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Foram encontradas 60 questões.

2428619 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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No Brasil contemporâneo, a questão social caracteriza-se pela atualização de marcas persistentes que são inerentes ao processo histórico e político do país, ao mesmo tempo que é redimensionada ante a hegemonia da Mundialização do Capital que, sob a égide da financeirização, garante condições de reprodução do Capital (IAMAMOTO, 2008). Com base nestas considerações, analise as proposições a seguir sobre o vínculo entre a questão social e o Serviço Social:
I. O Serviço Social tem, na questão social, a base de sua fundação enquanto especialização do trabalho. Isso significa dizer que este profissional presta serviços socioassistenciais realizados nas instituições públicas e organizações privadas;
II. Atualmente, uma das manifestações da questão social que se apresenta ao assistente social são os programas assistenciais focalizados no combate à pobreza, enquanto uma ação sistemática e continuada do Estado no atendimento às necessidades básicas das classes operárias e outros segmentos de trabalhadores;
III. O tratamento analítico da questão social, na perspectiva da solidariedade associada à divisão social do trabalho, perpassa pelo seu entendimento, enquanto elemento transversal à formação e ao exercício profissional, pensado no contexto da realidade brasileira contraditória;
IV. A intervenção profissional, nas refrações da questão social, está vinculada à investigação permanente calcada na teoria social crítica, garantindo condições para agilidade e competência crítica do desvendamento dos processos sociais;
V. As estratégias de enfrentamento das expressões da questão social são qualificadas, à medida que o assistente social compreende as tensões nos diferentes projetos político-institucionais, pautados na contradição da defesa dos direitos sociais universais e na mercantilização e refilantropização do atendimento às necessidades sociais, com implicações nas condições de trabalho do profissional.
São verdadeiras
 

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2428015 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Leia o texto e responda a questão abaixo.
Por que o aluno brasileiro aprende tão pouco?
O ensino público brasileiro está de recuperação. Dados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) indicam que 70% dos alunos das séries avaliadas (quinto e nono anos do ensino fundamental e terceiro do ensino médio) não atingiram níveis de aprendizado considerados adequados em língua portuguesa e matemática. O número mais alarmante está no terceiro ano do ensino médio: apenas 9,8% dos alunos dominam conhecimentos que deveriam saber em matemática.
"Esses dados nos fazem concluir que o grande problema da educação brasileira está no aprendizado. O aluno está na escola, mas não aprende", diz Priscila Cruz, diretora executiva do Movimento Todos Pela Educação. "Nos Estados Unidos, 88% dos alunos possuem um aprendizado adequado. Ou seja, ainda temos um déficit educacional muito grande".
Se a questão central da educação é a aprendizagem, é inevitável perguntar: por que o aluno brasileiro aprende tão pouco? A resposta constitui um mosaico cheio de processos que precisam estar encaixados de maneira eficiente. A peça central, porém, está no docente: um professor qualificado gera qualidade de aprendizagem, que por sua vez gera qualidade na educação. "O professor é o grande ator de uma política educacional de sucesso e o avanço dos índices depende em grande parte do investimento na carreira docente", afirma Célio da Cunha, professor da Universidade de Brasília (UnB) e consultor da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Arthur Fonseca Filho, ex-presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, concorda: "As pessoas mais bem preparadas hoje não procuram a carreira do magistério. Precisamos valorizar a função docente para inverter essa lógica e melhorar a educação". Além de atrair os melhores, é preciso oferecer formação inicial e continuada de qualidade que prepare o mestre para a realidade escolar. "A formação do professor é uma questão estruturante. Sem ela, nenhuma melhora é possível", sentencia Guiomar Namo de Mello, especialista em educação.
Selecionar os melhores profissionais e investir na formação deles provou-se ser uma prática tão eficaz que está no topo das principais lições a serem aprendidas a partir de exemplos bem-sucedidos de modelos educacionais do mundo. O relatório Como os Sistemas de Escolas de Melhor Desempenho do Mundo Chegaram ao Topo, elaborado em 2008 pela consultoria americana McKinsey, mostra que na Coreia do Sul os futuros professores do ensino fundamental são recrutados entre a elite dos alunos do ensino médio. Por aqui, boa parte do professorado vem dos piores alunos. A maioria encontra ainda no ensino superior uma formação deficitária.
Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/por-que-o-aluno-brasileiro-aprende-tao-pouco
Assim como na palavra destacada do trecho "A resposta constitui um mosaico cheio de processos que precisam estar encaixados de maneira eficiente", as palavras estão grafadas corretamente em
 

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2427699 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A Interdisciplinaridade se faz presente, tanto no processo de formação e produção do conhecimento do assistente social, como na sua prática interventiva (JOAQUIM SEVERINO, 2010). Nesse sentido, a perspectiva interdisciplinar refere-se
 

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2427544 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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A Lei 8.662/ 93 atribui, ao assistente social, determinadas competências (art. 4º) e atribuições privativas (art.5º). A definição correta sobre competência e atribuição, segundo Simões (2008), está na alternativa
 

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2427521 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Primavera
Cecília Meireles
A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, – e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, – e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.
Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam.
Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado com suas roupas de chita multicor ao vento, – por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida – e efêmera.
Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1", Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.
Disponível em <http://www.releituras.com/cmeireles_primavera.asp>
De acordo com o texto,
 

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2427216 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Leitor de e-book lê mais. E aí?
Raquel Cozer
Dias atrás, em entrevista a um documentário universitário sobre mídias digitais, fui questionada sobre a possibilidade de os e-readers estimularem a leitura. Respondi que não acredito muito nisso. Acho que quem lê em e-readers é quem já lia muito antes em papel, já que quem não tem o costume de ler não teria interesse em comprar um e-reader(a), e quem lê pouco e compra um tablet o usa mais para outras coisas.
Mas disse acreditar que os e-readers ao menos estimulam a compra de livros por impulso(b), o que pode ser mais benéfico para as editoras do que para o leitor, na verdade, já que boa parte daqueles livros digitais permanecerá tão intocada quanto ficaria numa livraria.
Nem uma semana depois da entrevista, saiu um infográfico sobre o assunto no Good.is, partindo do fato de que um em cada dez americanos já tem e-reader para questionar como isso mudou os hábitos de leitura.
Segundo a pesquisa, quem tem e-reader compra mais livros. Dois em cada três donos de leitores eletrônicos compram seis ou mais livros por ano, enquanto mais ou menos a mesma parcela dos que não têm e-reader compram no máximo cinco livros por ano.
A parte que dá mais o que pensar é a que diz respeito à leitura. Diz o texto: "Donos de e-readers leem mais livros, na média, que aqueles que leem no papel. A maioria dos que usam e-readers lê mais de dez livros por ano, ante apenas 38% daqueles que leem livros tradicionais".
À primeira vista, pode levar à conclusão de que o digital estimula a leitura, mas isso também pode ser entendido de outra forma. Se 10% dos americanos têm hoje um e-reader, você pode desconfiar de que são os 10% que mais gostam de ler. Talvez melhor fosse perguntar se quando liam só em papel eles liam esse tanto, ou se o tempo dedicado à leitura aumentou depois que passaram a ler em e-reader.
Outra coisa é que uma pesquisa sobre quantos livros alguém lê por ano nunca será muito precisa(c). Eu não sei quantos livros leio ao ano, ainda que o fato de trabalhar com isso facilite uma estimativa. Será mesmo que mais de 20% dos americanos lê mais de 21 livros por ano? Isso daria pelo menos um livro a cada duas semanas e meia(d) (na média, segundo mapeamentos mais amplos, os americanos leem em média 5,1 livros ao ano, ante 4,7 no Brasil, onde o crescimento nesses índices foi de 150% nos últimos dez anos).
De todo modo, vale destacar o crescimento da leitura em mídias digitais nos EUA, que foi quem abriu essas porteiras(e) – e que, embora esteja muito à frente dos outros países, pode servir de parâmetro para o crescimento da leitura digital nos próximos anos no mundo.
Na visita ao Brasil, na semana passada, o diretor de parcerias (etc etc, é um cargo enorme) do Google, Tom Turvey, trouxe um número interessante: hoje, 23% dos livros vendidos nos USA são digitais. Em 2008, esse número correspondia a 0,5% (que deve ser mais ou menos como é hoje no Brasil). Em 2010, tinha chegado a 6,5%. O crescimento desde então não deixa de ser impressionante.
Disponível em: <http://abibliotecaderaquel.folha.blog.uol.com.br/>
Há, no texto, a presença de linguagem metafórica, que pode ser percebida em
 

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2427207 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Refletindo sobre a relação direitos sociais, projeto ético-político do Serviço Social e competências profissionais do Serviço Social à luz do pensamento de Iamamoto (2009), é falso afirmar-se que
 

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2427055 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Segundo Iamamoto (2004), não são consideradas as novas competências e exigências de qualificação profissional do Assistente Social no enfrentamento da questão social na contemporaneidade:
 

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2426635 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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Segundo Boschetti, a avaliação de políticas sociais públicas deve ser orientada pela intencionalidade de apontar em que medida as políticas e os programas sociais são capazes e estão conseguindo expandir direitos, reduzir a desigualdade social e propiciar a equidade. Tomando por base a concepção de avaliação de políticas sociais da autora, é falso afirmar-se que
 

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2426545 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: IF-CE
Orgão: IF-CE
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De acordo com Baptista (2000), a planificação é a sistematização das atividades e dos procedimentos necessários para o alcance dos resultados previstos a ser realizada após a tomada de um conjunto de decisões, definidas a partir de uma realidade determinada. Essas decisões são explicitadas, sistematizadas, interpretadas e detalhadas em nível de planos, programas e projetos. Relacione os níveis de decisão à consideração correta.
1. Plano
2. Projeto
3. Programa
( ) Garante a projeção de um maior detalhamento dos coeficientes e das informações com relação aos diferentes níveis, modalidades e especificações de alcance setorial ou regional. Contempla os objetivos em consonância com as políticas, diretrizes e objetivos da organização.
( ) Delineia as decisões de natureza geral do sistema, caracterizando suas grandes linhas políticas, suas estratégias e suas diretrizes, precisando também as responsabilidades, bem como os objetivos e metas, visando melhorar o uso de recursos. É utilizado para estudos setoriais ou regionais.
( ) Caracteriza-se pela operacionalização de um conjunto de ações com determinado período de tempo e de acordo com um determinado limite de recursos, visando ao alcance de resultados.
Preenche corretamente as lacunas a sequência da opção
 

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