Foram encontradas 300 questões.
O quadro abaixo apresenta a população dos estados da região Norte brasileira em 2000 e em 2010.
| ESTADO | POPULAÇÃO | |
| 2000 | 2010 | |
| ACRE | 557.226 | 733.559 |
| AMAPÁ | 475.843 | 669.526 |
| AMAZONAS | 2.813.085 | 3.483.985 |
| PARÁ | 6.189.550 | 7.581.051 |
| RONDÔNIA | 1.377.792 | 1.562.409 |
| RORAIMA | 324.152 | 450.479 |
| TOCANTINS | 1.155.913 | 1.383.445 |
Fonte: IBGE, Censo 2010.
De acordo com o Censo 2010, nessa região, o maior crescimento em relação ao ano de 2000 foi no estado do Amapá, em torno de:
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Considere os trapézios ABCD e AEFD formados pelas retas r, s e u, paralelas entre si, e interceptadas por duas transversais, conforme a figura abaixo:

Sabe-se, ainda, o comprimento dos segmentos: !$ \overline{OD} = 5 !$, !$ \overline{DC} = 3 !$, !$ \overline{CF} = 1 !$, !$ \overline{BC} = 5 !$ e !$ \overline{EF} = m !$. De acordo com as informações dadas, qual é o valor de m?
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Foi feito um levantamento das idades de todos os alunos da classe de João Pedro. A distribuição das idades está representada no gráfico abaixo.

A taxa percentual de alunos que tem mais 18 anos é:
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A modalidade de capitalização mais utilizada nas transações comerciais e financeiras é a de juros compostos, na qual, em cada período financeiro, a partir do segundo, é calculado o montante relativo ao período anterior.
Exemplo: Um capital de R$ 100,00 aplicado a uma taxa de 10% ao mês:

Adriana aplicou R$10.000,00 a uma taxa de juros compostos de 5% ao mês. Após um bimestre de aplicação ela teria uma quantia de:
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O quadro abaixo apresenta o resultado do segundo turno das eleições presidenciais no Brasil em 2014.

Se 90% dos eleitores que votaram em branco tivessem votado na Dilma e 90% dos que anularam o voto tivessem votado no Aécio, qual seria o resultado das eleições?
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DEFENSORES DA “LÍNGUA CERTA”
Não é preciso ensinar nenhum brasileiro a dizer “isso é para mim tomar?”, porque essa regra gramatical (sim, caros leigos, é uma regra gramatical) já faz parte da língua materna de 99% dos nossos compatriotas. O que é preciso ensinar é a forma “isso é para eu tomar?”, porque ela não faz parte da gramática da maioria dos falantes de português brasileiro, mas por ainda servir de arame farpado entre os que falam “certo” [V] e os que falam “errado”, é dever da escola apresentar essa outra regra aos alunos, de modo que eles – se julgarem pertinente, adequado e necessário – possam vir a usá-la TAMBÉM. O problema da ideologia purista é esse também. Seus [II] defensores não conseguem admitir que tanto faz dizer assisti o filme quanto assisti ao filme, que a palavra óculos pode ser usada tanto no singular (o óculos, como dizem 101% dos brasileiros) quanto no plural (os óculos, como dizem dois ou três gatos pingados).
O mais divertido (para mim, pelo menos, talvez por um pouco de masoquismo) é ver os mesmos defensores da suposta “língua certa [V]”, no exato momento em que a defendem, empregar regras linguísticas que a tradição normativa que eles acham que defendem rejeitaria imediatamente. Pois ontem, vendo o Jornal das Dez, da GloboNews, ouvi da boca do sr. Carlos Monforte essa deliciosa pergunta: “Como é que fica então as concordâncias?”. Ora, sr. Monforte, eu lhe [IV] devolvo a pergunta: “E as concordâncias, como é que ficam então?”.
BAGNO, Marcos. (UnB) Disponível em: < h ttp://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=16649>. Acesso em 28/11/2016 (fragmento).
Sobre alguns aspectos gramaticais do texto, leia estas considerações:
I) Em “O problema da ideologia purista é esse também.”, temos uma oração construída em ordem direta, uma vez que o sujeito se apresenta inicialmente, para na sequência vir o predicado.
II) O pronome possessivo “seus” retoma de forma coesiva o termo antecedente “ideologia purista”.
III) Em “assisti o filme” ou “assisti ao filme”, expõe-se um caso de regência verbal, que consiste no uso ou não da preposição. Nesse caso, seguindo a norma padrão, a primeira opção é a mais correta.
IV) O pronome pessoal oblíquo “lhe” está em posição proclítica em relação ao verbo que o sucede, porém de uso facultativo, podendo, nesse caso, reescrever o trecho colocando-o em posição enclítica.
V) Em “falam ‘certo’” e “língua certa”, a palavra destacada sofreu flexão de gênero, sendo usada ora no masculino ora no feminino, por se tratar de adjetivos que concordam com as respectivas palavras que os antecedem.
Estão CORRETAS as considerações apresentadas nas opções
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ESCREVER AS ENTRELINHAS
Então escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é palavra. Quando essa não-palavra - a entrelinha - morde a isca, alguma coisa se escreveu. Uma vez que se pescou a entrelinha, poder-se-ia com alívio jogar a palavra fora. Mas aí cessa a analogia: A não-palavra, ao morder a isca, incorporou-a. O que salva então é escrever distraidamente.
(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.)
Os conectivos “então”, “quando”, “uma vez que” e “mas”, destacados na crônica nessa ordem, iniciam qual encadeamento de ideias?
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CONSOLO NA PRAIA
Vamos, não chores...
A infância está perdida.
A mocidade está perdida.
Mas a vida não se perdeu.
O primeiro amor passou.
O segundo amor passou.
O terceiro amor passou.
Mas o coração continua.
Perdeste o melhor amigo.
Não tentaste qualquer viagem.
Não possuis casa, navio, terra.
Mas tens um cão.
Algumas palavras duras,
em voz mansa, te golpearam.
Nunca, nunca cicatrizam.
Mas, e o humour?
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980.)
Escolha a opção que explica o sentido o último verso de cada estrofe desse poema em relação aos demais:
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OS PROGRAMAS DE ENTRETENIMENTO
Além das notícias sobre violência, a programação televisiva que busca apenas divertir o público – sejam novelas, minisséries, programas de auditório ou comerciais – é um ponto crucial de compreensão da relação da mídia com a infância e adolescência. Aspectos como modo de ser, moda, padrões estéticos, morais e sociais, questões de gênero, entre outros [A] – que podem ser constantes ou efêmeros e condizentes com a realidade ou não –, são apresentados de forma indistinta às mais diversas faixas etárias de audiência e estruturam o comportamento de todos.
Pesquisa do Fundo das Nações Unidas para a Infância e Adolescência (UNICEF) realizada em 2002, com 5.280 adolescentes em todo o país, revelou que 52% dos jovens brasileiros têm na TV sua maior diversão e, dentro dela, os programas de entretenimento são os mais assistidos.[B] Entre os programas preferidos, destacam-se as novelas e as minisséries (21%). Em segundo lugar, vêm os filmes. O estudo destaca, entretanto, a dificuldade e a falta de opção da maioria dos adolescentes em relação ao lazer. Ele restringe-se à escola [C], à rua ou às atividades pagas inacessíveis à maioria, como ir a cinemas, boates ou usar internet.
Durante as horas que passam na frente da televisão, as crianças e os adolescentes ficam vulneráveis a seu conteúdo. [D] De acordo com pesquisa realizada na Suécia, publicada em 2004 no site do Instituto de Estudos da Televisão, com apenas 8 anos de idade, uma criança já foi exposta a 40 mil cenas de violência.
Uma investigação d a UNESCO realizada em 23 países, inclusive no Brasil, envolvendo 5 mil crianças de 12 anos, procurou entender como esse grupo etário percebe a violência na tela. O Estudo Global, de 1999, enfatizou o que outras pesquisas internacionais e nacionais já haviam apontado: a violência na tela exerce forte atração sobre as crianças e elas tendem a reproduzir o comportamento de seus heróis na vida real. [E]
UNICEF. Violência na mídia. p. 14. Disponível em: < https://www.unicef.org/brazil/pt/Cap_04.pdf>. Acesso em 25/11/2016.
Seguindo as orientações da boa escrita, empregam-se em um texto vários elementos coesivos, resultando, dentre outros aspectos, em dinamicidade e fluidez na leitura. Abaixo estão transcritos alguns desses elementos coesivos e, na sequência, os termos a que eles se referem, porém em uma das opções essa relação está em DESACORDO. É o que se verifica na opção
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AÍ, GALERA
Jogadores de futebol podem ser vítimas de estereotipação. Por exemplo, você pode imaginar um jogador de futebol dizendo “estereotipação”? E, no entanto, por que não?
— Aí, campeão. Uma palavrinha pra galera.
—Minha saudação aos aficionados do clube e aos demais esportistas, aqui presentes ou no recesso dos seus lares.
— Como é?
— Aí, galera.
— Quais são as instruções do técnico?
— Nosso treinador vaticinou que, com um trabalho de contenção coordenada, com energia otimizada, na zona de preparação, aumentam as probabilidades de, recuperado o esférico, concatenarmos um contragolpe agudo com parcimônia de meios e extrema objetividade, valendonos da desestruturação momentânea do sistema oposto, surpreendido pela reversão inesperada do fluxo da ação.
— Ahn?
— É pra dividir no meio e ir pra cima pra pegá eles sem calça.
— Certo. Você quer dizer mais alguma coisa?
— Posso dirigir uma mensagem de caráter sentimental, algo banal, talvez mesmo previsível e piegas, a uma pessoa à qual sou ligado por razões, inclusive, genéticas?
— Pode.
— Uma saudação para a minha progenitora.
— Como é?
— Alô, mamãe!
— Estou vendo que você é um, um...
— Um jogador que confunde o entrevistador, pois não corresponde à expectativa de que o atleta seja um ser algo primitivo com dificuldade de expressão e assim sabota a estereotipação?
— Estereoquê?
— Um chato?
— Isso.
(Disponível em: www.luizfverissimo.blogspot.com)
Em relação ao uso adequado da crase, qual é a explicação, abaixo, que reforça o bom entendimento do assunto?
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