do Desenvolvimento Organizacional (DO) é uma teoria que tem como foco o estudo das mudanças que ocorrem em uma organização, com foco na cultura organizacional. Considerando seus pressupostos básicos, marque (V) para verdadeiro e (F) para falso, em seguida, assinale a opção correta.

(. ) A mudança organizacional deve ser planejada de forma pontual e rápida.

( ) Os objetivos individuais e os objetivos organizacionais são plenamente possíveis.

( ) Toda organização é um sistema social.

( ) O incremento da eficácia organizacional e do bem-estar da organização dependem de uma correta compreensão e aplicação dos conhecimentos acerca da natureza humana.

( ) As organizações são sistemas fechados.

 

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1301411 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

A NOVA ONDA DO GURU

No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.

O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.

PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.

Supondo-se poder substituir Peter Drucker por Maria Beatriz, a palavra patrono seria convertida em

 

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1301403 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A estrutura de capital é uma das áreas mais complexas na tomada de decisão financeira, devido ao seu interrelacionamento com outras variáveis de decisões financeiras. Para atingir o objetivo da empresa, a maximização da riqueza dos proprietários, o administrador financeiro deve ser capaz de avaliar a estrutura de capital da empresa e entender o seu relacionamento com o risco, o retorno e o valor. O termo capital denota os fundos a longo prazo da empresa. Todos os itens constantes do lado direito do balanço da empresa, com exceção dos passivos circulantes, são fontes de capital. Dentre os itens abaixo, marque aquele em que encontramos apenas Capital de Terceiros:

 

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1301298 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

A NOVA ONDA DO GURU

No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.

O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.

PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.

Ainda se tratando das comunicações oficiais, apenas não é correto o pressuposto de que

 

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1301276 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Teoria Neo- Estruturalista é a tecnologia que determina a estrutura e o funcionamento das organizações. Sobre este tema, marque a opção INCORRETA.

 

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1301275 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Dentre os princípios explícitos e implícitos da Administração Pública apresentados abaixo, indique aquele que se relaciona à limitação da discricionariedade administrativa:

 

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1301225 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE

A NOVA ONDA DO GURU

No seleto mundo da administração acadêmica, cada(a,b,c,d,e) área tem seu guru-mor(b,c). Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém(a,b,c,d) tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre(d,e) as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu(c): a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples(e): num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.

O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples(b,d,e) comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor(c,d). A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.

PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.

A uniformidade é a principal característica morfológica de

 

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1301147 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Existem duas Teorias de Conteúdo que, apesar de serem questionadas em termos de validade, constituem ainda a melhor maneira de explicar a motivação das pessoas. Uma delas é a hierarquia das necessidades humanas e a outra é a teoria motivação-higiene. Ambas constituem o fundamento das teorias contemporâneas. Sobre o tema motivação, marque a opção INCORRETA:

 

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1301106 Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Os princípios orçamentários são premissas, linhas norteadoras a serem observadas na concepção e execução da lei orçamentária. Visam a aumentar a consistência e estabilidade do sistema orçamentário. Por isso, são as bases nas quais se deve orientar o processo orçamentário e são impositivos nos orçamentos públicos. Considerando o tema princípios orçamentários, relacione a primeira coluna à segunda, em seguida, marque a opção correta:

( ) Unidade
( ) Universalidade
( ) Anualidade
( ) Orçamento Bruto
( ) Exclusividade

1 — O orçamento deve ser uno, isto é, deve existir apenas um orçamento, e não mais que um para cada ente da federação em cada exercício financeiro.

2 — O orçamento deve conter todas as receitas e despesas referentes aos Poderes da União, seus fundos, órgãos e entidades da administração direta e indireta.

3-— O orçamento deve ser elaborado e autorizado para um período de um ano.

4 - Todas as receitas e despesas constarão da lei orçamentária pelos seus totais, vedadas quaisquer deduções.

5 —- O orçamento deve conter apenas previsão de receita e fixação de despesas, com exceção das autorizações de créditos suplementares e operações de crédito, inclusive por antecipação de receita orçamentária.

 

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