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Em virtude das contradições de que o assistente social está imbuído em seu fazer profissional, faz-se necessário que o assistente social esteja sempre atualizado e seja conhecedor dos mais variados instrumentos técnicos normativos que determinam os limites do fazer profissional na luta pela efetivação dos direitos sociais. Seguem abaixo, para análise, algumas considerações sobre resoluções a respeito do trabalho do assistente social.
I. Pela resolução 493/06 do CFESS, o material técnico produzido pelo assistente social não pode ser guardado em outro espaço físico que não seja a sala em que ele trabalha;
II. Tomando por base o art. 5 da Res. 489/06 do CFESS, afirma-se ser dever do assistente social denunciar, ao Conselho Regional de Serviço Social de sua área de atuação, as pessoas jurídicas privadas ou públicas, as pessoas físicas, sejam assistentes sociais ou não que apresentem conduta relativa a preconceito e discriminação por orientação sexual entre pessoas do mesmo sexo;
III. A Res. 533/08 do CFESS trata da regulamentação dos procedimentos para efeito de lacração do material técnico e do material técnico sigiloso;
IV. É dever do assistente social, em caso de demissão ou exoneração, repassar todo material técnico sigiloso ou não ao assistente social que vier a substituí-lo (Parágrafo único do art. 4 da Res. 556/09).
É correto dizer-se que
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A Política de Assistência Social tem, como público usuário, cidadãos e grupos que se encontram em situações de vulnerabilidades e riscos (Política Nacional de Assistência Social – PNAS/2004). Sobre os delineamentos da noção de vulnerabilidade na área social, no contexto de medos, inseguranças e incertezas do mundo contemporâneo, segundo Wanderley e Arregui (2009), é falso afirmar-se que
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Tomando por base o pensamento de Yolanda Guerra sobre a instrumentalidade no exercício do assistente social, é correto dizer-se que
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A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06) é fruto de um processo de lutas, para que as mulheres pudessem dispor deste instrumento legal e para que o Estado Brasileiro passasse a enxergar a violência doméstica e familiar contra a mulher (Secretaria Especial de Políticas para mulheres, Brasília, 2007). Sobre esta Lei, analise os itens.
I. Em virtude de muitos juízes terem sido contrários à efetivação da Lei, ela, no momento, está em discussão, não podendo ser utilizada nas ocorrências atuais.
II. A violência doméstica é uma forma de violação dos direitos humanos.
III. A Lei altera o Código Penal, para possibilitar ao juiz a decretação da prisão preventiva, quando houver riscos à integridade física ou psicológica da mulher.
IV. Quando a violência doméstica for praticada contra mulher com deficiência, a pena será aumentada em ¼.
São verdadeiros:
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Leitor de e-book lê mais. E aí?
Raquel Cozer
Dias atrás, em entrevista a um documentário universitário sobre mídias digitais, fui questionada sobre a possibilidade de os e-readers estimularem a leitura. Respondi que não acredito muito nisso. Acho que quem lê em e-readers é quem já lia muito antes em papel(a), já que quem não tem o costume de ler não teria interesse em comprar um e-reader, e quem lê pouco e compra um tablet o usa mais para outras coisas.
Mas disse acreditar que os e-readers ao menos estimulam a compra de livros por impulso, o que pode ser mais benéfico para as editoras do que para o leitor, na verdade, já que boa parte daqueles livros digitais permanecerá tão intocada quanto ficaria numa livraria.
Nem uma semana depois da entrevista, saiu um infográfico sobre o assunto no Good.is, partindo do fato de que um em cada dez americanos já tem e-reader para questionar como isso mudou os hábitos de leitura.
Segundo a pesquisa, quem tem e-reader compra mais livros(b). Dois em cada três donos de leitores eletrônicos compram seis ou mais livros por ano, enquanto mais ou menos a mesma parcela dos que não têm e-reader compram no máximo cinco livros por ano.
A parte que dá mais o que pensar é a que diz respeito à leitura. Diz o texto: "Donos de e-readers leem mais livros, na média, que aqueles que leem no papel. A maioria dos que usam e-readers lê mais de dez livros por ano, ante apenas 38% daqueles que leem livros tradicionais".
À primeira vista, pode levar à conclusão de que o digital estimula a leitura(d), mas isso também pode ser entendido de outra forma. Se 10% dos americanos têm hoje um e-reader, você pode desconfiar de que são os 10% que mais gostam de ler. Talvez melhor fosse perguntar se quando liam só em papel eles liam esse tanto, ou se o tempo dedicado à leitura aumentou depois que passaram a ler em e-reader.
Outra coisa é que uma pesquisa sobre quantos livros alguém lê por ano nunca será muito precisa. Eu não sei quantos livros leio ao ano, ainda que o fato de trabalhar com isso facilite uma estimativa. Será mesmo que mais de 20% dos americanos lê mais de 21 livros por ano?(c) Isso daria pelo menos um livro a cada duas semanas e meia (na média, segundo mapeamentos mais amplos, os americanos leem em média 5,1 livros ao ano, ante 4,7 no Brasil, onde o crescimento nesses índices foi de 150% nos últimos dez anos).
De todo modo, vale destacar o crescimento da leitura em mídias digitais nos EUA(e), que foi quem abriu essas porteiras – e que, embora esteja muito à frente dos outros países, pode servir de parâmetro para o crescimento da leitura digital nos próximos anos no mundo.
Na visita ao Brasil, na semana passada, o diretor de parcerias (etc etc, é um cargo enorme) do Google, Tom Turvey, trouxe um número interessante: hoje, 23% dos livros vendidos nos USA são digitais. Em 2008, esse número correspondia a 0,5% (que deve ser mais ou menos como é hoje no Brasil). Em 2010, tinha chegado a 6,5%. O crescimento desde então não deixa de ser impressionante.
Disponível em: <http://abibliotecaderaquel.folha.blog.uol.com.br/>
Por se tratar de um artigo de opinião, é comum que surjam no texto marcas de subjetividade. Pode-se perceber explicitamente uma delas no seguinte excerto:
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Leitor de e-book lê mais. E aí?
Raquel Cozer
Dias atrás, em entrevista a um documentário universitário sobre mídias digitais, fui questionada sobre a possibilidade de os e-readers estimularem a leitura. Respondi que não acredito muito nisso. Acho que quem lê em e-readers é quem já lia muito antes em papel, já que quem não tem o costume de ler não teria interesse em comprar um e-reader, e quem lê pouco e compra um tablet o usa mais para outras coisas.
Mas disse acreditar que os e-readers ao menos estimulam a compra de livros por impulso, o que pode ser mais benéfico para as editoras do que para o leitor, na verdade, já que boa parte daqueles livros digitais permanecerá tão intocada quanto ficaria numa livraria.
Nem uma semana depois da entrevista, saiu um infográfico sobre o assunto no Good.is, partindo do fato de que um em cada dez americanos já tem e-reader para questionar como isso mudou os hábitos de leitura.
Segundo a pesquisa, quem tem e-reader compra mais livros. Dois em cada três donos de leitores eletrônicos compram seis ou mais livros por ano, enquanto mais ou menos a mesma parcela dos que não têm e-reader compram no máximo cinco livros por ano.
A parte que dá mais o que pensar é a que diz respeito à leitura. Diz o texto: "Donos de e-readers leem mais livros, na média, que aqueles que leem no papel. A maioria dos que usam e-readers lê mais de dez livros por ano, ante apenas 38% daqueles que leem livros tradicionais".
À primeira vista, pode levar à conclusão de que o digital estimula a leitura, mas isso também pode ser entendido de outra forma. Se 10% dos americanos têm hoje um e-reader, você pode desconfiar de que são os 10% que mais gostam de ler. Talvez melhor fosse perguntar se quando liam só em papel eles liam esse tanto, ou se o tempo dedicado à leitura aumentou depois que passaram a ler em e-reader.
Outra coisa é que uma pesquisa sobre quantos livros alguém lê por ano nunca será muito precisa. Eu não sei quantos livros leio ao ano, ainda que o fato de trabalhar com isso facilite uma estimativa. Será mesmo que mais de 20% dos americanos lê mais de 21 livros por ano? Isso daria pelo menos um livro a cada duas semanas e meia (na média, segundo mapeamentos mais amplos, os americanos leem em média 5,1 livros ao ano, ante 4,7 no Brasil, onde o crescimento nesses índices foi de 150% nos últimos dez anos).
De todo modo, vale destacar o crescimento da leitura em mídias digitais nos EUA, que foi quem abriu essas porteiras – e que, embora esteja muito à frente dos outros países, pode servir de parâmetro para o crescimento da leitura digital nos próximos anos no mundo.
Na visita ao Brasil, na semana passada, o diretor de parcerias (etc etc, é um cargo enorme) do Google, Tom Turvey, trouxe um número interessante: hoje, 23% dos livros vendidos nos USA são digitais. Em 2008, esse número correspondia a 0,5% (que deve ser mais ou menos como é hoje no Brasil). Em 2010, tinha chegado a 6,5%. O crescimento desde então não deixa de ser impressionante.
Disponível em: <http://abibliotecaderaquel.folha.blog.uol.com.br/>
No período "(...) boa parte daqueles livros digitais permanecerá tão intocada quanto ficaria numa livraria", admite-se, quanto à concordância verbal, que o verbo destacado também seja corretamente utilizado no plural (permanecerão). Assinale a opção em que se pode também utilizar o verbo tanto no singular quanto no plural.
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Os processos de trabalho do assistente social, na sociedade capitalista, implica numa matéria-prima, nos meios ou instrumentos de trabalho e na própria atividade, ou seja, o trabalho. (IAMAMOTO, 2004). Tendo por base o pensamento da autora, marque a alternativa correta sobre os processos de trabalho e o Serviço Social na contemporaneidade:
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Leia o fragmento e responda a questão abaixo.
"Mas disse acreditar que1 os e-readers ao menos estimulam a compra de livros por impulso, o que2 pode ser mais benéfico para as editoras do que3 para o leitor, na verdade, já que4 boa parte daqueles livros digitais permanecerá tão intocada quanto ficaria numa livraria."
Considere as afirmações sobre as relações morfossintáticas das ocorrências da palavra QUE, destacadas no fragmento acima:
I. O primeiro QUE inicia uma oração subordinada substantiva objetiva direta, uma vez que não se encontra precedido de preposição.
II. O segundo QUE, por iniciar uma oração subordinada adjetiva, é um pronome relativo, exercendo a função sintática de sujeito.
III. O terceiro QUE inicia uma oração subordinada adverbial comparativa, apesar de não estar explícito o verbo da oração.
IV. O quarto QUE expressa uma ideia de explicação ao fato exposto na oração anterior.
V. Em todas as ocorrências, o QUE inicia orações independentes do ponto de vista sintático.
Estão corretas as assertivas:
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No percurso de intervenção do assistente social na Educação, Ney Luiz Teixeira de Almeida e Maria Cristina Piana observam que o trabalho profissional consiste, dentre outros aspectos, identificar e propor alternativas de enfrentamento aos fatores sociais, políticos, econômicos e culturais que interferem no sistema educacional, de forma a cooperar com a efetivação da educação como direito para a conquista da cidadania. Para uma atuação propositiva na educação, é imprescindível que o assistente social conheça as questões sócio-históricas que encaminharam a profissão para o campo educacional. É correto dizer-se que
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O estudo sobre o projeto profissional do Serviço Social brasileiro, segundo Braz e Teixeira, é permeado por três aspectos: a teleologia dos projetos; o projeto ético-político – como expressão das mediações entre projetos societários e projetos profissionais – e a constituição histórica, o estado atual e os futuros desafios do projeto ético político. Outros autores, como Netto, Iamamoto e Barroco, apontam reflexões importantes para a discussão. Nesse sentido, analise os itens abaixo.
I. O projeto profissional ético-político do Serviço Social é societário, pois reside no fato de se constituírem projetos macroscópicos, em propostas coletivas para a sociedade (NETTO, 1999);
II. Segundo Netto, o projeto profissional apresenta uma diversidade de componentes, dentre eles, imperativo (relativo às regulamentações estatais, formação acadêmica e inserção no registro profissional) e os indicativos (aqueles em torno dos quais não há consenso mínimo para seu cumprimento);
III. A construção do novo projeto profissional e a consolidação de sua hegemonia foi fruto do movimento de reconceituação da profissão, da luta contra a ditadura militar, da ampliação das pós-graduações nos anos 70 e 80 e o aumento das produções científicas, da ampliação do debate durante eventos e congressos da categoria na década de 90 e da sintonia do projeto com tendências significativas de classes sociais, vinculando-se a um projeto de sociedade;
IV. Segundo Braz e Teixeira, são elementos constitutivos do projeto ético-político do Serviço Social: explicitação de princípios e valores ético-políticos, matriz teórico-metodológica, crítica radical à ordem social e organização política em aliança com setores mais progressistas da sociedade;
V. Ainda segundo Braz e Teixeira, o projeto profissional está em sintonia com a realidade social, encontrando condições favoráveis para sua efetivação.
Sobre as afirmações, é correto afirmar-se que
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