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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser(c). Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam(d) são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva(a) garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.(b)
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia(e)), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Marque a opção em que o trecho destacado do texto exerce função sintática diferente dos demais.
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
A expressão “de lá para cá”
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Considerando que o texto II foi publicado no dia 11 de julho, um sábado, e apresenta uma entrevista feita no decorrer daquela semana, marque a afirmativa correta, com relação ao trecho “Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva.”.
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
“Competências socioemocionais” NÃO podem ser entendidas como
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Em “...mas existe outra dimensão relevante...”, a palavra em destaque NÃO pode ser substituída por
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Marque a opção que NÃO pode substituir engaiolados em “Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser.”
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Leia as afirmativas abaixo.
I – Em: “... que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva...”, verifica-se um caso de concordância ideológica na expressão em destaque.
II – Em: “... voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões.”, a apalavra destacada introduz ideia de tempo.
III – O trecho “... a capacidade do jovem decidir, planejar...”, para melhoria da coesão, deveria receber a inclusão da preposição de (a capacidade do jovem de decidir...)
Está CORRETO o que se afirma APENAS em
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
Confrontando o Texto I com o Texto II, NÃO se pode afirmar que:
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TEXTO 01
Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas.
Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo.
Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo.
Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado.
Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
TEXTO 02
Entrevista com Marcos Magalhães – A Gazeta 11/07/2015, por Maíra Mendonça
“Qualquer ambiente deve ser visto como uma oportunidade de educar”
Empresário que ajudou a desenvolver a metodologia do Escola Viva garante que o projeto vai se revelar um modo eficaz de aprendizado.
“Eu aposto mil por um que sim”. Com essas palavras, Marcos Magalhães, presidente do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE) garantiu que, após instituído no Estado, o projeto Escola Viva irá vencer a resistência de professores e alunos. E mais: vai se revelar “um modo eficaz de aprendizado”.
O Instituto que ele preside desenvolveu a metodologia do programa de ensino médio integral, que será implantado pelo governo do Espírito Santo com o nome Escola Viva. A primeira aplicação do projeto, elaborado por dois anos, ocorreu em 2004 no Ginásio de Pernambuco. De lá para cá, a iniciativa tornou-se política pública não só no estado de origem (onde 320 escolas já incorporaram a ideia), como em outros estados. Na rede municipal de Vitória, três escolas já aplicam o método.
Essa semana, Marcos esteve no Estado para discutir a implantação do Escola Viva. Em entrevista ao jornal A Gazeta ele criticou o modelo de ensino médio do país e destacou a importância de ensino integral de qualidade, voltado para a formação do jovem enquanto protagonista de suas decisões. (...)
Qual o principal objetivo do projeto?
Quando se fala em formar crianças e jovens, identificamos competência cognitiva (as disciplinas que historicamente são ensinadas), mas existe outra dimensão relevante, que era deixada de lado, e que incorporamos na nossa escola: são as competências socioemocionais. Isso significa trabalhar o desenvolvimento de atividades como a capacidade analítica, o pensamento crítico e o trabalho em equipe. Nós juntamos essas coisas, criando o que chamamos de projeto de vida: a capacidade do jovem decidir, planejar seu futuro e assegurar que terá sucesso nessa direção. Para isso desenhamos um conjunto de disciplinas eletivas, além de aulas, atividades e iniciação científica.
A leitura dos dois textos NÃO permite afirmar que
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Constitui ato de improbidade administrativa, segundo a Lei 8.429/92, que causa lesão ao erário:
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