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Um sistema de impermeabilização flexível é mais apropriado para o seguinte elemento da edificação:
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Em livro-texto lido por gerações de estudantes, a preposição por tem a mesma finalidade que tem em
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Na realização de estudos de viabilidade ou de escolha de local para implantação de uma edificação, onde ainda não há disposição em planta dos edifícios, o número de sondagens para investigação do subsolo deve ser fixado, conforme a NBR 8036 Programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundação de edifícios, de forma que a distância máxima entre elas seja de:
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Com relação ao uso de cinto de segurança, a NR 18 — Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Civil estabelece:
I . O cinto de segurança tipo abdominal deve ser sempre utilizado em todos os serviços, inclusive nos de eletricidade e em situações em que funcione como limitador de movimentação.
Il. O cinto de segurança tipo pára-quedista deve ser utilizado em atividades a mais de 4,00m (quatro metros) de altura do piso, a céu aberto, nas quais haja risco de queda do trabalhador.
III. O cinto de segurança deve ser dotado de dispositivo trava-quedas e estar ligado a cabo de segurança independente da estrutura do andaime.
IV. Os cintos de segurança tipo abdominal e tipo pára-quedista devem possuir argolas e mosquetões de aço forjado, ilhoses de material não-ferroso e fivela de aço forjado ou material de resistência e durabilidade equivalentes.
Estão Corretas:
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Na execução de pavimento de concreto simples, as juntas longitudinais e transversais das placas devem ser dotadas, respectivamente, de:
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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia. Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu: a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente de negócios que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso, assim como envolver nessa empreitada não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0.
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Há em ninguém tem mais peso, uma concepção coloquial. Convertendo-se o sentido da expressão para a linguagem culta e, em seguida, para a popular, seus termos ficariam mais bem representados, se assim expressos:
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Conforme NBR 7190:1997 Projeto de estruturas de madeira, as ligações entre peças de madeira com cola somente podem ser empregadas em juntas longitudinais da madeira laminada colada. As ligações mecânicas das peças de madeira podem ser feitas por meio dos seguintes elementos:
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O desenho abaixo representa a vista lateral de uma viga com seus respectivos apoios e indicativos dos principais pontos para detalhamento da armadura. No quadro abaixo, são apresentadas alguns tipos de formas de detalhamento de armadura. Os tipos de formas de armaduras apropriadas aos esforços solicitantes de momento fletor para as posições 01, 02, 03, 04 e 05 da viga, são, respectivamente:

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A NOVA ONDA DO GURU
No seleto mundo da administração acadêmica, cada área tem seu guru-mor. Peter Drucker era o patrono da filosofia da administração; Michael Porter, o rei da estratégia(e). Se o assunto é marketing, porém, ninguém tem mais peso que o americano Philip Kotler, professor da escola de negócios(e) Kellogg. Ele é autor do livro-texto lido por gerações de estudantes de marketing. Além dele, escreveu dezenas de obras, que versam sobre as mais variadas aplicações do marketing. Seu novo livro, que será lançado no Brasil em 3 de maio, Marketing 3.0, escrito em coautoria com Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan, faz uma mistura com cara de tabu(e): a combinação de marketing com práticas ligadas à responsabilidade social. A nova pregação de Kotler, claro, não é dirigida a ativistas sociais, mas a executivos. A mensagem é simples: num mundo cada vez mais rico e informado, as preocupações sociais e ambientais das pessoas estão cada vez mais relacionadas ao desejo de adquirir(c) bens e serviços. De boa leitura, o livro desenvolve com eficiência(d) os conceitos, estrutura as práticas e dá exemplos para se adaptar ao ambiente(d) de negócios(b) que está emergindo. Nele, abraçar causas sociais será uma condição necessária ao sucesso(c), assim como envolver nessa empreitada(d) não só consumidores mas também funcionários, fornecedores e acionistas das empresas 3.0(b).
O título sugere um novo patamar a ser desbravado pelas empresas. O que o distingue dos anteriores? A primeira onda, o Marketing 1.0, foi centrada no desenvolvimento(b) de produtos funcionais e na sua massificação. Em seguida, veio a versão 2.0, com ênfase em conhecer e satisfazer o consumidor por meio da segmentação de mercados. No estágio 3.0, é preciso reconhecer que "o consumidor é mais do que um simples comprador", escreve Kotler. Ele também tem preocupações coletivas, ambientais e aspira a uma sociedade melhor. A empresa que é sensível a essas inquietações(c) tem clientes leais e marcas mais valiosas. São casos como o da Body Shop, fabricante de cosméticos, e o da Timberland, marca de calçados e acessórios para caminhadas(a) e outras atividades esportivas. A primeira se destacou com seu programa de comércio(a) justo, que dá preferência a pequenos produtores, artesãos e cooperativas rurais de países em desenvolvimento. A Timberland, por sua vez, mantém um programa em que seus funcionários usam parte do horário de trabalho(a) para prestar serviços comunitários.
PEGURIER, Eduardo. Portal EXAME, 28.04.2010.
Sintaticamente funcionam como complemento de nomes de significação relativa os termos
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Nas instalações prediais de esgotos sanitários, sobre fossas sépticas (NBR 7229/82), é correto afirmar que:
I — Quanto à forma geométrica, podem ser: prismática retangular ou cilíndrica.
Il — Quanto ao tipo, podem ser: de câmara única, de câmeras sobrepostas e de câmeras em série.
III — As de forma prismática, com comprimento superior a 2 metros, assim como as de forma cilíndrica, com diâmetro superior a 2 metros, terão de possuir duas chaminés de acesso.
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